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Não culpe seu filho por fazer xixi na cama

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CREB dispõe de tratamento para Incontinência Urinária Infantil

A incontinência urinária é um mal que afeta pessoas em todo o mundo e que prejudica a qualidade de vida e o convívio social. Trata-se da perda involuntária de urina, que causa situações muito constrangedoras. E não se trata de uma doença exclusiva da terceira idade. A incontinência urinária acomete adultos, jovens e até crianças.

“Não culpe seu filho porque ele fez xixi na cama! A criança obtém o amadurecimento da bexiga somente aos cinco anos de idade, exceto em casos de alguma doença associada. O não controle da micção pode levar ao constrangimento social, aos quadros de bullyng e, também, prejudicar o rendimento escolar, assim como desenvolver traumas psicológicos”, alerta a fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Nicole Durham.

Segundo ela, hoje a uropediatria associa à sua terapêutica os recursos oferecidos pela fisioterapia do assoalho pélvico direcionados exclusivamente ao público infantil.

“Na incontinência urinária infantil, o objetivo principal é a reeducação funcional da bexiga, e a fisioterapia utiliza no tratamento recursos como a eletroterapia, biofeedback eletromiográfico, gameterapia , cinesioterapia e terapia comportamental”, explica Nicole. O CREB agora oferece mais esse recurso de tratamento, visando a cada dia melhorar o atendimento ao seu público infantil.


Cuidar da força muscular na terceira idade é fundamental

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O reumatologista e fisiatra Haim Maleh. do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), diz que a força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade e começa a...

O reumatologista e fisiatra Haim Maleh. do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), diz que a força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade e começa a promover perda a partir dos 60 anos. “A partir dessa idade, há uma perda de 15% da força a cada década subsequente. Um senhor de 80 anos tem uma perda de 30%, por exemplo, e isso pode comprometer sua qualidade de vida”, ilustra.

O médico do CREB explica que a força muscular pode ser definida como a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular é capaz de gerar durante um movimento específico. Entre pessoas com idade acima de 80 anos, as estatísticas apontam que 57% dos homens e 70% das mulheres são incapazes de realizar trabalhos domésticos pesados.

O melhor remédio é a prevenção

“A independência funcional é fundamental para o aumento da atividade física, refletindo diretamente na densidade mineral óssea. Logo, chegar à terceira idade de forma ativa pode ser um dos fatores que impedem a redução drástica da densidade mineral óssea nessa faixa etária. E isto pode ser realizado controlando a densidade óssea e a qualidade muscular do idoso”, garante o médico do CREB. Segundo ele, o melhor remédio é a prevenção, através da prática regular de exercício físico, dentre eles o pilates, associado a técnicas especificas de alongamento e fortalecimento muscular com o RPG, atividades oferecidas pelo CREB, com a supervisão de médicos.


Dores difusas pelo corpo são características da fibromialgia

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A fibromialgia é uma condição crônica real, caracterizada pela dor generalizada nos músculos, articulações e tendões por todo o corpo.

Segundo o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, as dores articulares e difusas por todo o corpo são uma realidade cotidiana para aqueles que são acometidos pela doença. “Não há causa conhecida para doença. E alguns pacientes, percebemos alguns eventos desencadeantes da fibromialgia, como por exemplo um trauma físico ou até mesmo um trauma psicológico” explica ele.

Diagnóstico da Fibromialgia

Segundo o reumatologista do CREB, esses eventos desencadeantes podem estar associados ao início de alguns sintomas da doença, como dores articulares e musculares difusas, síndrome do intestino irritável, fadiga, insônia, problemas de memória, sono não reparador, depressão, dor de cabeça e dormência e formigamento nos braços e pernas.

“Para diagnosticar a doença, é preciso consulta rum reumatologista bem experiente. Utilizamos o histórico médico e exame físico. Primeiro é preciso excluir outras condições que podem causar as dores articulares, porque muitas doenças reumatológicas podem apresentar sintomas semelhantes à fibromialgia, como artrite reumatoide, lúpus e doenças inflamatórias musculares”, diz o Dr. Sérgio.

Ele explica que uma das características da doença é a presença de “trigger points” , ou “ pontos de gatilho” presentes na musculatura e em articulações. “Tal característica está, no entanto, presente em somente em 20% dos pacientes, logo não fazem mais parte dos requisitos diagnósticos para fibromialgia”, alerta. O tratamento conta com medicações específicas, prática de exercício físico de baixo impacto regularmente, além de acompanhamento psicológico, que é muito importante.

“A hidroterapia oferecida no CREB, auxilia muito no controle da dor, bem como a acupuntura. A hidroterapia é realizada em piscina aquecida e própria para a atividade, favorecendo o relaxamento e o alongamento muscular. Já o aconselhamento psicológico é fundamental para ajudar no tratamento da depressão, associado a medicamentos, quando necessários”, finaliza o reumatologista do CREB.



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