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Fisioterapia traz qualidade de vida para quem tem Mal de Parkinson

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O Mal de Parkinson é uma doença neurológica, de longa evolução, degenerativa e progressiva, cujas principais consequências são amplo distúrbio motor, com lentificação, tremor de repouso, rigidez muscular e, também, instabilidade postural. Segundo o D...

O Mal de Parkinson é uma doença neurológica, de longa evolução, degenerativa e progressiva, cujas principais consequências são amplo distúrbio motor, com lentificação, tremor de repouso, rigidez muscular e, também, instabilidade postural. Segundo o Dr. Haim Maleh, professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense) e reumatologia e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a pessoa acometida pela doença também pode ter outras complicações motoras e pulmonares.

  • O paciente pode sentir dor, principalmente e na coluna, fraqueza muscular, comprometimento da mobilidade, alteração da marcha, alto risco de queda e complicações respiratórias – afirma o Dr. Haim.

Segundo o médico do CREB, justamente por isso a fisioterapia é fundamental na reabilitação de pacientes acometidos pela doença. Ele explica que a fisioterapia irá tratar dos distúrbios relacionados ao movimento, marcha e equilíbrio.

  • O objetivo não se limita a tratar dos distúrbios apresentados pelo paciente, mas também trabalhar a evolução do quadro e estabelecer metas de prevenção, adiando, o quanto possível, outras complicações. A fisioterapia atua nos diferentes estágios da doença. Realmente, é fundamental na reabilitação do Mal de Parkinson. Ela certamente trará alguma qualidade de vida ao paciente – garante o Dr. Haim.

Lúpus: doença tem tratamento, mas um reumatologista deve ser consultado

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Doença de causa desconhecida e de longa evolução, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa etária entre os 15 e 35 anos.

“O lúpus não é contagioso, tem tratamento e, ao contrário do que acontecia há duas décadas, o prognóstico é hoje muito favorável. Mas é preciso procurar um reumatologista”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e professor da UFRJ.

De acordo com ele, os sintomas da doença podem variar de paciente para paciente, mas as principais queixas são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal.

“O diagnóstico da doença é clínico e laboratorial. É fundamental que a paciente se consulte com um reumatologista experiente, que identifique o lúpus e proponha o melhor tratamento”, explica o Dr. Haim Maleh.

O médico do CREB explica que o tratamento varia de acordo com o quadro clínico apresentado, sendo indicado, normalmente, anti-inflamatórios e, em alguns casos, corticoides.

“O reumatologista prescreverá os remédios, e faz parte do tratamento uma dieta equilibrada e saudável e a prática de exercícios físicos regulares. Uma orientação muito importante é que a pessoa com lúpus não deve se expor ao sol. É preciso usar sempre bloqueadores solares. E a mulher com a doença pode engravidar, mas é preciso que o lúpus esteja controlado há pelo menos dois anos e que não haja doença renal”, acrescenta o médico.

“Um dos medicamentos que pode ser usado é a Cloroquina, que é também utilizado nas manifestações de pele”, explica o reumatologista. Médicos e cientistas franceses têm avançado na pesquisa de novos medicamentos e anunciaram testes em humanos do medicamento cardiológico clopidogrel.

Pesquisas com camundongos afetados por graves formas de lúpus, que ingeriram a substância regularmente, apresentaram melhores condições de saúde das cobaias e prolongamento significativo de sua expectativa de vida. O clopridogrel faz parte da família de medicamentos antiplaquetários, que ajudam a prevenir a formação de coágulos perigosos. Ele é prescrito para reduzir o risco de crise cardíaca (infarto) ou acidente vascular cerebral (AVC).


Fisioterapeuta do CREB faz curso em São Paulo sobre Dinanometria Isocinética

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CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e FIsioterapia, estimula seus colaboradores a investirem em cursos e formações, em busca de uma permanente atualização profissional.

Desta vez, é o fisioterapeuta Diogo Valente, da equipe de Reabilitação Física, que vai para sala de aula. Ele participou, nos dias 10 e 11 de maio, em São Paulo, do curso “Atualização Profissional em Dinanometria Isocinética”.

O curso é dividido em aulas teóricas e práticas, em um centro de reabilitação e um laboratório de estudos do movimento. O objetivo do curso é proporcionar aos seus participantes a expertise para montar o dinamômetro, realizar a avaliação isocinética, construir laudos e elaborar protocolos de atendimento.

Os dinanômetros isocinéticos têm grande importância na área esportiva e da fisioterapia

Vale pontuar que os dinanômetros isocinéticos têm grande importância na área esportiva e da fisioterapia, pois permitem a avaliação, reabilitação e treinamento muscular, mediante o monitoramento contínuo do esforço realizado pelo paciente ou esportista, para vários tipos de contrações musculares. Diogo trará novos conhecimentos para aplicar e contribuir na avaliação dos pacientes do CREB.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619