Médico do CREB recebe certificação internacional em TOC
O reumatologista e fisiatra Antônio Rodrigues d’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, é um dos cinco brasileiros que estiveram em Berlim, de 27 a 30 de outubro, para receber a certificação internacional da ATRAD, Associação Internacional de Terapia por Ondas de Choque. Trata-se do primeiro grupo de todo continente americano a ter essa certificação: dois médicos são de São Paulo, dois do Rio Grande do Sul e o Dr. Antônio d’Almeida, do Rio de Janeiro. A ATRAD é a primeira sociedade internacional na área de TOC e até então não contava com nenhum membro das Américas.
A TOC-TERAPIA POR ONDAS DE CHOQUE
A TOC – Terapia por Ondas de Choque -, que, na realidade, são ondas acústicas que se traduzem em choque quando em contato com o corpo, é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia, por não ser invasivo e pelos ótimos índices de sucesso em todo mundo. A TOC inclusive é utilizada pelo Comitê Olímpico para tratamento de atletas lesionados durante a competição.
O tratamento com TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. Segundo o Dr. Antônio, as melhores respostas ao tratamento têm sido de casos de patologia em ombros, em especial as tendinites e bursites, na região plantar (sola do pé), principalmente para as fasciítes plantares, as calcificações na junção do tendão de Aquiles com o osso do calcanhar (entesite aquiléa) e, também, para bursites do quadril (trocanteriana). “Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação, não é invasivo, tem ótima tolerância e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos”, finaliza o fisiatra do CREB, pioneira e uma das poucas clínicas do Rio de Janeiro que disponibilizam a TOC.
Fisioterapeuta do CREB explica o que é Bexiga Hiperativa
A Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH) é uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. Os números são expressivos:...
A Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH) é uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. Os números são expressivos: mais de 30% das pessoas acima dos 75 anos são acometidas por esta doença.
- Essa doença afeta muito negativamente a qualidade de vida do paciente, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão. O diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional – explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ela, a doença Síndrome da Bexiga Hiperativa é causada por diversos fatores, como a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. A boa notícia é que a bexiga hiperativa tem tratamento, e a fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha.
- A gente busca a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção – finaliza a fisioterapeuta do CREB.
Atividade física e a Osteoporose
Atividade física e a Osteoporose
A atividade física é fundamental para todos. É sinônimo de saúde e bem–estar. Um programa de exercícios ideal deve fornecer benefício para o ossos, o coração e musculatura, logo deve-se incorporar na prática física: alongamento, atividade aeróbica e musculação. Devemos realizar atividade física para nos tornarmos saudáveis, para redução da gordura corporal, para manutenção da massa óssea e muscular.
E como a realização de atividade física pode auxiliar na manutenção da massa óssea?
A manutenção da massa óssea e a prevenção de perda de massa óssea pode ser conseguida através da prática de exercícios visando a resistência muscular. Quando realizamos exercícios visando o treino da resistência muscular, o estresse mecânico do músculo torna-se um estresse mecânico para o osso. A vibração óssea é um estímulo para formação de células ósseas. Os exercícios de resistência muscular aumentam o aporte sanguíneo e consequentemente de nutrientes para o osso.
O exercício vai ajudar a:
- manter a massa óssea e reduzir o risco de fratura ;
- melhorar a força muscular e permitir uma melhor postura ;
- melhorar o equilíbrio e diminuir o risco de queda ;
- reduzir as dores crônicas da coluna;
- prevenir ou diminuir as deformações da coluna provocadas pela osteoporose.
Qual é o tipo ideal de atividade física para quem tem osteoporose ?
O exercício adequado vai depender da gravidade da sua osteoporose, da existência de outros problemas de saúde e da sua forma física.
Os melhores tipos de exercícios para quem tem osteoporose são:
Regra geral não deve fazer mais que três sessões de exercício por semana, com duração de 30 minutos cada uma.
- exercícios com carga: marcha, dança e aeróbica de baixo impacto (caminhada).
- exercícios com resistência: musculação usando pesos livres, aparelhos ou fitas de borracha, pilates, hidroginástica.
Os exercícios menos recomendados para osteoporose incluem:
- Exercícios de alto impacto: como saltar, correr ou ginástica aeróbica, pois podem levar a fraturas nos ossos;
- Exercícios de flexão e torção: como por exemplo tocar com os dedos das mãos nos pés ou fazer abdominais, por exemplo, pois há um maior risco de fraturas por compressão da coluna. Outras atividades que podem exigir ter que dobrar ou torcer com força a cintura são o golfe, o tênis, o boliche e algumas posições de ioga.
Consultar um especialista é fundamental para quem pratica atividade física.
Qualquer pessoa que quer praticar atividade física, ou já o faz, precisa estar muito bem orientado, para que a atividade física traga apenas benefícios, e não problemas.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619