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Uso da toxina botulínica na reabilitação neurológica

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No dia 27 de novembro, quinta-feira, o Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo (CREB) promoverá a palestra “Aplicações e Indicações da Toxina Botulínica Tipo A em Reabilitação Neurológica”. O objetivo do evento, que contará com apresentações do neurologista Flávio H. R. Costa e da fisioterapeuta Patrícia Garcia Rocha, ambos do CREB, é discutir as contribuições da toxina botulínica tipo A para recuperar a qualidade de vida dos pacientes com distúrbios motores.

“A técnica de aplicação de Toxina Botulínica Tipo A já é considerada padrão ouro na reabilitação neurológica, mas deve vir sempre associada a um tratamento multidisciplinar”, explica o dr. Flávio, reforçando a importância do trabalho conjunto entre neurologista, ortopedista, fisiatra, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo e outros profissionais.

“O evento do dia 27 marca o início do uso da Toxina Botulínica Tipo A no CREB, que há 30 anos já oferece todo o tratamento multidisciplinar para a reabilitação motora”, comenta o dr. Arnaldo Libman, presidente e também médico do centro. A aplicação será disponibilizada, após avaliação e constatação da necessidade, aos portadores de espasticidade (aumento do tônus muscular), distonias (contração involuntária da musculatura), entre outras patologias, com cobertura de mais de 60 planos de saúde.

A palestra é gratuita e dirigida a médicos de todas as especialidades e fisioterapeutas.

Palestra “Aplicações e Indicações da Toxina Botulínica Tipo A em Reabilitação Neurológica”

Data: 27/11/08, quinta-feira

Horário: 19h30 (com coquetel de encerramento)

Local: CREB (auditório) – Rua Voluntários da Pátria, 408, Botafogo

Informações e inscrições gratuitas : (21) 3182-8282

* certificado para os participantes

Indicações Terapêuticas do  Toxina Botulínica Tipo A

A toxina botulínica do tipo A é indicada e aprovada pela Anvisa para o tratamento de pacientes com distúrbios do movimento, como espasticidade e distonia.

De acordo com o Ministério da Saúde, a espasticidade compromete 67% dos portadores de lesão medular, 75% dos pacientes com paralisia cerebral, 84% das pessoas com TCE, além de pacientes vítimas de AVC e esclerose múltipla. A distonia também afeta os pacientes com estas patologias. Os sintomas destes distúrbios variam desde uma leve contração até uma deformidade severa, que afeta a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.

Aprovado pela ANVISA para uso terapêutico, a Toxina Botulínica tipo A é considerada uma revolucionária opção pouco invasiva no tratamento dos portadores destes distúrbios. Aplicada diretamente nos músculos comprometidos, a toxina provoca um relaxamento e bloqueia a atividade motora involuntária, o que reduz a dor e aumenta a amplitude de movimento, favorecendo todo o trabalho de reabilitação e melhorando significativamente a qualidade de vida do paciente.

Sobre o CREB

Fundado há mais de 30 anos, o CREB oferece tratamentos de reumatologia, traumato-ortopedia e fisiatria – medicina física e reabilitação (fisioterapia), com o que há de mais moderno em tecnologia e técnicas médicas, além de conceituados especialistas comprometidos com a qualidade de vida dos pacientes.

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Fisioterapeuta do CREB diz que Bexiga Hiperativa tem tratamento

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De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS), a Síndrome da Bexiga Hiperativa é definida como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria.

Você sabia que mais de 30% das pessoas idosos com idade acima dos 75 anos sofrem da Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH)? Além de afetar diretamente a qualidade de vida do paciente, a BH pode causar ao idoso isolamento social, frustração, ansiedade e até mesmo depressão.

De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS), a Síndrome da Bexiga Hiperativa é definida como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. A pessoa acometida tem contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga.

O acometido sofre desconforto, urgência para urinar e até mesmo perda miccional. Essa doença pode ser causada por vários fatores, entre os quais a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática – explica o fisioterapeuta Handerson Meurer, gerente de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O tratamento da bexiga deve ser iniciado o quanto antes

Segundo o fisioterapeuta do CREB, a BH tem tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes. A fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. Não é invasiva e tem pouquíssimas contraindicações, proporcionando a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. O resultado é extremamente eficaz, pois leva a bexiga a contrair menos e traz ao paciente consciência do próprio corpo e o controle da micção – garante Handerson.


Dor no ombro

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Comecei a sentir dor no ombro depois de realizar um pequeno esforço. O problema piorou e a ultra-sonografia indicou “tendinite do supraespinhoso, com diminuta rotura parcial na inserção das fibras”. Qual é o tratamento? (RICARDO, Rio de Janeiro, RJ)

Queixas de dor no ombro com dificuldade de movimentos podem ser causadas por lesão no tendão. Se o tratamento clínico com cinesioterapia, eletroterapia, acupuntura e medicação não resolver, pode-se tentar, antes de indicar a cirurgia, a terapia de onda de choque. As ondas acústicas ajudam a aliviar a inflamação e a dor. Converse com o seu médico para saber mais sobre os tratamentos e esclarecer suas dúvidas.

RODRIGO KAZ, ortopedista da equipe da Universidade de Pittsburgh.

 

Publicado em  Jornal da Cidade.Net (Sergipe)

 

 



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