Você sofre com dores crônicas? Descubra a Terapia de Ondas de Choque com Dr. Antonio D'Almeida
Você sente dor constante nas articulações, especialmente no ombro, quadril, cotovelo ou joelho?
Esses podem ser sinais de bursite ou tendinite, uma inflamação dolorosa que pode afetar sua qualidade de vida. Felizmente, há uma solução eficaz e moderna: a Terapia por Ondas de Choque (TOC).
Este método praticamente indolor e não invasivo utiliza ondas acústicas para tratar diversas condições, muitas vezes substituindo a necessidade de cirurgia, possibilitando resultados impressionantes em pacientes que não obtiveram alívio com outros tratamentos, incluindo a fisioterapia.
"A eficácia é perceptível nas primeiras sessões, sem necessidade de internação e com a vantagem de reduzir o uso crônico de medicamentos." Dr. Antonio D'Almeida
Atuação das Ondas de Choque
- Ação Mecânica: Formando microbolhas que eclodem, causando a fragmentação da calcificação.
- Ação Vascular: Promovendo a neovascularização, melhorando a irrigação e oxigenação local.
- Ação Analgésica e Anti-inflamatória: Estimulando a liberação de enzimas que atuam na dor e inflamação.
Recomendações da Terapia por Ondas de Choque
A terapia altamente recomendada para tratar tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo aprovação do FDA. Popular nos Estados Unidos e na Europa, vem ganhando espaço no Brasil devido à sua eficácia e excelente custo-benefício, sendo de oito a dez vezes mais econômica que uma cirurgia, além de minimizar os riscos associados à internação hospitalar.
No CREB, a terapia pode ser combinada com acupuntura, hidroterapia e reabilitação física, oferecendo um tratamento completo para os problemas musculoesqueléticos.
Não deixe a dor limitar sua vida!
Síndrome Cruzada Superior tem tratamento e resultados podem ser excelentes
Embora tenha sido descrita e definida em 1979 como uma alteração postural levando ao encurtamento de alguns músculos e inibindo a força de outros em padrão cruzado, a Síndrome Cruzada Superior (Upper cross Syndrome) vem sendo sub-diagnosticada, muita...
Embora tenha sido descrita e definida em 1979 como uma alteração postural levando ao encurtamento de alguns músculos e inibindo a força de outros em padrão cruzado, a Síndrome Cruzada Superior (Upper cross Syndrome) vem sendo sub-diagnosticada, muitas vezes segmentada e não analisada de forma global no indivíduo. A correria estressante do dia a dia e a utilização cada vez mais de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, têm aumentado exponencialmente o índice de pacientes que apresentam essa síndrome, apresentando uma postura com anteriorização da cabeça, aumento da lordose cervical e cifose dorsal e elevação e anteriorização do ombro e escápula alada, o que provoca um “desembalanço” muscular acentuado.
A Síndrome Cruzada Superior vem sendo sub-diagnosticada
“Os desequilíbrios musculares padrões são o encurtamento na parte dorsal dos músculos trapézio (fibras superiores) e elevador da escápula, na parte ventral encurtamento dos músculos peitorais (maior e menor) e devido a essas hipersolicitações/tensões há uma inibição cruzada, sendo na região frontal fraqueza de flexores profundos cervicais e serrátil anterior, cruzando dorsalmente fraqueza nas porções medial e inferior do músculo trapézio e rombóides. O diagnóstico realizado de forma separada, seja ele de patologia apenas cervical, ou apenas de patologia do ombro, não soluciona o quadro clínico do paciente como um todo, por isso a porcentagem de pacientes que retornam com recidiva das dores é alta, pois só parte do problema foi solucionado”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, quando se fala do ombro, “a postura de anteriorização de cabeça cria uma cascata de compensação postural, diminuindo a estabilização da articulação, principalmente devido a fraqueza do músculo serrátil anterior alterando o posicionamento da escápula (escápula alada). Esta perda de estabilidade decorrente da escápula alada faz com que a atividade dos músculos elevador da escápula e trapézio superior aumente a sua tensão, criando um ciclo vicioso para poder prover estabilidade ao complexo do ombro, intensificando o desequilíbrio muscular e aumentando o padrão postural patológico”. O ortopedista do CREB explica que os principais sintomas desta síndrome são dor de cabeça, tensão cervical, dor na região dorsal, dor e crepitação no ombro e leve formigamento que se estende pelo membro superior.
A boa notícia é que o tratamento pode apresentar excelentes resultados, com correção postural e fortalecimento muscular. “No CREB adotamos protocolos que incluem a RPG, o pilates terapêutico e acupuntura, e os resultados têm sido excelentes. Ao menor sinal de dores, é preciso consultar um médico especialista”, finaliza o Dr. Márcio.
Calçados inadequados podem causar problemas que exigem cirurgia
Está com dores no pé? Consulte o CREB
A busca por estar na moda e se sentir atraente pode levar à compra de calçados inadequados, que podem resultar em diversos problemas. Além de causar calos e bolhas nos pés, o uso desses calçados pode acarretar questões mais sérias, como quedas, deformidades anatômicas e danos nas articulações e estruturas ósseas.
Embora o uso de salto alto seja uma das práticas mais comuns, os riscos não se limitam apenas a esse tipo de calçado. Muitos sapatos são apertados na parte da frente ou no calcanhar, e há casos em que as pessoas compram um número menor, mesmo sentindo desconforto.
Riscos Associados a Calçados Inadequados
Aqueles que escolhem sapatos pela estética em vez do conforto devem reconsiderar suas escolhas rapidamente, antes que problemas de saúde mais graves se desenvolvam. Como os sapatos são usados diariamente e para diversas atividades, é fundamental ter cuidado para evitar complicações.
Abaixo estão os riscos mais frequentes associados ao uso de calçados inadequados:
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Bolhas
Sapatos que apertam em qualquer parte do pé podem causar bolhas. Essas bolhas surgem devido à fricção entre o sapato e a pele, frequentemente aparecendo no dedinho e no calcanhar. Optar por calçados feitos de materiais mais macios e que tenham um tamanho adequado pode ajudar a prevenir esse problema.
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Calos
Assim como as bolhas, os calos se formam devido à pressão excessiva em determinadas áreas do pé, resultando em espessamento da pele.
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Dores nas Plantas dos Pés
Esse desconforto geralmente ocorre após longas caminhadas e pode ser causado pela irritação entre a palmilha e a sola do pé, ou pela falta de amortecimento, que resulta em impacto excessivo no calcanhar.
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Dor nas Articulações
Essa é uma das principais consequências do uso de salto alto. A alteração na angulação dos pés provoca uma redistribuição do peso corporal, levando a dores e outros problemas nas articulações.
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Quedas em Idosos
O uso de calçados inadequados também está associado a quedas em pessoas idosas. Sapatos muito largos e sem aderência podem se soltar, aumentando o risco de desequilíbrio e quedas.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619