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Cuidar da força muscular na terceira idade é fundamental

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O reumatologista e fisiatra Haim Maleh. do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), diz que a força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade e começa a...

O reumatologista e fisiatra Haim Maleh. do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – CREB e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), diz que a força muscular atinge o seu ápice entre os 20 e 30 anos de idade e começa a promover perda a partir dos 60 anos. “A partir dessa idade, há uma perda de 15% da força a cada década subsequente. Um senhor de 80 anos tem uma perda de 30%, por exemplo, e isso pode comprometer sua qualidade de vida”, ilustra.

O médico do CREB explica que a força muscular pode ser definida como a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular é capaz de gerar durante um movimento específico. Entre pessoas com idade acima de 80 anos, as estatísticas apontam que 57% dos homens e 70% das mulheres são incapazes de realizar trabalhos domésticos pesados.

O melhor remédio é a prevenção

“A independência funcional é fundamental para o aumento da atividade física, refletindo diretamente na densidade mineral óssea. Logo, chegar à terceira idade de forma ativa pode ser um dos fatores que impedem a redução drástica da densidade mineral óssea nessa faixa etária. E isto pode ser realizado controlando a densidade óssea e a qualidade muscular do idoso”, garante o médico do CREB. Segundo ele, o melhor remédio é a prevenção, através da prática regular de exercício físico, dentre eles o pilates, associado a técnicas especificas de alongamento e fortalecimento muscular com o RPG, atividades oferecidas pelo CREB, com a supervisão de médicos.


Médico do CREB recebe certificação internacional em TOC

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O reumatologista e fisiatra Antônio Rodrigues d’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, é um dos cinco brasileiros que estiveram em Berlim, de 27 a 30 de outubro, para receber a certificação internacional da ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Trata-se do primeiro grupo de todo continente americano a ter essa certificação: dois médicos são de São Paulo, dois do Rio Grande do Sul e o Dr. Antônio d’Almeida, do Rio de Janeiro. A ATRAD é a primeira sociedade internacional na área de TOC e até então não contava com nenhum membro das Américas.

A TOC-TERAPIA POR ONDAS DE CHOQUE

A TOC – Terapia por Ondas de Choque -, que, na realidade, são ondas acústicas que se traduzem em choque quando em contato com o corpo, é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia, por não ser invasivo e pelos ótimos índices de sucesso em todo mundo. A TOC inclusive é utilizada pelo Comitê Olímpico para tratamento de atletas lesionados durante a competição.

O tratamento com TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Segundo o Dr. Antônio, as melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fasciítes plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana). “Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos”, finaliza o fisiatra do CREB, pioneira e uma das poucas clínicas do Rio de Janeiro que disponibilizam a TOC.


Fisioterapeuta do CREB diz que Bexiga Hiperativa tem tratamento

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De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS), a Síndrome da Bexiga Hiperativa é definida como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria.

Você sabia que mais de 30% das pessoas idosos com idade acima dos 75 anos sofrem da Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH)? Além de afetar diretamente a qualidade de vida do paciente, a BH pode causar ao idoso isolamento social, frustração, ansiedade e até mesmo depressão.

De acordo com a Sociedade Internacional de Continência (ICS), a Síndrome da Bexiga Hiperativa é definida como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. A pessoa acometida tem contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga.

O acometido sofre desconforto, urgência para urinar e até mesmo perda miccional. Essa doença pode ser causada por vários fatores, entre os quais a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática – explica o fisioterapeuta Handerson Meurer, gerente de fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O tratamento da bexiga deve ser iniciado o quanto antes

Segundo o fisioterapeuta do CREB, a BH tem tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes. A fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha no trato da Bexiga Hiperativa. Não é invasiva e tem pouquíssimas contraindicações, proporcionando a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. O resultado é extremamente eficaz, pois leva a bexiga a contrair menos e traz ao paciente consciência do próprio corpo e o controle da micção – garante Handerson.



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