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Ortopedista do CREB participa do programa Bem-Estar, da TV Globo

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O ortopedista João Marcelo, do CREB e médico do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo

O ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e médico do time de futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo, na edição de 5 de julho. Especialista em medicina do esporte, o Dr. João Marcelo participou de praticamente todo o programa, comentando as principais matérias exibidas no dia, principalmente sobre as aulas de surf que a apresentadora Mariana Ferrão teve. O Dr. João Marcelo falou sobre a preparação da apresentadora, bem como os benefícios e cuidados com o esporte.

Sobre a preparação de Mariana, o Dr. João Marcelo destacou que é fundamental, na prática de qualquer esporte, fazer um trabalho de prevenção. “Se a musculatura não estiver preparada, o excesso de repetição de movimentos pode gerar dor”, alertou ele.

O médico do CREB pontuou que o surf é um esporte completo e que o praticante deve estar preparado para que o prazer de surfar não se transforme em um problema. “O mar é imprevisível, o que dá ao esporte uma movimentação grande. O praticante tem que estar bem preparado. Até para levar um caixote, o famoso caldo, tem que ter fôlego e estar preparado”, pontuou ele.

Sobre a dor, o Dr. João Marcelo disse que a atividade física deve ser interrompida. “A dor vem de um processo inflamatório. É um sinal de alerta. Apareceu a dor, tem que procurar um médico”, disse ele. Segundo o ortopedista, a prática de surf traz equilíbrio, resistência e força, além de forma física.


Anvisa pede cautela em uso de remédio contra osteoporose

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O médico deve avaliar, caso a caso, se vale a pena prolongar para além de três anos o uso dos bisfosfonatos no combate à osteoporose.

É o que alerta um boletim elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base em estudos clínicos e de casos internacionais que avaliaram o uso desses medicamentos por mulheres na pós-menopausa.

Por conta da redução na produção de estrogênio após a menopausa, estima-se que a osteoporose atinja um pouco menos de 20% das mulheres com 50 anos ou mais.
Entre os homens, as taxas estimadas não passam de 6%, descreve o boletim.

O trabalho não questiona o benefício dos bisfosfonatos -remédios mais usados contra a doença- de forma geral, mas alerta que não há garantias de efetividade da droga após uso prolongado.

“Não há evidência clara de benefício pelo uso além de três anos e há relatos de eventos adversos desagradáveis, apesar de pouco frequentes”, diz Márcia Fernandes, técnica da agência que trabalhou na produção da análise.

Um desses eventos adversos é a fratura atípica (por exemplo, no meio do fêmur). Já as fraturas nas vértebras e no fêmur na altura da virilha são tidas como típicas em pacientes com osteoporose.

As conclusões da Anvisa vão na mesma linha do relatório divulgado, em setembro de 2011, pela FDA (agência americana que regula remédios e alimentos). À época, a agência afirmou que os bisfosfonatos só tinham benefícios comprovados na prevenção de fraturas até três anos. E informou que, após o quinto ano, não havia mais melhoria na densidade óssea.

MANTER OU NÃO

O alerta que faz o boletim da Anvisa já é de conhecimento dos especialistas brasileiros. Eles, no entanto, acham que o estudo pode ser um aviso importante aos não especialistas que tratam pacientes com osteoporose.

“Tem muita gente usando bisfosfonato há bastante tempo. Os especialistas sabem [do alerta], os generalistas não. E tem muito generalista tratando osteoporose”, diz Bernardo Stolnick, vice-presidente do comitê de doenças osteometabólicas da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).

Para decidir manter, suspender ou trocar de droga é preciso avaliar questões como o passado de fraturas e o aumento da massa óssea, diz Sebastião Radominski, coordenador da comissão de osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

“Há pacientes que, três ou quatro anos depois, continuam com altíssimo risco de ter uma fratura comum, que não aumentaram a massa óssea. Não tenho dúvida [de que ele deve manter o uso]. Porque, assim, você evita 240 fraturas típicas frente a uma atípica que poderia ocorrer”, diz.

Stolnick lembra que há remédios que servem de alternativa aos bisfosfonatos, como o ranelato de estrôncio.

“É uma excepcional alternativa para quem usou o bisfosfonato e tem que parar após três ou cinco anos.” Em fevereiro, o uso da substância foi aprovado no país para o tratamento de homens.


Ortopedista do CREB apresenta trabalhos em congresso sul-americano, em Buenos Aires

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A ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dra. Danielle Soares Morel, participou ativamente do Congreso IV WCPT-SAR , da World Confederation of Physical Therapy – South American Region, realizado em Buenos Aires, na Argen...

A ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dra. Danielle Soares Morel, participou ativamente do Congreso IV WCPT-SAR , da World Confederation of Physical Therapy – South American Region, realizado em Buenos Aires, na Argentina, dias 9 e 10 de junho. O encontro reuniu profissionais de toda a América do Sul para debater temas atuais na área de fisioterapia, com ênfase em reabilitação e estética. A médica do CREB apresentou um pôster sobre “Efeito agudo dos exercícios de vibração de corpo inteiro de baixa frequência (5 Hz) no nível de dor de pacientes com osteoartrite do joelho”, mostrando que o uso das vibrações mecânicas podem resultar em redução significativa da dor em pacientes com artrose de joelho, em uma única sessão. Ela também apresentou o tema livre oral “Avaliação da força de preensão palmar no exercício de vibração de corpo inteiro”, relatando um protocolo de uso de vibração mecânica e correlacionando com a força de preensão palmar , avaliada através de dinamometria manual.



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