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Bursite: regiões mais acometidas são os ombros, quadris e cotovelos

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Com a finalidade de amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos, a Bursa sinovial é uma bolsa cheia de líquido localizada no interior das articulações. Ela funciona como uma espécie de uma pequena almofada. A inflamação da Bursa caracteriza a...

Com a finalidade de amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos, a Bursa sinovial é uma bolsa cheia de líquido localizada no interior das articulações. Ela funciona como uma espécie de uma pequena almofada. A inflamação da Bursa caracteriza a bursite.

A inflamação da Bursa caracteriza a bursite

“Normalmente, as bursites são consequência de traumatismos ou infecções articulares. O uso excessivo e repetitivo das articulações, lesões ocasionadas por esforços e doenças como as artrites também são causas comuns para a bursite”, explica o ortopedista Marcos Henrique Cockrane, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, os ombros, os quadris e os cotovelos são as regiões mais acometidas.

“A bursite tem tratamento. Além do uso de medicamento, o paciente deve seguir o programa de fisioterapia passado pelo médico. É preciso fortalecer os músculos da articulação comprometida, além de restaurar a amplitude dos movimentos articulares. No CREB, utilizamos protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia e pilates terapêuticos, com bastante sucesso na recuperação dos pacientes”, diz o Dr. Marcos Henrique. Segundo ele, em casos mais extremos, é recomendado o uso da TOC – Terapia de Ondas de Choque, disponível no CREB.


Fisioterapia é fundamental no tratamento do mal de Parkinson

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Doença neurológica, de longa evolução, degenerativa e progressiva, o mal de Parkinson tem como principal característica um amplo distúrbio motor, com lentificação, tremor de repouso, rigidez muscular e, ainda, instabilidade postural. É muito comum, t...

Doença neurológica, de longa evolução, degenerativa e progressiva, o mal de Parkinson tem como principal característica um amplo distúrbio motor, com lentificação, tremor de repouso, rigidez muscular e, ainda, instabilidade postural. É muito comum, também, o surgimento de outras complicações motoras e pulmonares, além de dor, principalmente e na coluna, fraqueza muscular, comprometimento da mobilidade, alteração da marcha, alto risco de queda e complicações respiratórias.

A fisioterapia tem, assim, fundamental importância na reabilitação do mal de Parkinson, atuando diretamente sobre a qualidade de vida dos pacientes. “A fisioterapia, em geral, trata dos distúrbios relacionados ao movimento, marcha e equilíbrio. Seu objetivo, nesse caso, não é apenas tratar dos distúrbios já apresentados pelo paciente, mas também trabalhar a evolução do quadro e estabelecer metas de prevenção, adiando, o quanto possível, outras complicações. A fisioterapia irá atuar nos diferentes estágios da doença e é realmente essencial para os pacientes”, explica o Dr. Haim Maleh, fisiatra e professor de reumatologia da UFF e reumatologia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o Dr. Haim, o fisioterapeuta deve avaliar o quadro geral do paciente, conhecer suas queixas e dificuldades funcionais, assim como limitações, para elaborar um plano de tratamento individualizado. “Serão prescritos exercícios de alongamento, mobilização, movimentação e de força muscular para manter a mobilidade e diminuir a rigidez do paciente. Esses exercícios buscarão a melhora da postura, do equilíbrio e da marcha, e também ajudarão a diminuir as dores. Isso tudo é fundamental, inclusive para prevenir o alto risco de quedas que têm pacientes com mal de Parkinson”, afirma ele.

O fisiatra pontua que muitas vezes é preciso prescrever um auxílio para a marcha, como bengala ou andador, e o fisioterapeuta também irá auxiliar na adaptação ao uso desse auxílio. Outro ponto importante na atuação do fisioterapeuta se relaciona às possíveis complicações respiratórias, que também podem ser tratadas com exercícios específicos. “As complicações respiratórias acontecem em função da evolução da doença e dos distúrbios relacionados à deglutição. As alterações posturais também podem interferir na capacidade pulmonar. A fisioterapia também atua nessa questão”, pontua o médico do CREB.


Avaliação Tridimensional do Movimento indica o tipo de pé, a pisada, a marcha e o equilíbrio

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Também conhecido como o teste da pisada, a avaliação tridimensional do movimento avalia a distribuição do peso do corpo da pessoa em cada pé apresentando os pontos de maior sobrecarga e pressão nas plantas do pés.

Esses dados são transmitidos para um computador e uma imagem da pisada é gerada, possibilitando auxiliar o médico no diagnóstico de algum problema nos pés, a pisada e até a postura.

“Esse exame nos permite indicar o tipo de pé do paciente, suas distribuições de cargas corporais, angulações e rotações d e joelho, quadris e coluna vertebral. A verdade é que muitas patologias, como hérnia de disco, tendinites, esporão de calcâneo e outras podem ter sua origem numa pisada errada ou numa concentração de força exagerada em uma determinada área do pé”, explica o ortopedista Mario H. Milagres, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

Ele acrescenta que o exame serve para identificar alterações na marcha e corrida, auxilia na prescrição de exercícios corretivos e preventivos, diagnostica tipo de pisada, identifica o calçado correto para o seu pé, entre outros.

“O exame também apresenta alterações anatômicas, avalia traumas, mapeia as áreas de maior pressão na planta do pé e permite comparar o processo evolutivo de um tratamento ortopédico, cirúrgico ou conservador”, afirma o médico. Segundo ele, não há contraindicações para a realização do exame, que deve ser feito por pessoas que tenham alteração da forma do pé, dor no pé ou mesmo por atletas de alto rendimento, que querem intensificar suas atividades físicas ou mesmo por aqueles que são sedentários e pretendem passar a praticar atividade física regular. O CREB dispõe do exame para seus pacientes.



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