Viscossuplementação pode ser um ótimo tratamento para a artrose
A incidência da artrose vem aumentando cada vez mais e acomete a maioria dos indivíduos acima de 50 anos. Esse quadro é fruto do envelhecimento da população mundial, ou seja, acontece em todos os continentes. Por isso, o tema merece total atenção dos...
A incidência da artrose vem aumentando cada vez mais e acomete a maioria dos indivíduos acima de 50 anos. Esse quadro é fruto do envelhecimento da população mundial, ou seja, acontece em todos os continentes. Por isso, o tema merece total atenção dos especialistas e ao menor sinal de dor, crepitação, edema e redução de movimento o médico ortopedista, reumatologista ou fisiatra deve ser procurado.
A artrose é a degeneração progressiva das articulações. Os principais fatores relacionados à artrose são a idade (praticamente 100% das pessoas aos 90 anos têm artrose), a sobrecarga mecânica das articulações e após traumas ou cirurgias, como, por exemplo, fatura do joelho, o que é muito comum.
Há uma boa notícia, porém. Os tratamentos estão cada vez mais avançados e com ótimos resultados, permitindo ao paciente a recuperação da qualidade de vida perdida. A viscossuplementação pode ser uma excelente alternativa para tratar a artrose. A viscossuplementação é um tratamento utilizado para reposição de fluídos nas articulações com desgaste. É como colocar uma espécie de lubrificante entre as estruturas ósseas e cartilaginosas das articulações, para que diminua o impacto e a dor. Os viscossuplementos são produtos compostos basicamente de ácido hialurônico, um dos principais componentes do líquido sinovial do joelho normal. Ao ser aplicado na articulação, melhora a pressão intra-articular, amortece os impactos e lubrifica, gerando alívio da dor e melhora do movimento, diminuindo a sensação de rigidez. A viscossuplementação é feita por médico especialista, em consultório.
Lombalgia é a doença que mais produz afastamentos do trabalho
Quem de nós já não sentiu alguma dor nas costas? Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 85% da população mundial teve, tem ou terá algum tipo de dor nas costas. A lombalgia é a principal causa de afastamento do trabalhador de seu emprego, atin...
Quem de nós já não sentiu alguma dor nas costas? Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 85% da população mundial teve, tem ou terá algum tipo de dor nas costas. A lombalgia é a principal causa de afastamento do trabalhador de seu emprego, atingindo mais de 100 mil pessoas, por ano, no Brasil.
“Não é nada incomum sentirmos algum tipo de dor nas costas. Mas na maior parte das vezes, a pessoa acredita que é um problema passageiro, fruto de uma noite mal dormida ou um movimento mal feito, toma um analgésico e acha que está tudo bem. Isso é um erro. Um médico especialista deve ser consultado, porque essa dor pode indicar um problema maior. Pode ser uma inflamação, uma infecção, hérnia de disco, alguma doença abdominal ou pulmonar ou mesmo uma artrose. Quanto mais cedo tratarmos, melhor resultado alcançaremos”, garante o Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
As dores nas costas perdem apenas para dores de cabeça
As dores nas costas perdem apenas para dores de cabeça. Os sintomas da lombalgia são dores ou sensação de peso, de queimação na região lombar, ou próximo das nádegas, podendo irradiar para as pernas.
Segundo o Dr. Haim, a lombalgia agora é mais comuns em jovens, aparecendo, geralmente, após um esforço físico exagerado. A lombalgia crônica, por sua vez, é mais longa e mais comum entre pessoas com mais idade. Para cada caso há um tratamento específico, que pode incluir hidroterapia, RPG e Pilates, além de acupuntura para alívio da dor. “As dores podem ser persistentes e atrapalhar o dia a dia do paciente. Mas há tratamento, que devolve a qualidade de vida perdida”, afirma ele.
Dores na coluna estão entre as principais causas do afastamento do trabalho
Doenças da coluna estão entre as principais causas de afastamento do trabalho no Brasil.
Na maior parte das vezes, os danos à coluna dos trabalhadores estão ligados à quantidade excessiva de peso levantado ou à forma como os profissionais desempenham essa tarefa. Tal situação se repete mundo afora e os números falam por si: segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS – 85% da população mundial já tiveram, têm ou terão dor de coluna. Estudos científicos garantem que pessoas entre 30 e 50 anos são as que têm a maior probabilidade de sofrer dores na coluna.
Segundo Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, o vilão da estória não é apenas o peso excessivo que as pessoas carregam no dia a dia. Vícios de má postura, falta de exercício físico, obesidade e falta de consciência postural são os motivos que levam à problemas na coluna.
Ele confirma que a faixa etária mais atingida é entre 30 e 50 anos. “De fato, pessoas nesta faixa etária apresentam mais regularmente dores na coluna. As exigências sociais e profissionais de uma pessoa entre 30 e 50 anos são mais intensas. Nesta faixa etária, muitas vezes a atividade física é menor, às vezes nem existe, e há tendência para aumento de peso”, explica.
O Dr. Haim diz que ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista. “Quanto antes cuidarmos da saúde da coluna, mais fácil será o tratamento. Não há dúvidas do mal que a má postura produz à coluna vertebral. As pessoas precisam se conscientizar da sua postura, no dia-a-dia. Muitas vezes sentimos dores nas costas e não damos muita importância a isso, acreditando se tratar de uma dor fruto de um esforço ou uma noite mal dormida. É muito importante procurar um médico, pois um pequeno problema pode se transformar em um problema mais sério. O reumatologista ou o fisiatra poderá fazer uma avaliação correta e indicar o melhor tratamento”, afirma, pontuando que uma ótima recomendação é a prática de hidroterapia e do RPG – Reeducação Postural Global, que oferece à pessoa a consciência e prática de uma postura correta.
– É fundamental o diagnosticar a causa da dor na coluna, que pode ser postural, degenerativa (artrose, discopatia, etc), inflamatória (espondilite reumatóide, doença inflamatória intestinal, etc), metabólica (osteoporose), tumoral por tumor primário da coluna ou metastático, ou mesmo emocional. O homem não é um “poste insensível” e sim uma pessoa com suas necessidades, carências, sentimentos e alma – finaliza ele.
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