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Hidroterapia é excelente para tratamento de doenças dos músculos, tendões e ossos

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Hidroterapia é excelente para tratamento de várias doenças dos músculos, tendões e ossos

Recomendada para os mais variados tratamentos, entre os quais pacientes com diagnósticos neurológicos, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, hidrocefalia, traumatismo crânio-encefálico (TCE), sequelas de meningite, poliomielite, ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), além de portadores de artrite reumatoide, artrose, lombalgia, fibromialgia e tantos outros, a hidroterapia promove a reabilitação física em piscinas especialmente apropriadas para a atividade, com temperatura da água em torno de 34 graus. A recuperação mais rápida e eficiente de várias doenças dos músculos, tendões e ossos é comprovada.

A hidroterapia possibilita uma reabilitação física mais rápida

Segundo o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, é uma atividade prazerosa, fácil de se realizar e acessível, inclusive para pessoas da terceira idade. “O trabalho físico dentro da água traz o aumento da amplitude do movimento (ADM), melhora o equilíbrio e a coordenação motora do paciente e tem como consequência o aumento da força muscular. Inclusive, pacientes ortopédicos recém-operados devem praticar a hidroterapia para uma recuperação mais rápida. Essa prática melhora a respiração, a circulação sanguínea, a condição física e até a condição psicológica do paciente”, explica ele.

O CREB conta com duas piscinas apropriadas para a prática da hidroterapia. “Fisioterapeutas qualificados e especialmente treinados acompanham os pacientes dentro da água. Eles passam exercícios com técnicas específicas para cada diagnóstico. O contato com a água relaxa e promove reações físicas, nervosas, circulatórias e térmicas”, finaliza ele.


Reumatologista do CREB participa de encontro internacional em Nova Iorque sobre artrite reumatóide

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O reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – acaba de voltar de Nova Iorque, para onde foi convidado especial para participar do “Curso Avançado no Manejo da Artrite Reumatóide”, realizado nos dias 11 e 12 de outuburo, na Universidade de Nova Iorque. O curso, que teve a participação de médicos de todo o mundo, teve foco nas atualizações sobre a abordagem e o tratamento de pacientes com artrite reumatóide e discutiu novos meios de tratamento da doença. “O enfoque foi no tratamento dos pacientes e no uso de medicações denominadas imunobiológicos, consideradas medicações de ponta para o tratamento dos pacientes. Houve ênfase, também, quanto ao uso da ultrassonografia como método de imagem para auxílio no diagnóstico da doença”, conta o dr. Haim Maleh.

De acordo com o Dr. Haim, foram apresentadas novidades no tratamento da artrite reumatóide, que já estão disponíveis no CREB. A artrite reumatóide caracteriza-se por inflamação das articulações, provocada por uma reação inflamatória, com presença de algumas substâncias, entre elas a interleucina 6, que destroem progressivamente a cartilagem e os ossos ao redor das articulações, causando dor articular, edema e prejudicando sua função e limitando os movimentos, levando a incapacidade física que, com o tratamento, pode ser evitada. Além do comprometimento das articulações, ocorrem sintomas físicos como cansaço intenso, decorrente da anemia que a doença provoca. Os sintomas iniciais são fadiga inexplicável, rigidez prolongada das articulações pela manhã, além de edema e vermelhidão. Esse quadro muitas vezes é confundido com o reumatismo comum, o que retarda o diagnóstico correto e o início precoce do tratamento.

– Ao contrário do que muita gente pensa, a atrite reumatóide não é uma doença que acomete apenas pessoas da terceira idade. Mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos são as principais vítimas da doença. Muitas pessoas acreditam que as doenças reumáticas são exclusivas na terceira idade, o que é um engano. A artrite reumatóide, por exemplo, afeta diretamente a qualidade de vida do paciente e logo que surge, aos primeiros sinais, como por exemplo dor nas juntas, em especial das mãos e dos pés, deve-se procurar um médico reumatologista. Para chegar ao diagnóstico da artrite reumatóide, o reumatologista analisa a história clínica do paciente, realiza exames físicos das articulações e solicita análise laboratorial, radiografias e, em algumas ocasiões, ultrassonografia das áreas acometidas. Exames de sangue também auxiliam na avaliação do processo inflamatório. A artrite reumatóide é uma doença de longa evolução. Há tratamentos, que estão cada vez mais avançados, sendo possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. O tratamento traz alívio da dor, bem estar e principalmente pode evitar e prevenir alterações articulares, quando iniciado precocemente – afirma o médico.

O Dr. Haim Maleh explica que o maior problema encontrado é a demora para diagnosticar a doença, que exige tratamento contínuo. Segundo ele, o tratamento deverá sempre, além de medicamentos, contar com a reabilitação física, entre as quais eletroterapia, cinesioterapia, acupuntura e hidroterapia, que é uma medida de grande auxílio para esses pacientes, especialmente quando realizada em piscinas apropriadas, como nas que são utilizadas no CREB.


As articulações podem fazer barulho? Ortopedista do CREB responde

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O termo médico para os ruídos articulares é crepitação

Ossos e articulações podem ranger, causando um certo barulho? Essa é uma pergunta que geralmente pacientes fazem aos ortopedistas. De fato, isso acontece sim, em qualquer faixa etária, porém esses “barulhos” tornam-se mais comuns à medida que envelhecemos. “O termo médico para esses ruídos articulares é crepitação, apresentando diversas causas”, explica o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

“A crepitação articular pode estar relacionada a problemas nos tendões (que conectam o músculo ao osso), ligamentos (que conectam os ossos a outros ossos) ou cartilagem (a cobertura lisa das extremidades dos ossos nas articulações). O joelho geralmente é a articulação mais ruidosa, mas outras articulações também podem desenvolver sons, incluindo quadril, ombro, pescoço e coluna”, explica o médico.

Segundo o Dr. Bruno, há algumas possíveis razões para o barulho. “Uma delas pode ser porque um tendão ou ligamento faz um atrito sobre uma saliência óssea, durante o movimento articular. Outra possibilidade é que a cartilagem desgastada, como ocorre na artrose, forma áreas irregulares em sua superfície, resultando num atrito articular durante o movimento, resultando num som de trituração”, diz ele, acrescentando que um estudo publicado na Arthritis Care & Research apontou que mais de 75% das pessoas que desenvolveram osteoartrite no joelho relataram ranger ou estalar na articulação do local um ano antes do desenvolvimento dos sintomas álgicos.

Ao menor sintoma de crepitação – ressalta o Dr. Bruno – o paciente deve procurar o CREB para uma consulta com um especialista, para que seja feito o diagnóstico e proposto o tratamento adequado.



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