CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Médico do CREB explica o que é artrite

Envie a um amigo:

Médico do CREB explica o que é artrite

A artrite é um termo genérico que se refere à inflamação que ocorre nas articulações do corpo, resultando em dor, inchaço, vermelhidão e restrição de mobilidade. Existem diferentes causas de artrite, desde doenças autoimunes, até quadros infecciosos e doenças metabólicas podem resultar num quadro de artrite.

  • Doenças autoimunes podem se manifestar por artrite. Nesses casos ocorre uma desregulação imunológica e formam-se anticorpos que atacam as articulações, resultando em inflamação.
  • Uma série de doenças autoimunes se manifestam com artrite, dentre elas a artrite reumatoide, lúpus, artrite psoriásica ou artrite da psoríase, dentre outras – explica o Dr. Sebastião Carlos Ferreira da Silva, reumatologista e especialista em medicina do exercício e do esporte do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, doenças metabólicas, caracterizadas pelo excesso de ácido úrico no organismo, podem desencadear artrite. Dentre elas, a gota, também chamada de artrite microcristalina, onde cristais de ácido úrico se depositam na articulação resultando em dor, calor e dema articular. Ele explica que muitas vezes a precipitação desses cristais é desencadeada por uma dieta rica em ácido úrico.

  • Doenças infecciosas também podem se manifestar por artrite, como é o caso da infecção pós chikungunya. Esse vírus, transmitido pelo mosquito transmissor da dengue, leva a uma quadro de inflamação articular, muitas vezes incapacitante.
  • Outras infecções podem também causar artrite, tais como a sífilis, hepatites e Aids – conclui o Dr. Sebastião.


Lar doce lar: tranquilidade e segurança para os moradores

Envie a um amigo:

As estatísticas são reveladoras: segundo pesquisas, mais de 75% das lesões em pessoas com mais de 60 anos acontecem dentro de suas próprias casas, sendo que 46% destes acidentes acontecem no trajeto entre o banheiro e o quarto, principalmente à noite. E o vilão desta história – aliás, vilões – todo mundo conhece: um inocente tapete colorido solto no chão, iluminação inadequada, tomadas difíceis de se alcançar e móveis mal posicionados, entre tantos outros.

O “lar doce lar”, que deveria ser sinônimo de tranqüilidade e segurança para seus moradores, pode se transformar numa autêntica armadilha para pessoas da terceira idade. Com o passar dos anos, as quedas se tornam cada vez mais freqüentes e 25% das quedas são fatais em idosos e pacientes com osteoporose. Segundo a Coordenadoria de Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, a fratura do colo do fêmur é a conseqüência mais observada nas estatísticas das quedas de idosos.

Alguns cuidados ajudam – e muito – na prevenção de acidentes no lar. A casa precisa se adaptar ao morador idoso, trazendo-lhe segurança. Móveis com pontas, por exemplo, devem ser evitados. Prefira móveis com cantos arredondados mas se não for possível trocar aquela mesa de jantar antiga, que acompanha o morador há tantos anos, não há problemas: é fácil encontrar em lojas de construção, de artigos para crianças, entre outras, adaptadores de plástico, transformando a ponta em canto arredondado.

A iluminação da casa do idoso deve receber atenção especial. O ideal é instalar arandelas nas paredes, o que facilita a troca de lâmpadas. O importante é ter uma casa muito bem iluminada e, para isso, se for necessário, coloque abajur como apoio. Segundo os especialistas, é preciso evitar passar de um cômodo bem iluminado para outro mal iluminado. Especialistas indicam o uso de mini luminárias nas tomadas, para que haja alguma iluminação durante a noite, evitando o trajeto do quarto para o banheiro no escuro. Essas mini luminárias são acessas diretamente nas tomadas – e aí está um outro problema, muito comum: muitas vezes, as tomadas ficam escondidas e o acesso é difícil. Ao tentar conectar algum aparelho eletrônico, muitos idosos se acidentam. O ideal é adaptar tomadas em posições mais altas e visíveis.

A escolha das cores também influencia na segurança da casa. A melhor opção é por contrastes, principalmente na transição entre espaços – do quarto para o corredor, do corredor para a sala, da sala para a cozinha… Mas um dos maiores campeões de acidentes, sem dúvidas, é o tapete. Um simples tapete colocado na beira da cama pode causar um acidente sério, se aliado a um chão bem encerado e limpo, seja madeira ou piso frio. Também é muito fácil encontrar no mercado fitas dupla-face, especiais para prender o tapete ao chão.

Algumas dicas:

Banheiros:
• o assento deve ser ajustável para oferecer mais estabilidade
• banheira e box devem contar com barras de apoio ou corrimãos
• barras de apoio também devem ser utilizadas no banheiro, fora do box
• cabides de toalhas devem ficar próximas da pia e do chuveiro para evitar molhar o chão, tornando-o escorregadio.
• deve-se utilizar pisos e tapetes antiderrapantes, se possível com ventosa
• vaso sanitário mais elevado e alças de apoio
• é preciso testar a temperatura da água antes de entrar no Box ou banheira

Cozinha
• alarme para identificar vazamentos de gás. Fogões mais modernos já têm proteção contra vazamentos
• evite armários altos, principalmente para guardar objetos muito utilizados no dia-a-dia
• evite carregar peso, principalmente panelas pesadas e quentes
• mantenha os números de emergência (hospital, clínica, médico, ambulância) em local visível

Quarto
• a cama e o colchão devem alcançar a altura de 45 centímetros
• mantenha os números de emergência (hospital, médico, ambulância) em local visível, na mesinha de cabeceira
• tenha abajur ao lado da cama

Geral
• no caso de escadas, mantenha corrimão dos dois lados e os degraus não podem ter altura de mais de 15 centímetros
• tomadas em locais de fácil acesso
• ambientes muito bem iluminados
• móveis sem pontas, com cantos arredondados
• tapetes – quando necessários – bem fixados, com fita dupla face especial para esse uso
• se possível, use sensores de presença, que acendem a luz quando a pessoa se aproxima
• evite  guardar algo que é sempre usado no dia-a-dia em locais de difícil acesso, no alto de armários


Sarcopenia: o que é, sintomas e tratamentos

Envie a um amigo:

Muito comum em homens e mulheres, principalmente a partir dos 50 anos, a sarcopenia é caracterizada pela perda de massa muscular. “Trata-se de um processo natural do nosso corpo, quando há redução da quantidade e tamanho das fibras musculares, redução da atividade física e, ainda, redução de hormônios, como estrogênio e testosterona”, explica o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com o médico do CREB, a sarcopenia pode trazer perda da força, do desempenho físico e mesmo do equilíbrio. “Atividades simples e cotidianas, como caminhar, subir escadas ou se levantar da cama podem se tornar cansativas, e mesmo um problema para acometidos pela sarcopenia”, garante o Dr. Eduardo.

Como identificar a sarcopenia?

Atividades cotidianas, antes desenvolvidas com facilidade e de forma natural, podem se transformar em um problema, como uma caminhada até a padaria ou subir alguns lances de escada. “Quando a pessoa começa a ter problemas de desequilíbrio e dificuldade para caminhar e fazer atividades físicas, por conta do cansaço, por exemplo, podemos começar a desconfiar da sarcopenia, principalmente quando se tem mais de 50 anos. Quedas são mais frequentes, assim como a diminuição da resposta aos movimentos e até depressão são indicativos da doença”, alerta o reumatologista e fisiatra do CREB.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, em torno de 15% dos brasileiros são acometidos pela sarcopenia quando se fala na população com ao menos 60 anos. Quando se fala em pessoas com 80 ou mais anos, o índice chega a 46%. “É uma doença silenciosa, como a osteoporose. Muitas vezes, só aparece após uma queda, quando o paciente acaba por procurar um médico”, lamenta o Dr. Eduardo.

Como evitar perda de massa muscular

Evitar a perda de massa muscular é fundamental para a nossa qualidade de vida, principalmente depois dos 50 anos. De acordo com o médico do CREB, para evitar a sarcopenia é preciso praticar atividade física regularmente. “A musculação é excelente, mas a fisioterapia com foco em exercícios de fortalecimento (cinesioterapia) também pode ser uma ótima opção. Ambas as atividades respeitam o condicionamento de cada um”, pontua.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619