Já conhece a nova unidade do CREB na Barra da Tijuca?
Com expertise em Ortopedia, Reumatologia, Fisiatria e Fisioterapia, o CREB chegou à Barra da Tijuca para atender a demanda crescente por serviços integrados na região.
Com expertise em Ortopedia, Reumatologia, Fisiatria e Fisioterapia, o CREB chegou a à Barra da Tijuca para atender à demanda crescente por serviços integrados na região.
Nossa nova unidade conta com uma equipe de mais de 160 colaboradores altamente especializados, incluindo médicos, fisioterapeutas e técnicos de diversas especialidades, comprometidos com a excelência no cuidado e eficiência no atendimento, características que nos acompanham há mais de 40 anos.
Localizada no Shopping Città América, oferecemos mais de mil metros quadrados de espaço linear em um único andar proporcionando um atendimento dinâmico e confortável para nossos pacientes.
Além de aceitar os principais convênios de saúde, anunciamos o lançamento do nosso "Programa de Cuidados", disponível na unidade, oferecendo opções de atendimento facilitadas e formas exclusivas de parcelamento, tornando o cuidado ortopédico mais acessível para todos.
Venha nos visitar e descubra mais sobre nossa nova unidade! Estamos ansiosos para recebê-lo e ajudá-lo a viver uma vida ativa e sem dor.
Serviços: Ortopedia, Urgências, Fisiatria, Reumatologia, Raios-x, Fisioterapia, Acupuntura, RPG, Reabilitação Perineal e Programas de Reabilitação Rápida.
Agende sua consulta online: Clique Aqui
CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia
📞 WhatsApp: 21 3182-8282
📍Unidade I: Rua Voluntários da Pátria, 408 - Botafogo
📍Unidade II: Av. das Américas, 700, Bloco 8, Loja 320 - Barra da Tijuca
Como prevenir e tratar o Esporão de calcâneo
Ouça a entrevista sobre como prevenir e tratar o Esporão de calcâneo, com o Dr. ANTONIO RODRIGUES, médico fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Ouça a entrevista sobre como prevenir e tratar o Esporão de calcâneo, com o Dr. ANTONIO RODRIGUES, médico fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Fisioterapia é muito eficaz para “dedo em gatilho”
É mais comum do que se imagina ortopedistas, reumatologistas e fisiatras receberem a visita de paciente que chega ao consultório com o dedão da mão em posição de flexão, sem que se consiga esticá-lo, mesmo com esforço. Trata-se do que se chama “dedo...
É mais comum do que se imagina ortopedistas, reumatologistas e fisiatras receberem a visita de paciente que chega ao consultório com o dedão da mão em posição de flexão, sem que se consiga esticá-lo, mesmo com esforço. Trata-se do que se chama “dedo em gatilho”, na verdade uma inflamação que atinge o tendão responsável por dobrar o dedo – tendões flexores.
A fisioterapeuta Alessandra Venâncio, do staff de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, esclarece que tal inflamação pode ter causa genética, além de ser agravado por outros fatores, como a realização de atividades manuais de extremo esforço ou repetitivas. Algumas doenças também podem contribuir ao surgimento do “dedo em gatilho”: diabetes, hipotireoidismo, problemas reumáticos e infecções como tuberculose e artrite reumatoide, são exemplos. Segundo ela, a maior frequência do “dedo em gatilho” é em mulheres.
“Tendões são cordas lisas e flexíveis que conectam os músculos do antebraço (localizados acima do pulso) aos dedos, ou seja, liga os músculos aos ossos. Essas estruturas entram em um tubo que tem origem na base dos dedos, na metade da palma da mão – a chamada bainha do tendão, formada por diversas polias e que lubrifica o tendão flexor enquanto ele se move. Quando os músculos do antebraço se contraem, puxam os tendões e levam as articulações a se dobrarem. O problema está na entrada do tendão no túnel (a bainha do tendão), local de maior resistência e estreitamento e onde ocorre o maior grau de inflamação e irritação. Esse processo gera dificuldade ou travamento do movimento do dedo. Uma vez inflamado, o tendão pode tornar a passagem por baixo da bainha mais apertada, ficando “preso” nesse ponto e “engatilhando”, explica a fisioterapeuta.
Os principais sintomas são o aumento de volume do dedo afetado (edema); dor na base dos dedos ou também na palma da mão; redução ou paralisação de movimentos do dedo acometido; endurecimento do dedo; e “estalido” doloroso parecido com um gatilho ao tentar esticar o dedo. A fisioterapeuta diz que um médico especialista deve ser consultado imediatamente se alguns desses sintomas aparecerem. “O tratamento varia conforme a intensidade e os sintomas, mas, na maior parte dos casos, a fisioterapia pode ser bem eficaz. Com um programa de exercícios, crochetagem, banho de parafina, laser, ultrassom e alongamentos, a fisioterapia contribui ao fortalecer os músculos responsáveis por esticar a mão e os dedos, ao manter a mobilidade e ao aliviar o inchaço e a dor. Outras recomendações também devem ser seguidas, como repouso, evitando as atividades manuais repetitivas e que exijam esforço; uso de crioterapia compressiva (aparelho de última geração que utilizamos no CREB) no local para aliviar o inchaço e medicamentos anti-inflamatórios com prescrição médica, além de outros procedimentos”, propõe Alessandra.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619