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Estudo demonstra relação entre artrite reumatoide e tabagismo

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Um recente estudo científico mostrou que pacientes acometidos pela artrite reumatoide, fumantes, têm mais do que o dobro de risco de se hospitalizar devido a eventos cardiovasculares e infecções respiratórias. O tabagismo é um conhecido fator de risc...

Um recente estudo científico mostrou que pacientes acometidos pela artrite reumatoide, fumantes, têm mais do que o dobro de risco de se hospitalizar devido a eventos cardiovasculares e infecções respiratórias. O tabagismo é um conhecido fator de risco para o desenvolvimento da artrite reumatoide e pacientes portadores desta doença têm um risco maior em 50% para doenças cardiovasculares e, ainda, um risco aumentado para infecções do trato respiratório.

“A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, que afeta a membrana sinovial das pequenas articulações, podendo provocar inchaço e dores, principalmente nas mãos e nos pés. Ela não tem causa conhecida, mas é possível tratá-la e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida”, explica Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense). Ele pontua que não fumar diminui o risco de doenças cardiovasculares e infecções respiratórias e que, possivelmente, diminui também a probabilidade da pessoa acometida pela artrite reumatoide apresentar outras alterações. “Esse estudo é importante, pois demonstra a influência do tabagismo sobre essa doença também”, diz ele.

Um dos sintomas da artrite reumatoide é a sensação de rigidez e dores nas juntas

Segundo o Dr. Haim, a doença acomete uma em cada cem pessoas, sendo duas vezes mais mulheres na faixa entre 40 e 60 anos do que os homens. Ele relata que um dos sintomas da artrite reumatoide é a sensação de rigidez e dores nas juntas, logo pela manhã. Mas a doença também pode atacar os olhos e o pulmão. “O tratamento é individualizado, cada caso é um caso. Muitas vezes, o paciente apresenta incapacidade funcional, mas o tratamento pode restabelecer a qualidade de vida perdida. Utilizamos protocolos de reabilitação física que trazem melhora do quadro articular, podendo aumentar a mobilidade. Ao menor sinal de dores nas juntas, um especialista deve ser consultado”, finaliza ele.


Aproveite o carnaval sem ficar doente dos pés

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Acidentes e a sobrecarga das articulações, músculos e tendões são alguns dos motivos que geram um aumento de cerca de 30% dos atendimentos ortopédicos durante o carnaval.

Para evitar fazer parte desta estatística, os especialistas recomendam alguns cuidados para ajudar você a cair na folia, sem ficar doente dos pés. Evitar o salto alto é uma delas.

– Os foliões que curtem um ritmo mais acelerado no carnaval devem se preparar ao longo do ano fazendo atividades físicas regulares e evitar o excesso de impacto nas articulações, com o uso de calçados mais adequados – afirma o ortopedista Ricon Jr., cirurgião especializado em quadril do Hospital Naval Marcílio Dias.

Para o fisioterapeuta especialista em acupuntura Fernando Fernandes, atividades aeróbicas são importantes aliadas para o fortalecimento dos músculos, além de darem energia ao corpo.

– Caminhadas sem intervalo, bicicleta ou natação, também são indicadas. É importante alongar o corpo antes de começar os exercícios e estar em dia com o check-up – recomenda o fisioterapeuta.

Ficar muitas horas de pé vendo a banda passar ou correndo atrás do trio elétrico pode provocar inflamações nos tendões dos pés, tornozelos e pernas, torção do tornozelo e joelho e dor nas costas.

– Quem vai desfilar na Sapucaí deve lembrar que vai estar de pé por muito tempo antes de entrar na avenida. As mulheres na Sapucaí devem deixar os saltos altos em casa, pois eles mudam o centro de gravidade do corpo e forçando mais a coluna baixa e os glúteos. Evite ficar parado por muito tempo, deixando a coluna sem movimentação, pois as articulações podem travar. A dica é tentar sentar-se um pouco e mover-se – diz o quiropraxista Jason Gilbert.

– O excesso de impacto nas articulações funciona como uma espécie de ginástica aeróbica de impacto. Se os músculos e articulações não estiverem preparados haverá dor na certa – completa Ricon Jr.

Gilbert lembra que consumir bebidas alcoólicas demais, além de ressaca, pode provocar dores musculares.

– Se beber os músculos posturais da coluna ficarão cansados. O álcool é um relaxante muscular. As pessoas que têm problemas na coluna devem estar atentas, pois a carga do corpo e a força de gravidade caem na coluna baixa, especialmente na região lombosacral.

A dica é tomar muita água

– A água é uma constituinte importante do nosso corpo (70% é água) e nossos músculos não funcionam sem água. Se sentir câimbras, pode ser que esteja desidratado e isso vai prejudicar qualquer problema de coluna – recomrnda Gilbert.

Os mais empolgados correm outros riscos

– Existem riscos de quedas, ocasionando entorses, fraturas e luxações, além do risco de tendinites, bolhas e calosidades. Lembro da possibilidade de entorse ou tendinite no joelho ou mesmo dor na coluna vertebral decorrente de algum esforço – diz Antonio Alves Jr., médico do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Contra torções e inchaços nos pés, Fernandes indica o Taping. A terapia consiste na aplicação de fitas adesivas nos locais lesionados e auxilia no equilíbrio muscular, além de agir de forma antiinflamatória, analgésica e drenar edemas.

– A fita emite estímulos que são levados ao cérebro por vias sensitivas, presentes na pele. Posteriormente, retorna pelas vias motoras proporcionando uma melhora na circulação sangüínea, regularizando o metabolismo e o equilíbrio do tônus muscular. Na hora do banho, alternar jatos de água quente e fria na coluna ajudam a soltar a musculatura. – explica o especialista.

No caso de outras lesões, a recomendação é que um especialista seja consultado para que o problema não se agrave.

No caso de bolhas, elas não devem ser estouradas

– As bolhas devem ser lavadas com água e sabão e, depois, devem ser colocados produtos anti-sépticos – diz Alves, recomendando que elas não sejam estouradas para evitar infecções.


CREB participa ativamente do 48º CBOT 2016

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi muito bem representado no 48º CBOT 2016 – Congresso Brasileiro de Ortopedia, que aconteceu de 17 a 19 de novembro, em Belo Horizonte. Trata-se do mais importante evento de ortopedia do Brasil...

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – foi muito bem representado no 48º CBOT 2016 – Congresso Brasileiro de Ortopedia, que aconteceu de 17 a 19 de novembro, em Belo Horizonte. Trata-se do mais importante evento de ortopedia do Brasil, e lá estiveram, representando o CREB, os ortopedistas Bernardo Stolnikci, Kenia Fernandes e Mario Henrique Milagres Pereira, além dos reumatologistas Arnaldo Libman, Eduardo Sadigurschi e Antônio D’Almeida Neto.

O Dr. Bernardo Stolnicki, inclusive, participou da programação do congresso. No dia dedicado à especialidade osteometabólica, ele falou sobre prevenção secundária de fraturas e também foi o moderador da mesa redonda moderna “quanto tempo tratar – drug hollyday”.

Já o reumatologista Antônio D’almeida Neto, que também é presidente da SBTOC (Sociedade Brasileira de Terapia de Ondas de Choque), deu um curso sobre a especialidade. O CREB tem como prática estimular seu corpo clínico a participar de congressos, encontros e workshops, em busca da atualização profissional e, também, atento às novidades da reumatologia e da ortopedia, para oferecer aos seus pacientes o que há de mais novo e efetivo em suas áreas de atuação.



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