Dor nas costas e na coluna, é a mesma coisa?
Levante a mão quem nunca sentiu dores na coluna.
Poucos o farão; entre 1 mil pessoas, apenas 150 podem ser orgulhar de jamais ter sentido dores nas costas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que revela que 85% da população mundial sentiu, sente ou sentirá dor nas costas em algum momento de sua vida. Trata-se de um problema que atinge a todos, independente de raça, tamanho, idade, condição social ou profissão.
Dores na região lombar são frequentes, incluindo os jovens
Mas você conhece suas dores? Sabe a diferença entre dores nas costas e na coluna? Sim, há diferenças: dores na região lombar são cada vez mais frequentes, incluindo o público mais jovem, enquanto dores nas costas estão relacionadas a fatores musculares ou problemas em algum órgão do nosso corpo. Dores na coluna podem acontecer após tensões e lesões musculares, ocasionada, por exemplo, por trabalhos repetitivos, que exigem esforço físico intenso. Dores nas costas sinalizam, muitas vezes, uma sobrecarga que compromete a região.
– Outras doenças podem comprometer a região das costas, como a osteoporose, por exemplo. Doenças urinárias também. A pessoa tem sensação de cansaço, fadiga e as dores incomodam repetidamente. Inclusive, podem atrapalhar as atividades do dia a dia. Já a dor na coluna pode estar relacionada a problemas ósseos, como alterações degenerativas nos discos intervertebrais ou articulações; escorregamento de vértebras; desvios dos eixos normais da coluna; acometimento da coluna por patologias como hérnia de disco, artrose, estenose do canal vertebral, osteofitose, dentre outras doenças. Os sintomas são ainda mais fortes, com possível irradiação para outras áreas do corpo, com braços e pernas. Muitas vezes, a dor é incapacitante – explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O Dr. Marcio diz que a boa notícia é que as dores na coluna ou nas costas podem ser tratadas e aliviadas. “No CREB, utilizamos protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, RPG e pilates terapêutico, o que tem trazido excelentes resultados nos nossos tratamentos”, salienta. Segundo ele, é fundamental que o paciente procure um especialista ao menor sinal de dor nas costas ou coluna.
“É muito comum as pessoas acharem que é uma dor passageira. Fazem auto-medicação e acham que resolveram o problema. Isso é um perigo. Um especialista deve ser consultado o quanto antes, até porque quanto mais cedo começarmos a tratar, mais fácil será atingir o sucesso”, finaliza ele.
O Dia Mundial de Combate à Osteoporose é celebrado anualmente em 20 de outubro.
Esta data serve para conscientizar as pessoas sobre os cuidados que se deve ter para prevenir a doença, que já é considerada o segundo maior mal ao nível mundial, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. A osteoporose enfraquece a massa óss...
Esta data serve para conscientizar as pessoas sobre os cuidados que se deve ter para prevenir a doença, que já é considerada o segundo maior mal ao nível mundial, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares.
A osteoporose enfraquece a massa óssea, tornando o osso muito frágil, como se fosse um vidro, em muitos casos. A doença é predominante em idosos e, como não possui sintomas que alarmem (assintomático), devem ser feitos exames rotineiros para verificar a densidade óssea das pessoas de mais idade.
A principal causa da osteoporose é a ausência ou déficit de vitamina D nos ossos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% das pessoas acima dos 65 anos apresentam níveis de vitamina D no organismo abaixo do normal.
Fazer atividades físicas, ingerir alimentos ricos em cálcio (como o leite, por exemplo) e comer adequadamente são algumas dicas para prevenir a doença e não comprometer a sua qualidade de vida.
Osteoporose no Brasil
De acordo com dados da Federação Internacional de Osteoporose (IOF – International Osteoporosis Foundation), aproximadamente 10 milhões de brasileiros têm essa doença nos ossos.
Ainda segundo informações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o número de casos de osteoporose é maior em mulheres durante a pós-menopausa, sendo em média um caso para cada três mulheres.
Origem do Dia Mundial da Osteoporose
A Sociedade Britânica de Osteoporose instituiu a data em 1996 e no ano seguinte, 1997, a Internacional Osteoporosis Foundation adotou o dia como Dia Mundial e Nacional de Combate à Osteoporose.
Exame físico, histórico do paciente e imagens identificam osteoartrite no paciente
A artrose é uma degeneração da cartilagem articular, com uma mudança subsequente nas superfícies articulares ósseas.
A artrose é uma degeneração da cartilagem articular, com uma mudança subsequente nas superfícies articulares ósseas. Também conhecida como osteoartrite, trata-se de uma doença reumática degenerativa crônica, que provoca o desgaste das cartilagens dos ossos. De acordo com o Ministério da Previdência Social, trata-se da terceira causa de afastamento do trabalho. Segundo a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), há 10 milhões de casos registrados no Brasil.
Não há testes de laboratório que identifiquem a presença da osteoartrite no paciente. A doença será diagnóstica pelo médico especialista a partir da entrevista com o paciente e o exame físico.
“Podemos solicitar imagens de diagnóstico, como raio-X ou mesmo uma ressonância magnética do local atingido. Usamos testes de laboratório para descartar outras doenças, como a artrite reumatoide. A osteoartrite no quadril é um pouco mais difícil de se diagnosticar porque a dor no quadril pode ser mais difusa, irradiando para as nádegas, virilha e perna. Antes de mais nada, pedimos ao paciente que descreva seus sintomas e o quanto isso afeta seu dia a dia”, explica o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
O exame físico também é importante, segundo o médico. No caso da suspeita de osteoartrite no quadril, será testado a amplitude de movimento da região, além dos pontos de inchaço e dor.
A marcha do paciente também será avaliada. Em seguida, poderá ser solicitado exame de raio-X pois, segundo o Dr. Tubino, “a degeneração da articulação do quadril é indicado na imagem por uma perda de espaço articular entre o fêmur e o acetábulo do osso pélvico. Esse exame também pode revelar esporões ósseos ou osteófitos. Eles são um sinal normal de envelhecimento, mas podem se proliferar à medida que os ossos compensam a perda da cartilagem. Isso pode criar uma fricção adicional no local, resultando em mais dor”, explica ele, pontuando que detalhes adicionais podem ser alcançados com uma ressonância magnética, que faz imagem do tecido mole (ligamentos, tendões e músculos), assim como ossos.
“O importante é que ao menor sinal de dor constante na região, um especialista deve ser procurado. A artrose não pode ser revertida, mas os tratamentos estão cada vez mais modernos e podem devolver ao paciente a qualidade de vida perdida”, finaliza o Dr. Camilo.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619