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Pacientes com Chikungunya devem fazer fisioterapia

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Pacientes com Chikungunya devem fazer fisioterapia

As estatísticas apontam que mais de 90% dos pacientes no início da chikungunya têm febre de início repentino, fadiga, cefaleia e, finalmente, dores nas articulações das mãos, punhos, joelhos e tornozelos. Também é muito comum que os acometidos pela doença também sintam dores intensas nas articulações dos membros superiores e inferiores extremamente incapacitantes, com presença de emeda e sensação de dormência nas extremidades.

Segundo o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a persistência da dor articular é uma das principais queixas dos pacientes.

  • Depois de dois meses de início da chikungunya, pacientes podem manifestar um quadro de artrite, o que têm sido observado pelos médicos que atendem pessoas acometidas pela doença, que reclamam, mesmo após a fase aguda da chikungunya, de dificuldades para andar e inflamação das juntas das mãos e pés, por exemplo. A doença pode funcionar como um gatilho no sistema imunológico. Isso justificaria o quadro inflamatório nas articulações e a baixa resposta aos analgésicos – afirma ele.

O Dr. Haim ressalta que a utilização da fisioterapia é muito importante nesse momento, porque ela combate e alivia a dor. “As dores podem ser intensas e prejudicar a qualidade de vida do paciente. Orientamos o início imediato de fisioterapia, que tem os devidos recursos para melhorar esse quadro de dor”, garante ele.


Ultrassonografia oferece vantagens sobre outros exames de imagem

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Ultrassonografia oferece vantagens sobre outros exames de imagem

É muito comum que seu médico peça uma exame de imagem durante a investigação de dores relacionadas ao sistema musculoesquelético, tais como ossos, músculos, cartilagens, tendões, ligamentos e articulações. Exames de imagem podem ajudar – e muito – ao médico descobrir a causa subjacente. Há vários exames de imagem que auxiliam o estudo dos problemas osteoarticulares, entre os quais raios-X, tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM) e a ultrassonografia (USG).

A ultrassonografia oferece algumas vantagens sobre os demais exames, aponta o Dr. Estevão Vargas, médico radiologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Esse exame geralmente é indicado para investigação de problemas nos tendões, ligamentos e bursas, bem como para avaliação de artrite e lesões musculares.

  • Trata-se de um exame não invasivo, isento de radiação e capaz de identificar a localização da dor de um paciente e correlacioná-la a um problema com uma estrutura específica naquele local. O ultrassom também permite uma avaliação dinâmica do problema, ou seja, serve para avaliar o que acontece com a estrutura osteoarticular durante o movimento, o que geralmente não é possível com outros exames de imagem – explica o médico do CREB.

Segundo ele, a ultrassonografia também é utilizada usado para orientar a infiltração de medicamentos nos tendões e articulações, tal como o corticosteroide ,garantindo que a agulha seja colocada no local correto.

  • No caso das artrites, a ultrassonografia permite a visualização da inflamação dentro da articulação, no momento do exame, por meio de uma técnica chamada Powerdoppler. Isso permite diferenciar outros possíveis problemas não inflamatórios que podem acometer as articulações. É um exame útil para o diagnóstico e acompanhamento das principais causas de artrite, dentre elas artrite reumatóide, artrite psoriásica, artrite juvenil e artrite pós-chikungunya – pontua o Dr. Estevão.

Reumatologistas do CREB participam do Congresso Brasileiro de Reumatologia

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Reumatologistas do CREB participam do Congresso Brasileiro de Reumatologia

Os reumatologistas Haim Maleh, Liseth Acochiri Gutierrez, Eduardo Sadigurschi e Sebastião Carlos Ferreira da Silva, todos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – participaram do 36º Congresso Brasileiro de Reumatologia, que aconteceu em Fortaleza, no Ceará, de 4 a 7 de setembro.

Entre os principais temas discutidos no evento, destacam-se, entre outros, “As principais semelhanças e diferenças entre adultos e crianças com doenças reumáticas”, “Manifestações extra-articulares nas espondiloartrites” e “Drogas e doenças reumatológicas na gravidez”.

O CREB considera a participação em eventos como esse fundamental para atualização dos conhecimentos, critérios diagnósticos e protocolos de tratamento, oferecendo, assim, o que há de mais moderno e atual para seus pacientes. “O Congresso de Reumatologia foi um grande evento, que reuniu médicos, pesquisadores e palestrantes nacionais e internacionais, com finalidade científica, acadêmica e social”, pontuou a Dra. Liseth (foto). Após o evento, os médicos participantes repassaram aos demais colegas da clínica as novidades do congresso.



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