O que fazer hoje para prevenir as doenças reumáticas do amanhã
Problema comum entre as mulheres na terceira idade, as doenças reumáticas se tornam um pesadelo principalmente após a menopausa. Segundo o reumatologista e fisiatra Haim César Maleh, do Centro de Reumatologia e Ortopedia de Botafogo, no Rio de Janeiro, a principal recomendação é ter cuidado com a postura. “Sempre avaliar e buscar averiguação postural para prevenir contra dores no futuro. Tendo uma postura adequada conseguimos reduzir as chances de dores ósseas e musculares”, afirma.
O trabalho de RPG (Reeducação Postural Global) é um importante tratamento para quem já na juventude sofre com dores nos ossos e tendinites. “Não é nada imediato, mas com seis meses de tratamento a pessoa já obtém um ganho postural grande. Aprende como sentar, deitar, se posicionar no trabalho e carregar uma mochila, por exemplo”, conta. A partir desta correção, a prática de atividade física aliada a uma dieta rica em cálcio são outros dois importantes fatores de prevenção apontados pelo especialista.
Os cuidados devem começar dentro da própria casa: “É importante sempre pensar na altura ideal das mesas e cadeiras, o que varia de acordo com a estatura de cada membro da família. Uma dica universal: É imprescindível que as pernas e braços estejam flexionados na angulação de 90º”, ressalta.
Para as workaholics que abusam de trabalhos manuais, Maleh recomenda o constante alongamento dos músculos e tendões. “Para uma secretária ou uma dentista, por exemplo, que trabalham o dia todo com as articulações, é sempre bom a cada hora fazer uma pausa, alongando os dedos, pulso e cotovelos”. O profissional conta que as doenças decorrentes do uso excessivo das articulações são as mais recorrentes.
Para as mulheres que temem a osteoporose, o início da menopausa já significa um sinal de alerta, pois diminui o estrogênio no organismo, o que transforma o metabolismo corporal e principalmente o ósseo. “A partir dessa fase é recomendável fazer uma densitometria óssea anual para acompanhar o quadro, que pode ter origem em vários fatores. Tendência genética, uso de corticoides são alguns dos outros fatores que potencializam as chances da incidência da patologia”, alerta.
Centro da Coluna CREB: centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores na coluna vertebral. No Brasil, estima-se que um em cada três pessoas sofre de dores crônicas, especialmente dores na coluna, uma das mais frequentes. A OMS afirma que, nesse exato momento, metade da população mundial sente dores na região que vai do pescoço até o cóccix, no final da coluna. A má notícia é que dessa legião de pessoas, 60% sequer contam com um diagnóstico para suas dores e, assim, não estão sendo adequadamente tratados.
A boa notícia, entretanto, é que 90% das dores crônicas na coluna podem ser tratadas por meio de procedimentos não cirúrgicos e protocolos de reabilitação adequados. Ou seja, é possível ser feliz e não sentir dor. E é baseado nesta estatística e utilizando os mais modernos e eficazes protocolos de tratamento que atua o Centro da Coluna CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo), um centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna, com uma bagagem de 30 anos de experiência em problemas músculo-esqueléticos.
– Atendemos das mais simples às mais complexas doenças na coluna vertebral que envolvem as regiões cervical, torácica, lombar ou sacral da coluna. Temos um atendimento especializado em coluna vertebral e dispomos de todos os recursos tecnológicos e protocolos para atendimento, em nossa própria clínica. Um exemplo são as duas piscinas climatizadas que dispomos para a prática de hidroterapia. Contamos também com estúdio de Pilates, as mais diversas técnicas de fisioterapia, acupuntura, RPG e aparelhos modernos, como raio-x digital, tudo concentrado na própria clínica. Assim, podemos oferecer um atendimento global, sempre com orientação de médicos reumatologistas e fisiatras – explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.
Segundo o médico, um diagnóstico preciso é o primeiro ponto para um tratamento de sucesso. O CREB conta com uma equipe multidisciplinar, o que oferece mais dinamismo ao tratamento proposto. O Centro da Coluna CREB conta com profissionais extremamente experientes e especializados, que trabalham em conjunto, como reumatologistas, fisiatras, ortopedistas e fisioterapeutas. “O paciente recebe um atendimento individual e tem todo o acompanhamento em seu tratamento, que é realizado na própria clínica. Os resultados são mais efetivos, mesmo porque o controle é maior”, garante o Dr. Haim Maleh.
– Os problemas da coluna vertebral têm em comum a dor, o desconforto, a sensação de queimação ou dormência, formigamento nos braços e mãos ou membros inferiores, tonteira, zumbido no ouvido ou mesmo lacrimejamento. Esses são sintomas comuns, que podem ter várias causas, como posturais, metabólicas, inflamatórias, infecciosas, emocionais e tumorais que podem ser por doenças da própria coluna ou por metástase de outros órgãos. É fundamental, portanto, uma avaliação médica e um diagnóstico correto para instituir o tratamento. Esse é o nosso objetivo, um correto diagnóstico para podermos orientar e tratar corretamente, facilitando o sucesso no tratamento e o bem estar do paciente – explica ele.
O Centro da Coluna CREB utiliza os mais moderno e eficientes protocolos e procedimentos não-cirúrgicos para o tratamento de problemas da coluna. “A dor é um sinal de alerta emitido pelo nosso corpo. E quanto mais rápido o paciente for tratado, mais fácil será alcançar sucesso no tratamento, e em menos tempo. “A perda de tônus muscular secundário ao sedentarismo, má postura e obesidade podem fazer uma pressão muito grande sobre a coluna vertebral, ocasionando os mais variados tipos de lesões. Atletas e praticantes amadores de esportes também podem sentir dores, muitas vezes após a realização de exercícios em excesso ou mal praticados. Somente um especialista poderá dar um diagnóstico preciso”, diz o Dr. Haim Maleh, lembrando que são sinais de alarme para dores nas costas febre sem motivo aparente, fraqueza muscular, anestesia ou dormência na face interna das coxas, dor do joelho até o tornozelo e dores noturnas que não melhoram mesmo com repouso.
– A lombalgia é, em países industrializados, a principal causa de incapacidade em pessoas com menos de 45anos. Estima-se que de 5 a 10% das causas de afastamento do trabalho provém de pacientes com lombalgia. Os números realmente são alarmantes e o pior é que muitas vezes a pessoa acha que são dores passageiras e não busca orientação médica. Mas essa pequena dor pode se transformar em um problema crônico. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista – finaliza o Dr Haim Maleh.
Chikungunya pode ser gatilho para doenças reumáticas
Após a fase aguda, as dores podem permanecer e evoluir para um quadro de artrite, um tipo de reumatismo muito comum.
Não se fala em outra coisa, senão sobre a pandemia do novo coronavírus, mas há outras questões sobre saúde que continuam em pauta e são muito importantes. Uma delas, que tanto mobilizou os brasileiros há tão pouco tempo, ainda merece toda a atenção: os efeitos da Chikungunya.
“Muitos pacientes acometidos pela doença se queixavam de fortes dores nas articulações e mesmo corretamente medicados não se livraram deste incômodo. Em geral, as dores são nas mãos, nos punhos, nos pés e nos tornozelos, e muitas vezes a dor é tamanha que traz a incapacidade para o desempenho de atividades cotidianas”, alerta a reumatologista Liseth Acochiri Gutierrez, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
As dores provocadas pela Chikungunya podem durar mais tempo
A Dra. Liseth pontua que é muito comum a fase aguda da doença durar em torno de dez dias, com quadro de febre, em torno de 38 graus, dores articulares e sensação de inchaço. “Após este período, as dores podem permanecer e evoluir para um quadro de artrite, um tipo de reumatismo muito comum. Em geral, estas dores articulares podem durar por três meses, mas há muitos casos que a dor se prolonga. A chikungunya pode ser um gatilho para doenças reumáticas inflamatórias crônicas, como a artrite reumatoide, principalmente em pacientes com mais de 60 anos e que já tenham predisposição genética”, alerta a reumatologista do CREB.
Segundo ela, um acompanhamento de um reumatologista é fundamental para pacientes que tiveram ou são acometidos pela chikungunya. “Muitas vezes, as dores são intensas, incomodam bastante e podem até provocar limitações. É preciso iniciar um tratamento medicamentoso e fisioterápico. O reumatologista também vai se certificar que o quadro não evoluiu para uma doença reumática. A fisioterapia é muito recomendada, diria essencial, pois combate a dor e devolve a mobilidade do paciente”, explica a Dra. Liseth.
“É muito comum que aqueles que foram acometidos pela doença também sintam dores fortes e incapacitantes nas articulações dos membros superiores e inferiores, com presença de edema e sensação de dormência nas extremidades. A chikungunya pode, sim, ser um gatilho para o reumatismo, e precisamos estar alertas para essa possibilidade. Também é importante ressaltar que a doença ainda acomete as pessoas, não deixou de existir”, alerta a reumatologista do CREB.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619