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Prevrefrat CREB é tema do 49º CBOT, em Goiânia

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O Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi um dos temas apresentados no maior e mais importante encontro de ortopedia do Brasil

O Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia – foi um dos temas apresentados no maior e mais importante encontro de ortopedia do Brasil, o 49º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia – CBOT – realizado de 16 a 18 de novembro, em Goiânia. Seu coordenador, o ortopedista Bernardo Stolnicki, apresentou no evento duas palestras, muito disputadas, uma sobre o tema tema Prevenção Secundária de Fraturas, e outra sobre Osteoporose nos Muito Idosos.

Em ambas as ocasiões, o Dr. Bernardo apresentou os excelentes resultados do Prevrefrat. Também participaram do congresso os ortopedistas do CREB Carlomã Câmara de Aguiar, Kenia Fernandes e Ian Almeida Fragalli.

O CREB estimula sua equipe médica a participar ativamente de congressos e encontros, em busca de atualização constante e troca de informações com os demais colegas médicos.

Os Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Com chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS, o Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia.


Uma noite mal dormida pode começar em um colchão inadequado

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Praticamente um terço das nossas vidas é dedicado ao sono.

As indústrias de colchão utilizam esse mote para nos convencer de que é preciso pensar no assunto, e eles estão certíssimos. Afinal, passar um terço de nossa vida sobre uma estrutura que faça mal à nossa coluna certamente pode nos trazer inúmeros problemas de saúde. Uma noite mal dormida traz mau humor, dor eventual na coluna, dor de cabeça e indisposição. Imagine isso acontecer continuamente…

Durante o sono, aumentamos a capacidade de produção de defesas e nutrientes.

“Enquanto dormimos, nosso corpo produz seratonina, substância P e melatonina. São substâncias que provocam bem-estar e agem como filtros do nosso organismo a situações de estresse e ansiedade. Enquanto dormimos, aumentamos nossa capacidade de produção de defesas e nutrientes para nosso corpo. Quem dorme bem tende a ter mais saúde”, garante o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Segundo ele, a partir do nosso nascimento até os cinco anos de idade, é durante o sono que as crianças crescem, entre 20 horas e 24 horas. A partir dos 10 anos, o mesmo acontece, mas entre 22 horas e 2 horas. A qualidade do sono mais uma vez é fundamental para a nossa saúde. “Precisamos de, em média, sete horas de um sono bom. Mas o mais importante não é o número de horas dormidas. Importante mesmo é a qualidade do sono. Seis horas de uma noite bem dormida é muito melhor que oito horas de uma noite mal dormida. Entre as 22 horas e 2 horas, atinge-se a maior profundidade do sono. Numa escala de 1 a 5, que são os níveis do sono, é nesta fase que se atinge a escala 5”, explica o médico do CREB.

É nesse contexto que o colchão merece uma maior atenção. O tradicional colchão ortopédico, duro, não é mais utilizado nem recomendado. Na verdade, segundo o Dr. Haim, não é a gente que tem que se moldar ao colchão, mas sim o contrário. “O colchão precisa ser firme porém macio. E adequado ao seu peso. Pode ser de espuma ou de molas, mas se for de molas que seja de molas individuais porque o colchão de molas com tela metálica não possibilita a distribuição homogênea do peso do casal”, orienta. “Se você não tem noites de sono reparador, deve consultar um especialista, pois isso é fundamental para sua saúde. Uma noite mal dormida pode começar no uso de um colchão inadequado”, finaliza ele.


Tratamentos para patologias da coluna vertebral

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A dor na coluna é uma doença complexa, gerada por fatores de risco, como traumas mecânicos, obesidade, tipo de ocupação, idade, entre outros.

“A atuação desses fatores sobre a estrutura que compõem a unidade anato-funcional do seguimento lombar pode provocar processos degenerativos que geram diversos sinais e sintomas. O número de doenças da coluna vertebral é muito amplo, porém o grupo principal de afecções está relacionada a posturas e movimentos corporais inadequados e as condições do trabalho capazes de produzir impacto a coluna.”, explica a fisioterapeuta Karine Coelho de Assis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, pontuando que a dor lombar é uma das causas mais frequentes de incapacidade.

Educar e orientar o paciente é fundamental

Por meio de uma avaliação criteriosa e específica (exames complementares), o médico e em seguida o fisioterapeuta são capazes de compreender a interferência de processos mecânicos na queixa relatada e propõem uma intervenção específica. Karine ressalta que educar e orientar o paciente é fundamental.

“O RPG (reeducação postural global) é uma terapia de correção dos distúrbios ortopédicos que acometem a coluna vertebral, Essa terapia tem como objetivo principal eliminar o agente causador (raiz do problema) que acomete a coluna vertebral e dessa forma verdadeiramente eliminar as dores na coluna vertebral”, avalia ela. “Já no pilates terapêutico, o tratamento dessas dores é multidirecional, focando inicialmente no alívio da dor e posteriormente no reforço muscular para manutenção e prevenção de problemas”, acrescenta.

Terapias para tratamento da coluna

Segundo Karine, na massoterapia se utiliza técnicas próprias, onde o principal objetivo é ativar a circulação do sangue e a linfática, fazendo aumentar a irrigação e relaxando a musculatura, causando a redução ou o fim das dores e combatendo a inflamação.

“Promove o equilíbrio da energia do corpo, atuando no sistema circulatório e nervoso proporcionando bem- estar, relaxando e acalmando os ossos e músculos, através do calor, tato e pressão; nutrindo o tecido muscular e o esqueleto, tornando mais fácil a absorção de hormônios e desintoxicando todos os músculos”, relata. Já a acupuntura “atua sobre os pontos meridianos referentes ao problema da dor da coluna e faz com que o cérebro libere hormônios reagentes a dor. O efeito da sessão é imediato, portanto uma excelente ferramenta para o tratamento”.

Outra opção de tratamento é o micro-ondas, que promove um calor profundo agindo na inflamação, promovendo assim analgesia e redução do quadro inflamatório. A hidroterapia também é uma excelente opção, pois, segundo Karine, “proporciona relaxamento, auxilia no fortalecimento da musculatura, proporciona amplitude de movimento. Na água, sentimos menos o impacto do peso corporal, isso dá maior liberdade para que grandes grupos musculares possam ser trabalhados com amplitude e direções diferentes das convencionais de forma segura”.

A fisioterapeuta do CREB destaca, ainda, que a eletroterapia é utilizada para produzir um movimento em ondas na forma de vibração mecânica, aumenta o metabolismo local, proporcionando um fluxo sanguíneo maior.

“Com isso a nutrição e regeneração tecidual apresentam uma significativa melhora e acontece a descompressão das terminações nervosas e liberação de aderências. O laser produz efeito analgésico e anti-inflamatório e ainda estimula as células e modula o tecido conjuntivo em processo de regeneração e cicatrização. O tens é usada para o alívio da dor em processos agudos ou crônicos”, conclui.



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