Reumatologista do CREB explica o que é Gota
Reumatologista do CREB explica o que é Gota
A gota é uma doença reumatológica, caracterizada pelo depósito de cristais de ácido úrico nas articulações. Segundo o reumatologista Sebastião Carlos Ferreira da Silva, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – trata-se de uma doença metabólica, já que está geralmente associada a altos níveis de ácido úrico no sangue.
“A gota também é uma doença inflamatória, pois à medida que os cristais de ácido se depositam nas articulações, resulta num quadro de artrite”, pontua o médico do CREB. Ele ressalta que os sintomas da doença geralmente se iniciam pelas articulações dos membros inferiores, sendo que a articulação do primeiro dedo do pé é a primeira a ser acometida. “A artrite aguda, com dor, calor e vermelhidão dessa articulação é denominada de podagra, sendo de início súbito, geralmente no período da noite”, explica.
O Dr. Sebastião alerta que há alimentos que aumentam os níveis de ácido úrico no sangue, podendo precipitar um quadro de gota: carne vermelha, frutos do mar e miúdos, como, por exemplo, coração de galinha. Bebidas alcoólicas, pontua, também podem provocar tal precipitação.
“A gota é caracterizada por períodos de crise aguda de artrite com duração de cinco a sete dias. Com a progressão da doença, cristais de ácido úrico acumulam em algumas articulações, tais como cotovelos, tornozelos, formando os denominados tofos. Existe diagnóstico e tratamento para doença sendo necessário a avaliação reumatológica para que haja um controle da doença”, finaliza ele.
Centro da Coluna CREB: centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores na coluna vertebral. No Brasil, estima-se que um em cada três pessoas sofre de dores crônicas, especialmente dores na coluna, uma das mais frequentes. A OMS afirma que, nesse exato momento, metade da população mundial sente dores na região que vai do pescoço até o cóccix, no final da coluna. A má notícia é que dessa legião de pessoas, 60% sequer contam com um diagnóstico para suas dores e, assim, não estão sendo adequadamente tratados.
A boa notícia, entretanto, é que 90% das dores crônicas na coluna podem ser tratadas por meio de procedimentos não cirúrgicos e protocolos de reabilitação adequados. Ou seja, é possível ser feliz e não sentir dor. E é baseado nesta estatística e utilizando os mais modernos e eficazes protocolos de tratamento que atua o Centro da Coluna CREB (Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo), um centro de excelência em diagnóstico e tratamento de pacientes com dores na coluna, com uma bagagem de 30 anos de experiência em problemas músculo-esqueléticos.
– Atendemos das mais simples às mais complexas doenças na coluna vertebral que envolvem as regiões cervical, torácica, lombar ou sacral da coluna. Temos um atendimento especializado em coluna vertebral e dispomos de todos os recursos tecnológicos e protocolos para atendimento, em nossa própria clínica. Um exemplo são as duas piscinas climatizadas que dispomos para a prática de hidroterapia. Contamos também com estúdio de Pilates, as mais diversas técnicas de fisioterapia, acupuntura, RPG e aparelhos modernos, como raio-x digital, tudo concentrado na própria clínica. Assim, podemos oferecer um atendimento global, sempre com orientação de médicos reumatologistas e fisiatras – explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.
Segundo o médico, um diagnóstico preciso é o primeiro ponto para um tratamento de sucesso. O CREB conta com uma equipe multidisciplinar, o que oferece mais dinamismo ao tratamento proposto. O Centro da Coluna CREB conta com profissionais extremamente experientes e especializados, que trabalham em conjunto, como reumatologistas, fisiatras, ortopedistas e fisioterapeutas. “O paciente recebe um atendimento individual e tem todo o acompanhamento em seu tratamento, que é realizado na própria clínica. Os resultados são mais efetivos, mesmo porque o controle é maior”, garante o Dr. Haim Maleh.
– Os problemas da coluna vertebral têm em comum a dor, o desconforto, a sensação de queimação ou dormência, formigamento nos braços e mãos ou membros inferiores, tonteira, zumbido no ouvido ou mesmo lacrimejamento. Esses são sintomas comuns, que podem ter várias causas, como posturais, metabólicas, inflamatórias, infecciosas, emocionais e tumorais que podem ser por doenças da própria coluna ou por metástase de outros órgãos. É fundamental, portanto, uma avaliação médica e um diagnóstico correto para instituir o tratamento. Esse é o nosso objetivo, um correto diagnóstico para podermos orientar e tratar corretamente, facilitando o sucesso no tratamento e o bem estar do paciente – explica ele.
O Centro da Coluna CREB utiliza os mais moderno e eficientes protocolos e procedimentos não-cirúrgicos para o tratamento de problemas da coluna. “A dor é um sinal de alerta emitido pelo nosso corpo. E quanto mais rápido o paciente for tratado, mais fácil será alcançar sucesso no tratamento, e em menos tempo. “A perda de tônus muscular secundário ao sedentarismo, má postura e obesidade podem fazer uma pressão muito grande sobre a coluna vertebral, ocasionando os mais variados tipos de lesões. Atletas e praticantes amadores de esportes também podem sentir dores, muitas vezes após a realização de exercícios em excesso ou mal praticados. Somente um especialista poderá dar um diagnóstico preciso”, diz o Dr. Haim Maleh, lembrando que são sinais de alarme para dores nas costas febre sem motivo aparente, fraqueza muscular, anestesia ou dormência na face interna das coxas, dor do joelho até o tornozelo e dores noturnas que não melhoram mesmo com repouso.
– A lombalgia é, em países industrializados, a principal causa de incapacidade em pessoas com menos de 45anos. Estima-se que de 5 a 10% das causas de afastamento do trabalho provém de pacientes com lombalgia. Os números realmente são alarmantes e o pior é que muitas vezes a pessoa acha que são dores passageiras e não busca orientação médica. Mas essa pequena dor pode se transformar em um problema crônico. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista – finaliza o Dr Haim Maleh.
A eficácia da Fisioterapia para “dedo em gatilho”
É mais frequente do que se imagina ortopedistas, reumatologistas e fisiatras receberem a visita de paciente que chega ao consultório com o polegar da mão em posição de flexão, sem que se consiga esticá-lo, mesmo com esforço.
Trata-se do que se chama “dedo em gatilho”, na verdade uma inflamação que atinge o tendão responsável por dobrar o dedo - tendões flexores.
Tendões são cordas lisas e flexíveis que conectam os músculos do antebraço (localizados acima do pulso) aos dedos, ou seja, ligam os músculos aos ossos. Essas estruturas entram em um tubo que tem origem na base dos dedos, na metade da palma da mão - a chamada bainha do tendão, formada por diversas polias e que lubrifica o tendão flexor enquanto ele se move.
Quando os músculos do antebraço se contraem, puxam os tendões e levam as articulações a se dobrarem. O problema está na entrada do tendão no túnel (a bainha do tendão), local de maior resistência e estreitamento e onde ocorre o maior grau de inflamação e irritação. Esse processo gera dificuldade ou travamento do movimento do dedo. Uma vez inflamado, o tendão pode tornar a passagem por baixo da bainha mais apertada, ficando "preso" nesse ponto e "engatilhando".
Tal inflamação pode agravar fatores, como a realização de atividades manuais de extremo esforço ou repetitivas. Algumas doenças também podem contribuir para o surgimento do "dedo em gatilho": diabetes, hipotireoidismo, problemas reumáticos e artrite reumatoide, são exemplos. Segundo alguns especialistas, a maior frequência do "dedo em gatilho” é em mulheres.
Principais sintomas do Dedo em Gatilho
Os principais sintomas são o aumento de volume do dedo afetado (edema); dor na base dos dedos ou também na palma da mão; redução ou paralisação de movimentos do dedo acometido; endurecimento do dedo; e "estalido" doloroso parecido com um gatilho ao tentar esticar o dedo. É importante que um médico especialista seja consultado imediatamente se alguns desses sintomas aparecerem.
O tratamento varia conforme a intensidade e os sintomas, mas, na maior parte dos casos, a fisioterapia pode ser muito eficaz. Com um programa de exercícios, crochetagem, banho de parafina, laser, ultrassom e alongamentos, a fisioterapia contribui ao fortalecer os músculos responsáveis por esticar a mão e os dedos, ao manter a mobilidade e ao aliviar o inchaço e a dor. Outras recomendações também devem ser seguidas, como repouso, evitando as atividades manuais repetitivas e que exijam esforço; uso de crioterapia compressiva no local para aliviar o inchaço e medicamentos anti-inflamatórios com prescrição médica, além de outros procedimentos.
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