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Terapia por Ondas de Choque tem ótimos resultados para fasciíte plantar

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Muito comum em pessoas que trabalham o dia inteiro em pé e também em corredores e atletas que praticam atividades esportivas de alto impacto, a fasciíte plantar é uma inflamação de caráter crônico nos tendões da planta do pé, causada por erro na forma de pisar ou alteração do arco do pé (nos casos de pé cavo ou pé plano). Segundo o fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, participou d’Almeida, os sintomas são dor na região da sola do pé, muitas vezes com sensação de queimação, sendo que por vezes a dor é tão intensa que dificulta a caminhada..

“A fasciíte plantar provoca dores que podem se irradiar para toda a sola do pé, podendo se extender para a panturrilha, a conhecida batata da perna”, acrescenta o médico. Associada à sessões de fisioterapia e acupuntura, o que aumenta a possibilidade de melhor e sucesso do tratamento, é indicado para este caso a Terapia por Onda de Choque – TOC. “É o mais moderno e eficaz tratamento que temos no mundo inteiro. A TOC é utilizada com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Os resultados no tratamento de fasciítes plantares são excelentes”, afirma o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida.

A Terapia por Ondas de Choque – TOC – é um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas. O tratamento é feito em consultório médico, por médico capacitado. “Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos. O CREB é pioneiro em TOC no Rio de Janeiro e em mais de 2 mil casos que atendi, desde 2006, tivemos uma resposta muito boa em 86% deles”, garante o fisiatra.


Terapia por Ondas de Choque: experiência do CREB é tema de congresso

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O fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, participou como palestrante do Congresso de Medicina Esportiva do Cone Sul, que aconteceu em junho, em Gramado, no Rio Grande do Sul, associado ao Congresso Gaúcho de Ortopedia. Na ocasião, o Dr. Antônio falou sobre o tema “Terapia por Ondas de Choque em medicina esportiva”. Em sua palestra, o médico do CREB falou sobre sua experiência de 2.552 casos com aplicação de TOC, atendidos na clínica, de outubro de 2006 a junho deste ano.

Segundo o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida, o índice de positividade destes 2.552 casos de aplicação de Terapia por Ondas de Choque foi bastante elevado – 86%. “Tivemos sucesso no tratamento da TOC com, em média, 3 sessões. Na maioria dos casos, tratamos de fasciítes plantares, tendinopatias do manguito rotador e entesites aquiléias.  Mesmo nos 14% restantes dos casos, tivemos melhoras significativas, mas com presença de algum sintoma”, explanou o fisiatra.

O palestrante destacou dois casos de bons resultados de aplicação da TOC em pacientes com pseudo artrose. “A pseudo artrose é uma fratura não consolidada corretamente há pelo menos 6 meses. Atendemos a dois pacientes com pseudo artrose, um na tíbia e outro na fíbola (perônio). Ainda que lá fora já se utiliza a TOC para estes casos, com sucesso, é uma novidade aqui no Brasil. Com 5 sessões para cada caso e após um intervalo de 6 a 8 meses após as aplicações, tivemos sucesso em ambos os tratamentos. Esses casos estão documentados e chamou muito a atenção no encontro”, conta o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida.

Outros dois casos também foram destacados pelo médico. Um corredor maratonista e um atleta profissional de vôlei apresentavam, respectivamente, calcificação no tendão de Aquiles e no ombro. A TOC resolveu o problema de ambos, que depois de 3 meses já voltaram a treinar. “A calcificação é um espessamento com depósito de material calcário, associado à fibrose, que limita o movimento, gerando dor. Com 4 sessões de TOC, a calcificação desapareceu. Seria caso para cirurgia, não necessária devido à aplicação de TOC”, explica.

A Terapia por Ondas de Choque – TOC –  é um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões. O CREB é pioneiro em TOC no Rio de Janeiro.

– Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.  Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – finaliza o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida.


Por que encolhemos?

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É comum os pais dizerem para seus filhos que não é a vovó quem está encolhendo, mas sim eles que estão crescendo e ficando cada vez mais altos. Pode ser uma resposta simpática para uma pergunta tão recorrente, mas a verdade é que sim, nós encolhemos ao passar dos anos. Esse fenômeno é natural e faz parte do processos de envelhecimento dos seres humanos. O organismo vai se modificando, desde os tecidos, que se tornam menos flexíveis, com perda de fluidos e hormônios, até a perda de força e estrutura de músculos e ossos. Esse fenômeno é conhecido como senescência, a biologia do envelhecimento. Acredita-se que até o efeito da gravidade contribui para esse encolhimento.

Segundo o ortopedista, independente da idade, mesmo pela manhã os nossos ossos ficam menores, devido a perda de líquido durante a noite de sono. Uma pesquisa realizada recentemente na Alemanha, com 1200 adultos, com uso de raio-X e outros exames, permitiu a construção de um banco de dados sobre o que acontece com a altura dos discos e a forma da coluna vertebral com a chegada à terceira idade. Essa pesquisa traz uma polêmica para o centro das atenções: há uma redução dos discos que ficam entre os ossos ou a altura dos discos aumenta com a idade? A diminuição da estatura é causada pelo fato de os ossos ficarem mais comprimidos?

A pesquisa revelou que os discos da parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, em ambos os sexos. Ao mesmo tempo, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu alteração em sua densidade, passou a ter massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.

Essa pesquisa indica que o encolhimento é provocado pelas mudanças nos ossos mesmo e não nos discos entre eles. A coluna vertebral é formada por várias vértebras, que são ligadas por articulações, os chamados discos intervertebrais. Esses discos são constituídos de material fibroso (ânulo fibroso) e gelatinoso (núcleo pulposo) que desempenham a função de amortecedores e são responsáveis pela mobilidade. O que diminui de tamanho são as vértebras, que sobrepõem-se umas às outras, integrando o canal vertebral.



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