Síndrome de dor miofascial: fisiatra do CREB explica o que é e como tratar
Síndrome de dor miofascial: fisiatra do CREB explica o que é e como tratar
Você sabe o que é síndrome de dor miofascial? Trata-se de uma doença extremamente comum no consultório de reumatologistas e fisiatras, caracterizada pela presença de dor relacionada à inflamação do músculo e da fáscia, tecido conectivo que cobre os músculos. “Esta síndrome faz parte da apresentação clínica dos quadros de Fibromialgia, dos desvios posturais da coluna vertebral e dos movimentos articulares e repetitivos. Resulta em dor crônica e contratura muscular, e a dor muscular se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado. Este ponto específico é chamado de ponto gatilho, ou seja, um pequeno nódulo palpável nos músculos”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Existem várias formas de tratamento para essa condição e mudanças no estilo de vida podem ser eficazes para proporcionar alívio. O primeiro passo, garante o Dr. Antônio, é a avaliação de um especialista para que se descarte a causa subjacente. “O reumatologista e o fisiatra são os profissionais indicados para pesquisar as possíveis causas e definir o tratamento correto, que consiste na combinação de medicamentos e técnicas fisioterápicas. Dentre os medicamentos, analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos podem auxiliar no controle dos sintomas”, diz ele.
“Dentre as opções de tratamento fisioterápico, uma técnica que ajuda no manejo da síndrome miofascial é o RPG, disponível no CREB. Este tratamento consiste em técnicas de alongamento da musculatura de sustentação da coluna vertebral, resultando no relaxamento muscular. A acupuntura, que também oferecemos aos nossos pacientes, é outro método útil para alívio dos sintomas”, enumera o fisiatra.
Além de tratamento especializado, o Dr. Antônio sugere mudanças no estilo de vida, que se mostram fundamentais para o controle dos sintomas. “Realize atividade física, pois o exercício tem o benefício adicional de aumentar endorfinas e encefalinas, hormônios que ajudam na analgesia e no relaxamento muscular. A natação é uma ótima opção de exercício para pessoas com dor miofascial. Não tem impacto e trabalha todos os grupos musculares. Controle a obesidade, pois o aumento de peso sobrecarrega as articulações, contribuindo para a dor articular. Mantenha a calma e controle o estresse. O estresse causa dores musculares e fadiga, que podem afetar negativamente o exercício e o sono”, finaliza ele.
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.
“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.
Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.
1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
Osteoporose tem uma nova forma de tratar
Caracterizada pela diminuição da massa óssea, com consequente enfraquecimento e fragilidade dos ossos e, portanto, maior possibilidade de fraturas, a osteoporose se instala de maneira silenciosa, sem que haja sintomas. Por isso, 75% das pessoas só descobrem ser portadoras da doença quando há uma fratura, quando a osteoporose já está em estágio avançado. E os números são cada vez maiores: estima-se que mais de 10 milhões de pessoas têm osteoporose no Brasil, número que pula para 200 milhões de pessoas no mundo todo.
Segundo estatísticas, uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. Muito comum na terceira idade, a osteoporose deve ser tratada a partir de um amplo programa orientado pelo médico reumatologista, que inclui a prática regular de exercício físico e uma dieta balanceada, rica em cálcio. Segundo o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Eduardo Sadigurschi, a doença pode, no entanto, ser prevenida. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, diz ele.
O tratamento da osteoporose deve ser abrangente, devendo constar de orientação para as atividades físicas, hidroterapia, reposição de cálcio e vitaminas envolvidas no mecanismo de fortalecimento ósseo e medicamentos que atuem na remodelação óssea. A novidade no tratamento da osteoporose é a comodidade e facilidade de uso de um novo medicamento de forma injetável de três em três meses, evitando alguns desagradáveis efeitos colaterais dos medicamentos orais. O CREB saiu na frente mais uma vez e é a primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a oferecer o medicamento. “Esse remédio promove animadores resultados, ainda que utilizado de três em três meses. Muitos pacientes têm problemas com as medicações atuais e, agora, poderão ampliar seu tratamento. E aqueles que não podem tomar o remédio via oral podem fazê-lo através de injeção, com aplicação trimestral”, explica o Dr. Eduardo.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619