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Contra a dor, caminhe

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Não é segredo que praticar exercícios físicos regularmente contribui para uma melhor qualidade de vida. Mas novos estudos indicam que dores nos músculos e nos ossos podem ser combatidos com exercícios. Até quem não gosta de malhar pode investir na caminhada: uma excelente opção de atividade de baixo impacto que pode ser adotada pela maioria das pessoas, inclusive da terceira idade, para combater a dor.

Mais de 300 doenças afetam os ossos e os músculos, como a fibromialgia, a osteoporose, a lombalgia, a osteoartrite, entre tantas outras. Caminhar está ao alcance de qualquer um e não depende de grandes investimentos. Além de ganhar condicionamento físico, a pessoa já sente a intensidade das dores reduzida nas primeiras caminhadas.

No início, a caminhada pode ter intensidade moderada e, com o tempo, os exercícios podem ser intensificados. Já tempo e distância dependem do condicionamento físico de cada pessoa.

Muitas pessoas se adaptam rapidamente à caminhada e melhoram significativamente após o início desta prática. É comum a pessoa sair para caminhar com algum desconforto e voltar sem dor alguma – afirma o médico do CREB.

Segundo ele, os movimentos provocados pela caminhada aumentam os níveis de endorfina no sangue. Assim, a percepção da dor diminui. Já o alongamento e o relaxamento da musculatura aliviam a tensão no local e a dor desaparece. Além disso, qualquer exercício ajuda a fortalecer os músculos para que trabalhem melhor na sustentação dos ossos. Os movimentos melhoram o funcionamento das articulações e aumentam a lubrificação nas cartilagens, aliviando dores nos ossos.


Exercícios regulares são fundamentais para combater a osteoporose

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Caracterizada pela perda de massa óssea e enfraquecimento dos ossos, a Osteoporose torna as pessoas mais vulneráveis a fraturas, especialmente no punho, no quadril e na coluna. O tratamento da osteoporose prevê uma alimentação rica em cálcio, prescrição de medicamentos e a prática de exercícios físicos regulares. “Se a pessoa tem a tendência de ter a doença, não poderá evitá-la. Mas poderá retardá-la, buscando uma melhor qualidade de vida. Realizar exercícios físicos regularmente, tomar sol sempre e buscar uma dieta rica em cálcio são atitudes fundamentais na prevenção. Realizar um exame chamado densitometria óssea também ajuda muito em um tratamento de prevenção”, alerta Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. A seguir, preparamos um guia de exercícios físicos que, praticados regularmente, ajudam na resistência dos ossos:

1. Caminhada

É a melhor forma de aquecimento para as atividades físicas. O ideal é praticá-la ao ar livre, pois o organismo sintetiza vitamina D e absorve cálcio no contato com o sol.

Caminhe movimentando os braços para cima e para baixo.

 

 

Movimento os braços para os lados, levantando-os até a altura do ombro.

 

 

 

Levante bem as pernas, como se você estivesse marchando, mas de forma delicada, evitando impactos.

 

 

2. Alongamento

Busque ficar o mais reto possível. Encoste o primeiro braço nas costas, passando-o ao lado da cabeça, e o outro braço, pela cintura, até alcançar as costas. Faça o mesmo mudando os braços. Repita o movimento 10 vezes para cada lado.

 

 

 

Estenda os braços e junte as mãos acima da cabeça, voltando à posição normal. Agora junte as mãos atrás das costas. Repita 10 vezes.

 

 

 

Estique a perna que será alongada para trás e leve o corpo para frente. Faça um apoio com os braços na perna que estiver à frente. Inverta os lados.

 

 

3. Exercício para a coluna

Mantenha os braços rentes ao corpo e incline o tronco para um lado e para o outro. As mãos não devem ultrapassar a altura dos joelhos. Coloque os braços para trás do corpo, abrindo e fechando-os vagarosamente.

 

 

 

4. Exercício para o punho

Com a palma da mão para baixo, dobre e estique os punhos. Repita o mesmo movimento com as palmas das mãos para cima. Abra e feche os dedos das mãos com força.

 

 

5. Exercícios para o joelho, tornozelo e quadril

Certifique-se que está em um local fixo e bem firme. De pé, abra uma das pernas para o lado, cruzando na frente e, depois, atrás. Troque a perna.

  

 

 

Dobre bem uma das pernas para trás, na direção das nádegas. Troque a perna.

 

 

Estique a perna e gire o pé para dentro e para fora. Troque de perna.

 

 

Fique de pé, na ponta dos calcanhares e, depois, na ponta dos pés.

 


Reumatologista do CREB explica como tratar a osteoporose

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Reumatologista do CREB explica como tratar a osteoporose

A OMS (Organização Mundial de Saúde) define a osteoporose da seguinte forma: “Doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da micro arquitetura do tecido ósseo com consequente aumento a fragilidade e susceptibilidade à fratura”. Segundo a entidade, trata-se da principal doença óssea metabólica e um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A osteoporose não tem cura, é considerada uma doença silenciosa porque em geral aparece apenas quando há uma fatura e, por isso, é muito fundamental tratá-la o quanto antes.

Segundo o reumatologista Victor Berçot, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo – a estratégia para combater a osteoporose passa por quatro atitudes fundamentais. A primeira delas, diz o médico, é melhorar a dieta.

  • Uma dieta rica em cálcio e vitamina D é importante para a manutenção de ossos saudáveis. Boas fontes de cálcio estão principalmente nos produtos derivados de leite. Além disso, os suplementos artificiais de cálcio e vitamina D podem ajudar a garantir que essa suplementação seja atendida nos indivíduos que não toleram o consumo de desse tipo de alimento. A vitamina D desempenha um papel importante na absorção de cálcio e na saúde óssea. É sintetizado na pele por meio da exposição à luz solar. Enquanto muitas pessoas conseguem obter vitamina D suficiente, em idosos isso não acontece pois tem uma absorção diminuída de vitamina D pela pele. Esses indivíduos podem precisar de suplementos de vitamina D para garantir uma ingestão diária adequada.

Outro ponto fundamental é a prática regular de exercício físico. O Dr. Victor explica que como o músculo, o osso é um tecido vivo que responde ao exercício, tornando-se mais forte. Ele pontua que o melhor exercício para os ossos é o exercício de sustentação de peso que força o corpo a trabalhar contra a gravidade, e cita como bons exemplos de atividade física caminhadas, subir escadas, levantamento de peso e dança. Segundo o médico do CREB, exercícios regulares podem ajudar a prevenir a perda óssea, além de proporcionar muitos outros benefícios à saúde.

O terceiro ponto fundamental para tratamento da doença é não fumar e beber apenas moderadamente. Ele ressalta que fumar faz mal aos ossos, ao coração e aos pulmões, e que mulheres que fumam tendem a passar pela menopausa mais cedo, desencadeando uma perda óssea mais precoce. Além disso, destaca, os fumantes podem absorver menos cálcio em suas dietas.

  • O álcool também pode afetar negativamente a saúde óssea. Aqueles que bebem muito são mais propensos à perda e fratura óssea, devido à má nutrição e ao aumento do risco de queda – relata.

Por último, o Dr. Victor indica a realização do exame chamado densitometria óssea:

  • Testes especializados, tais como densidade mineral óssea (DMO), medem a densidade óssea em vários locais do corpo. Esse teste pode detectar a osteoporose antes que uma fratura ocorra e pode ajudar a prever as chances de futuras fraturas. Converse com seu médico sobre exames regulares de densidade óssea – finaliza ele.


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