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Fibromialgia: acupuntura atua sobre a dor, o cansaço e a ansiedade

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Utilizada milenarmente pela medicina oriental, cada vez mais presente na medicina oriental nos dias de hoje, a acupuntura traz principalmente alívio para as dores das mais diversas doenças. No caso da fibromialgia, também melhora significativamente o...

Utilizada milenarmente pela medicina oriental, cada vez mais presente na medicina oriental nos dias de hoje, a acupuntura traz principalmente alívio para as dores das mais diversas doenças. No caso da fibromialgia, também melhora significativamente os sintomas da ansiedade e da fadiga, tão presentes entre os que são acometidos pela doença e que alteram muito sua qualidade de vida.

Foi o que ficou comprovado em um estudo realizado por pesquisadores da Mayo Clinic, a partir de uma pesquisa com 50 pacientes com fibromialgia, segundo critérios do American College of Rheumatology, que já haviam tentado tratamentos conservadores, incluindo a ingestão de suplementos dietéticos e ervas. O grupo tratado com acupuntura apresentou uma melhora considerável. Muitos pacientes inclusive disseram que se sentiram relaxados imediatamente após a sessão de acupuntura.

– Dois por cento da população mundial, principalmente mulheres, sofrem de fibromialgia. Essa doença pode afetar gravemente a qualidade de vida do paciente, principalmente quanto ao quadro de dor, muito comum nesses casos. A acupuntura alivia as dores e a pesquisa mostra que vai além, trazendo benefícios sobre a ansiedade e o cansaço.

Protocolos de tratamento incluem a acupuntura e a hidroterapia

Temos, no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – protocolos de tratamento que incluem a acupuntura, e também a hidroterapia, que traz excelentes resultados quando associada ao tratamento – explica o reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB.


Médico deve orientar sobre o uso de andadores e bengalas

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Pessoas da terceira idade, principalmente, mas jovens e adultos também, muitas vezes precisam da utilização de bengala ou andador, para ajudar na locomoção, alterada por algum motivo de saúde.

A verdade é que a bengala e o andador muitas vezes são fundamentais, para que a pessoa possa se locomover com segurança, atenuando os riscos de uma queda.

Mais de 40 mil lesões ocorrem por ano, por conta desses dispositivos

Mas é preciso ter cuidado! O Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, nos Estados Unidos, promoveu uma ampla pesquisa e chegou ao seguinte número: mais de 40 mil lesões ocorrem por ano, por conta desses dispositivos que deveriam ajudar as pessoas no dia-a-dia.

O Centro de Controle de Doenças fez uma pesquisa em 66 serviços de emergência dos Estados Unidos e chegou a conclusão de que embora as quedas associadas à bengalas e andadores sejam uma pequena fração do número de acidentes, tendem a ser mais graves. Os pesquisadores contabilizaram que das vítimas de quedas com bengalas e andadores, 33% precisaram ficar internadas. Também ficou comprovado que as mulheres têm uma chance quase duas vezes maior de sofrer esse tipo de acidente.

“Quando for indicado o uso de bengala ou andador, o paciente deve ser devidamente orientado pelo médico sobre o uso daquele apoio. E também é preciso entender que há um período de adaptação, que merece maior atenção da pessoa que estiver usando a bengala e o andador. A família também pode dar apoio, ficando atenta. No caso de idosos, é preciso ter certos cuidados em casa, como evitar tapetes, não usar sapatos com solas escorregadias, tomar cuidado com fios soltos e sempre contar com iluminação noturna de apoio. Há quadros de lesões e as mais frequentes atingem o tórax, a coluna dorsal e lombar, seguidas das lesões na cabeça. É preciso estar muito atento”, explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – Haim Maleh, também professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.


Hérnia de disco tem tratamento, que dispensa a cirurgia

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Uma das principais doenças da coluna, que mais leva pacientes aos consultórios médicos, é a hérnia de disco. Os pacientes se queixam de dor na coluna, seja na região lombar ou cervical, dor esta que pode se irradiar para os membros inferiores ou supe...

Uma das principais doenças da coluna, que mais leva pacientes aos consultórios médicos, é a hérnia de disco. Os pacientes se queixam de dor na coluna, seja na região lombar ou cervical, dor esta que pode se irradiar para os membros inferiores ou superiores, muitas vezes com sensação de formigamento, queimação, sensação de edema, fraqueza muscular, alteração da mobilidade e até incapacidade temporária.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), de cada dez pessoas em todo o mundo, oito têm, tiveram ou terão dores nas costas. “O disco intervertebral tem com uma camada externa, conhecida como anel fibroso, e um núcleo gelatinoso. Esse conjunto tem a função de absorver as cargas geradas na coluna e aumentar nossa capacidade de movimentação. Mas ao longo dos anos, esse disco se torna mais vulnerável a rupturas e o anel fibroso perde sua elasticidade. Movimentos bruscos ou vícios posturais deslocam o núcleo contra o anel fibroso e muitas vezes o rompem, dando origem à hérnia de disco”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo.

A hérnia de disco na espinha lombar é mais comum

A hérnia de disco pode causar sintomas diferentes e variados, dependendo de onde ela acontece. A hérnia de disco na espinha cervical são menos comuns do que na porção lombar da coluna porque há menos material de disco e muito menos força aplicada ao disco na área cervical em comparação com a porção lombar. “Nesse caso, geralmente envolverá alguma compressão ou impacto do nervo. A compressão no nível de disco pode contribuir para a dor regionalizada, dor no ombro ou fraqueza muscular no braço, mas também pode causar entorpecimento nos dedos, força de aperto enfraquecida ou dor que irradia o braço”, explica o Dr. Marcio. Segundo ele, a hérnia de disco na espinha lombar é mais comum e que irradiam para a perna, podendo gerar fraqueza nas pernas e atrapalhar a marcha. Nota-se também entorpecimento nos pés. Um problema muito grave a partir de uma hérnia de disco na coluna lombar é a incapacidade de manter ou liberar urina”, relata ele.

Mas a boa notícia é que há tratamento, e que na maioria das vezes não é necessária a cirurgia. Além de medicamentos específicos, o médico poderá, caso necessário, receitar fisioterapia. “No CREB seguimos protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, RPG e Pilates terapêutico, o que nos têm apresentado resultados muito bons”, pontua o Dr. Marcio. “A hérnia de disco se intensifica após os 50 anos mas está longe de ser um problema apenas da terceira idade. Pessoas sedentárias, com sobrepeso, que passam o dia sentados diante do computador, ou em pé, em uma loja, por exemplo, são sérios candidatos a uma hérnia de disco. Ao menor sinal de dor nas costas, um especialista deve ser consultado”, finaliza ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619