Tendinite não tratada pode causar afastamento do trabalho
Após um longo e pesado dia de trabalho é possível chegar em casa com alguma dor específica, no punho, nas costas ou nas pernas. Na maioria das vezes, a pessoa relaciona a dor ao dia estafante e não toma nenhuma providência. Mas o problema pode ser maior que uma dor passageira…“Essas dores podem ser uma consequência de inflação dos tensões, a famosa tendinite. É preciso consultar um especialista, para tratar do problema, evitando o agravamento do caso”, afirma Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo o médico do CREB, podem ser várias as causas da: postura de trabalho, mobiliário (cadeira, monitor, teclado e mouse), tensão emocional e rotina estressante, entre outros motivos. Ele garante que a tendinite pode ser evitada se tomados alguns cuidados no nosso dia-a-dia.
“Procure sempre sentar com as costas apoiadas no encosto da cadeira ou do sofá e os pés no chão. É muito importante alternar 50 minutos de trabalho com 10 minutos para uma pausa, onde a pessoa deve levantar, fazer uma pequena caminhada, no próprio escritório. Exercícios de alongamento e relaxamento ao longo da jornada de trabalho também ajudam muito. Praticar atividade física ao menos três vezes por semana é fundamental para a qualidade de vida”, explica ele.
– Essas dicas precisam ser incorporadas no nosso dia-a-dia, se transformando em um hábito. Ainda assim, se a pessoa sentir dores deve procurar um especialista o quanto antes, para que o tratamento seja mais fácil, rápido e para evitar o agravamento do quadro. Muitas vezes, a tendinite causa até o afastamento do trabalhador de suas atividades profissionais. É preciso estar atento – finaliza ele.
Enurese: uma palavra que os pais precisam conhecer
Não culpe seu filho. A enurese – emissão involuntária de urina, na maior parte das vezes no período noturno – pode ser angustiante, pois traz dificuldades no convívio familiar e social da criança. Ela impacta de forma negativa na sua autoestima e qua...
Não culpe seu filho.
A enurese – emissão involuntária de urina, na maior parte das vezes no período noturno – pode ser angustiante, pois traz dificuldades no convívio familiar e social da criança. Ela impacta de forma negativa na sua autoestima e qualidade de vida, além de aumentar o trabalho dos pais pelas roupas extras para lavar, tempo gasto com limpeza de colchões e o incômodo com o mau cheiro, entre outros.
“Os pais, em geral preocupam-se com o problema da enurese, mas existem dois grupos: os que entendem que o problema é incontrolável e os intolerantes, que atribuem a causa à preguiça da criança e, algumas vezes, os castigam fisicamente. O apoio psicológico é fator fundamental na cura da enurese. O grau de impacto que a criança sofre pode estar diretamente relacionado à forma como seus pais lidam com o problema”, relata a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A primeira coisa que os pais devem ter em mente, de acordo com a fisioterapeuta, é que a enurese não acontece por culpa da criança. Atitudes como comentários jocosos, reclamações, brigas ou castigos só vão aprofundar o problema. A criança ou adolescente se sentirá punido por algo que não consegue evitar, o que piora o aspecto emocional do problema. “Algumas medidas tomadas pelos pais podem retardar a solução do problema, como, por exemplo, acordar a criança à noite para ir ao banheiro, o que pode fazer com que ela se acostume a urinar somente quando despertada, não dando chance para que desenvolva o controle da micção. Colocar fraldas não resolvem o problema e atrapalham o desenvolvimento normal da criança. Impedir que a criança beba líquidos antes de dormir, além de não evitar a enurese, pode fazer com que ela se acostume a responder a pequenas quantidades de urina na bexiga, um dos fatores causadores da enurese”, garante Waleska.
A enurese é um problema sério e deve ser tratada com acompanhamento de profissional experiente no tema. A primeira medida dos pais deve ser realizar consulta médica com um urologista pediátrico. Ele realizará os exames necessários para descartar outras causas para a enurese e indicará o tratamento adequado de acordo com as características do problema apresentado. O CREB dispõe dos mais avançados recursos de fisioterapia urológica, que apresentam excelentes resultados nesses casos.
CREB utiliza a Terapia por Ondas de Choque em sua plenitude
Pioneiro no uso da Terapia de Ondas de Choque no Rio de Janeiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo- foi a primeira grande clínica a oferecer no estado fluminense esse tratamento, que é o que há de mais moderno no combate a tendinit...
Pioneiro no uso da Terapia de Ondas de Choque no Rio de Janeiro, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo- foi a primeira grande clínica a oferecer no estado fluminense esse tratamento, que é o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo. Isso já tem mais de dez anos, e a TOC vem evoluindo cada vez mais, sendo utilizada com novas técnicas.
Técnica de “trigger points”
O CREB, por exemplo, é uma das clínicas a utilizar a TOC com a técnica de “trigger points”, que visa estimular e tirar a sensibilidade dos pontos de maior intensidade álgica do paciente, em vez de só focar o tratamento no ponto focal da patologia. Trata-se de uma técnica criada pelo Dr. Christoph Schimitz, ortopedista professor da Universidade de Munique, Alemanha, e do Centro de Pesquisas Avançadas da Universidade de Nyon, Suíça, que apresentou como uma grande contribuição em Terapia por Ondas de Choque
– Esta técnica pode ser utilizada nos tratamentos de dor crônica refratária e outros procedimentos, tais como lombalgias crônicas (dor lombar), dor miofascial (dor muscular, sem uma origem definida, de moderada a intensa intensidade álgica) e cervicalgias (dores na região cervical), dentre outras. E os resultados têm sido muito positivos – explica o reumatologista e fisiatra do CREB, Antônio Rodrigues d’Almeida Neto.
Vale pontuar que o tratamento com TOC é realizado em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. O tratamento utiliza-se de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. As melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fascites plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana). Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.
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