Leite de búfala é mais rico em cálcio do que o leite da vaca
A osteoporose é caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e, consequentemente, maior possibilidade de fraturas. A prevenção, bem como o tratamento, passa por uma alimentação rica em cálcio, pr...
A osteoporose é caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade do osso e, consequentemente, maior possibilidade de fraturas. A prevenção, bem como o tratamento, passa por uma alimentação rica em cálcio, prática de exercício físico regularmente e banhos de sol frequentes.
O leite de búfala tem 59% mais cálcio que o leite da vaca
O leite é o alimento mais rico em cálcio. Mas você sabia que o leite da búfala é mais rico em cálcio do que o leite da vaca? A Associação Brasileira de Criadores de Búfalo garante que o leite de búfala tem 59% mais cálcio que o leite da vaca. Achar leite de búfula no mercado não é algo tão fácil assim, mas é possível substituí-lo pela muçarela de leite de búfala, que é saborosa e fácil de encontrar em bons mercados. A Associação Brasileira de Criadores de Búfalo recomenda que o consumidor opte por embalagens que destaquem o Selo de Pureza 100% Búfalo, pois isso garante que o queijo é feito apenas de leite de búfalas.
– Deve-se ingerir alimentos ricos em cálcio, como leite, iogurte natural com pouca gordura, queijo ricota, queijo suíço, queijo provolone, sorvete de baunilha e outras fontes secundárias de cálcio, como sardinha, ostras, ervilhas, couve e brócolis. A casca do ovo é composta em quase 100% de carbonato de cálcio. Sugerimos aos nossos pacientes lavar a casca do ovo, colocar no forno em alta temperatura, com a finalidade de buscar uma melhor higienização. Depois, pegue essa casca e a triture muito bem até ficar muito fina. Coloque uma colher de chá ao dia desse material na comida misturada e você terá aí os 1.500 mg ao dia de cálcio necessários em sua dieta – acrescenta o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e coordenador do CREB Prevrefrat, Programa de Prevenção da Refratura da clínica.
Couve e brócolis são uma excelente fonte de cálcio
A osteoporose é uma doença lenta e progressiva, assintomática, que se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis a pequenos traumas.
É mais comum na terceira idade, acomete tanto homens quanto mulheres – embora elas sejam maioria. Conhecida como uma doença silenciosa, geralmente só é diagnosticada quando o paciente sofre uma fatura, principalmente no colo do úmero, quadril e punhos.
A forma de prevenir a doença é manter hábitos saudáveis desde jovem, como a opção por uma alimentação rica em cálcio – que fortalece os ossos -, além da prática regular de atividade física e banhos de sol regulares. O alimento mais conhecido como maior fonte de cálcio é o leite. Mas não é apenas ele – e seus derivados – que devem ter porções generosas no nosso cardápio diário. Segundo o reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a couve é também uma excelente fonte de cálcio, e deve ser adotada nas refeições sempre que possível.
A alimentação rica em cálcio fortalece os ossos
– A couve e o brócolis são verduras muito rica em cálcio. Mas também é rica em ferro, sendo muito indicada contra a anemia. Também é uma fonte de vitamina C, combatendo resfriados e melhorando a imunidade. E mais: essa verdura é rica em B12, o que é muito importante na prevenção da doença de Alzheimer. Trata-se de um alimento completo, rico e gostoso. Fácil de achar e de preparar – aponta o médico.
O Dr. Sergio explica que o ideal é ingeri-la crua, para que todos os seus nutrientes sejam absorvidos pelo corpo humano.
– Quando falamos em couve, as pessoas logo a associam a feijoada. Mas podemos utilizar a verdura para fazer sucos deliciosos. Muita gente opta por bater três folhas de couve com suco de laranja. Também fica muito gostoso acrescentar maça e cenoura crua. Mas se a opção for cozinhar a couve, o ideal é refogá-la por apenas 30 segundos, não mais do que isso – ensina. Caso esteja interessado, consulte um dos folhetos informativos do CREB para ter informações precisas.
Fibromialgia ataca mais aos pacientes do que outras doenças reumáticas
Os pacientes com fibromialgia parecem ser menos capazes de lidar com seus sintomas do que pacientes com outras doenças reumáticas. Esta é a conclusão de um estudo da Rush University Medical Center, de Chicago. “A intensidade dos sintomas da fibromialgia pode ser excessivamente profunda para os pacientes com fibromialgia e suas famílias, e também muito desafiador para os médicos tratarem destes pacientes“’, disse o coordenador da pesquisa, o Dr. Robert Katz.Segundo ele, entre aqueles com doenças reumáticas, que preencheram questionários e escalas analógicas visuais descrevendo as suas respostas para os seus sintomas, pacientes com fibromialgia classificaram sua capacidade de enfrentamento significativamente menor do que pacientes com, por exemplo, artrite reumatóide.
Pacientes com fibromialgia manifestaram durante a pesquisa que se preocupavam “se a dor vai acabar”, “se nunca vai melhorar” e disseram que não eram capazes de parar de pensar na dor, se sentindo “oprimidos”.
– Pacientes com fibromialgia de fato podem ter sua qualidade de vida bastante afetada. Precisam de um tratamento que envolve medicamento, exercício físico orientado, fisioterapia, acupuntura e acompanhamento psicológico e principalmente hidroterapia. É preciso também contar com o apoio da família. O preconceito é muito forte porque esses pacientes sentem muitas dores e exames laboratoriais e radiológicos são incapazes de apontar o motivo. A dor e a fadiga são sintomas subjetivos e variam muito de paciente para paciente. O médico deve estar muito atento, ouvir e entender o paciente em suas queixas e dificuldades emocionais é fundamental – explica o reumatologista e fisiatra Dr. Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
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