Curso sobre tratamento de Trigger Points no CREB foi um sucesso
Tratamento de Trigger Points para dor miofascial
Foi um sucesso o 1º Curso Teórico-Prático Sobre Tratamento de Trigger Points (para dor miofascial) por Ondas de Choque, realizado no dia 5 de dezembro, no auditório do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e FIsioterapia.
Ministrado pelo fisiatra Antônio Neto, com médicos vindos das mais variadas cidades brasileiras, esse foi o primeiro curso sobre o tema realizado no Brasil, já tendo acontecido em outros países com excelentes resultados.
Osteoporose acomete 10 milhões de pessoas no Brasil
Osteoporose acomete 10 milhões de pessoas no Brasil
A osteoporose é uma patologia extremamente prevalente no mundo. Estima-se que 200 milhões de pessoas apresentam esta doença (só no Brasil são 10 milhões de pacientes acometidos). Nos Estados Unidos, por exemplo, são contabilizadas anualmente duas milhões de fraturas, levando a diminuição da qualidade e expectativa de vida do indivíduo. Soma -se aos indicadores epidemiológicos o protagonismo nos casos de fraturas patológicas do idoso.
“Os fatores de riscos são, em sua grande maioria, modificáveis, como, por exemplo, tabagismo, sedentarismo, história familiar, falta de exposição ao sol. O ortopedista é um profissional importante neste cenário, podendo atuar na prevenção, diagnóstico e tratamento”, afirma o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Prevenção da osteoporose
O Dr. Bruno diz que para a prevenção da doença a orientação é prática regular de atividade física, inventário do cálcio na dieta, exposição ao sol e dinâmica diária para evitar quedas da própria altura. Ele pontua que há um exame, disponível no CREB, chamado densitometria óssea, que é utilizado para diagnóstico da doença (ao lado da história clínica e avaliação do paciente). “Além da orientação preventiva e o diagnóstico precoce, o médico pode ainda lançar mão de reposição de vitaminas e minerais, medicações antirreabsortivas, terapia hormonal e periodização de exercícios físicos”, complementa ele.
Fratura aumenta o risco de morte em idosos
Um estudo da Universidade de Sidney, na Austrália, que avalia o risco de morte prematura em idosos que sofreram algum tipo de fratura foi apresentado no Congresso Anual do Colégio Americano de Reumatologia (American College of Rheumatology- ACR) real...
Um estudo da Universidade de Sidney, na Austrália, que avalia o risco de morte prematura em idosos que sofreram algum tipo de fratura foi apresentado no Congresso Anual do Colégio Americano de Reumatologia (American College of Rheumatology- ACR) realizado em novembro de 2015, em São Francisco, nos Estados Unidos. Essa apresentação contou com a participação do professor de Reumatologia da UFRJ e coordenador de Reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Haim Maleh.
Hoje, sabe- se que a taxa de mortalidade dobra tanto em homens quanto em mulheres que sofreram fratura do cólo de fêmur. O estudo avaliou registros médicos de nada menos do que 238.763 pacientes, incluindo homens e mulheres idosos entre os anos de 2006 e 2008, sendo observado um aumento no risco de morte , incluindo também fraturas de outras partes do corpo, como mão e pés, concluindo-se que o risco de queda deve ser uma preocupação na avaliação dos pacientes.
“A osteoporose é uma doença caracterizada pela perda de massa óssea e risco de fratura, acometendo mulheres na pós menopausa e homens após 65 anos de idade. A prevenção de uma fratura baseia-se no diagnóstico e tratamento adequado da doença. A avaliação da marcha e do equilíbrio torna-se fundamental nesses pacientes, para ajudar a diminuir a possibilidade de queda e para isso usamos, no CREB, a Baropodometria Dinâmica Computadorizada um exame que permite identificar alterações da marcha e do equilíbrio e orientar a sua correção. Embora o tratamento deva ser individualizado, no CREB, temos protocolos de tratamento para osteoporose e prevenção de fraturas. Procure o seu médico Reumatologista ou Fisiatra para uma avaliação e orientação. É possível tratar e prevenir”, afirma o Dr. Haim.
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