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Ortopedistas do CREB participam de simpósio sobre osteoartrite e sarcopenia

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Os ortopedistas Bruno Vargas e Carlomã Aguiar, ambos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participaram do BRASOS (Brazilian Symposium on Osteoaethrites and Sarcopenia), evento realizado no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro, de 2...

Os ortopedistas Bruno Vargas e Carlomã Aguiar, ambos do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participaram do BRASOS (Brazilian Symposium on Osteoaethrites and Sarcopenia), evento realizado no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro, de 27 a 29 de junho. O simpósio trouxe atualizações e guidelines sobre osteoartrite, osteoporose e sarcopenia. As apresentações enfatizaram o caráter multifacetário das doenças osteometabólicas  e de maneira prática exemplificaram modelos multidisciplinares para abordagem das síndromes. Além disso, o BRASOS apresentou novidades diagnósticas e evidencias científicas de intervenções minimamente invasivas e como essas ferramentas têm melhorado a qualidade de vida dos pacientes e, em muitos casos, evitando o manejo cirúrgico das patologias. ”Exercícios físicos também foram destacados como importantes aliados na prevenção e reabilitação da osteosarcopenia. Por fim, saímos com importantes fundamentos e atualizações no campo osteometabólico e com confiança de trabalhar em um centro como CREB, que nos dá um excelente suporte no plantel de profissionais multidisciplinares atualizados e em constante interação, recursos diagnósticos completos, apoio diferenciado no tratamento, além de contar com um parque de reabilitação moderno e eficaz”, disse o Dr. Bruno Vargas.


Quer saber se tem osteoporose? Faça o teste abaixo

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“A osteoporose é uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, somente quando ocorre uma fratura a pessoa vai ao médico e descobre ser portadora da doença. Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico...

“A osteoporose é uma doença silenciosa. Na maioria dos casos, somente quando ocorre uma fratura a pessoa vai ao médico e descobre ser portadora da doença. Esses números gigantescos de refraturas poderiam ser menores se as pessoas procurassem o médico regularmente e fizessem os exames necessários. A densitometria óssea, por exemplo, é um exame que indica a condição da osteoporose com dez anos de antecedência”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat, programa de prevenção da refratura da clínica.

Cada resposta positiva é um risco para a doença

Segundo ele, é fundamental que as pessoas conversem com seu médico sobre sua saúde óssea, homens e principalmente mulheres acima de 45 anos. O Dr. Bernardo propõe um teste, que leva apenas 2 minutos, para saber se a pessoa tem risco de ter a doença ou não. São 17 perguntas fáceis de responder. “Cada resposta positiva é um risco para a doença. Não significa que a pessoa seja acometida pela osteoporose, mas vale à penas procurar um especialista para conversar sobre o assunto”, explica ele.

A seguir, o teste proposto pelo médico do CREB:

1. Você tem 60 anos ou mais?
2. Já fraturou algum osso após uma simples queda depois de adulto?
3. Seus pais já foram diagnosticados com osteoporose, ou sofreram alguma fratura, especialmente de fêmur, após uma queda?
4. Seu pai ou a sua mãe têm ou tiveram cifose dorsal, mais conhecida como “corcunda”?
5. Você cai frequentemente (mais de uma vez no último ano) ou tem receio de cair devido à fraqueza?
6. Você perdeu mais de três centímetros de altura após os 50 anos de idade?
7. Está abaixo do peso?
8. Já fez uso de medicamentos a base de cortisona por mais de três meses consecutivos?
9. Já foi diagnosticado com artrite reumatoide?
10. Já foi diagnosticado com hipertireoidismo ou hiperparatireoidismo?
11. Entrou na menopausa antes dos 45 anos de idade?
12. Já sofreu de impotência ou perda da libido?
13. Você consome álcool mais de duas unidades por dia?
14. Você fuma ou já foi fumante?
15. Sua cota diária de exercícios é inferior a 30 minutos?
16. Você evita, não gosta ou é alérgico a leite e seus derivados?
17. Você fica menos de 10 minutos por dia ao ar livre, com parte de seu corpo exposto à luz solar?


Crochetagem é associada a RPG, acupuntura, hidroterapia e pilates, contra a dor localizada

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A crochetagem é um método fisioterapêutico para tratamento de dores do aparelho locomotor. O fisioterapeuta utiliza manobras com um gancho, e elimina as aderências sobre a pele. A técnica é muito utilizada, com sucesso, para eliminar dores localizada...

A crochetagem é um método fisioterapêutico para tratamento de dores do aparelho locomotor. O fisioterapeuta utiliza manobras com um gancho, e elimina as aderências sobre a pele.

A técnica é muito utilizada, com sucesso, para eliminar dores localizadas.

“A crochetagem é um método que busca a a liberação tecidual através da utilização do gancho realizando movimentos curtos de tração em um eixo paralelo à cicatriz por todo seu trajeto longitudinal, movimentos em um eixo perpendicular a cicatriz e também movimentos com início imediatamente após o bordo mais externo da cicatriz. Na verdade, ocorre um aumento da circulação sanguínea e circulação linfática. Isso traz alívio e atua diretamente sobre a dor, eliminando-a”, explica Handerson R. Neurer, coordenador do serviço de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A técnica é muito utilizada para eliminar dores localizadas; aderências fibrosas que limitam o movimento entre os planos de deslizamento tissulares; nos corpúsculos fibrosos (depósitos úricos ou de cálcio); e nas cicatrizes e hematomas, que geram progressivamente aderências entre os planos de deslizamento. “A técnica realizada nos trigger points (pontos de gatilho, de inibição) sugere um efeito reflexo, tendo indicações para aderências consecutivas a um traumatismo levando a um derrame tecidual, a aderências consecutivas a uma fibrose cicatricial cirúrgica, epicondilites, pubalgia, lombalgia. É indicado também para nevralgias”, diz ele.

O fisioterapeuta ressalta que no CREB essa técnica é associada a outros protocolos, como acupuntura, RPG, pilates terapêutico e hidroterapia, realizada em piscinas apropriadas para tal, o que oferece mais efetividade ao tratamento. “Na presença de uma dor localizada num local específico, o terapeuta inicia sua busca palpatória manual nas regiões afastadas do foco doloroso. Esta busca segue cadeias lesionais que estão em relação anatômica com a lesão. Esta concepção é importante para evitar o aumento da dor através do efeito rebote”, resume ele.



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