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Ao cuidar do bebê, é preciso ter cuidado com a coluna

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No período gestacional, as futuras mamães sobrem dores na coluna, e isso é muito natural.

No período gestacional, as futuras mamães sobrem dores na coluna, e isso é muito natural. Alongamentos e atividades físicas como hidroterapia/ hidroginástica e pilates são excelentes opções. Mas e quando o bebê finalmente nasce? As mamães ficam, enfim, livres dessas dores na coluna?

  • É muito comum as mães sentirem dores no pescoço e nos ombros, por conta da amamentação e dos cuidados diários com os bebês. Em geral, há vícios de postura que precisam ser corrigidos, afinal a mãe passa muito tempo com o filho no colo, ou seja, um peso extra. É preciso ter consciência para não sentir dores na coluna – afirma o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O médico do CREB explica que ao amamentar o bebê é preciso procurar utilizar um apoio para os braços e o pescoço, deixando-os relaxados. Diz, ainda, que a mãe não deve ficar olhando o bebê com a cabeça baixa, por muito tempo. Outra dica é alternar o braço de apoio a cada mamada. “Quando amamenta de forma errada, o peso do bebê recai todo nos braços da mãe, sobrecarregando ombros e pescoço”, ilustra.

  • Na hora do banco, coloque a banheirinha do bebê sobre uma mesa, de forma que você não precise se curvar, forçando a lombar. O mesmo vale para a troca de fraldas. Ao retirar o bebê do berço, mantenha-o bem próximo de seu corpo, evitando sobrecarregar os braços e ombros. Dobre levemente o joelho, evitando curvar para pegá-lo – aconselha o ortopedista.

Fumo pode estar relacionado ao desenvolvimento da osteoporose

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Você sabia que o cigarro pode estar relacionado ao desenvolvimento da osteoporose? E que também atrapalha a consolidação óssea, leva ao retardo e a pseudartrose na fratura, obstrui a microcirculação dos tensões e inúmeros trabalhos científicos atesta...

Você sabia que o cigarro pode estar relacionado ao desenvolvimento da osteoporose? E que também atrapalha a consolidação óssea, leva ao retardo e a pseudartrose na fratura, obstrui a microcirculação dos tensões e inúmeros trabalhos científicos atestam que quem fuma tem maior chance de desenvolver rupturas do manguito roteador e pior prognóstico após a ruptura destes tendões? Pouco se divulga, mas o fumo também pode provocar lesões ortopédicas.

O fumo atrapalha o metabolismo do cálcio

“O cigarro deve ser terminantemente proibido para aqueles que estão em processo de cicatrização de uma fratura, porque o fumo atua de forma negativa diretamente na consolidação óssea. Obviamente que não se pode interferir no quanto aquele paciente já fumou, mas durante a cicatrização o fumante deve evitar a todo custo o cigarro. Esse paciente levará mais tempo para colar uma fratura e se estiver fumando muito pode até acontecer da fratura simplesmente não colar. Neste caso, ele desenvolve o que chamamos de pseudartrose, que é uma falsa articulação”, explica Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e coordenador do Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refratura da clínica.

O ortopedista diz que o fumo provoca alterações da microcirculação sanguínea, o que pode proporcionar uma maior facilidade para que os tendões inflamem, dificultando a cicatrização dos tecidos tendinosos. “O fumo atrapalha o metabolismo do cálcio e, por isso, pacientes fumantes têm uma maior incidência de osteoporose”, alerta.


CREB conta com serviço especializado para tratar de Incontinência Fecal em crianças

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Motivo de muito constrangimento para a criança, a Incontinência fecal infantil

A Incontinência fecal infantil caracteriza-se pela perda da capacidade de controlar a eliminação dos gases e das fezes e geralmente ocorre com crianças acima de 4 anos. A criança acometida não controla a eliminação das fezes devido a problemas de prisão de ventre ou traumas psicológicos, fazendo com que perca as fezes de forma involuntária.

– Tal condição traz problemas emocionais, até mesmo com afastamento do convívio social por conta de vergonha, medo de descobertas, perda da autoestima e da confiança. As estatísticas aponta que entre 15 e 30% das crianças com distúrbios intestinais funcionais continuam a apresentar dor e infrequência na defecação, dor abdominal e escape fecal muito depois de atingirem a puberdade – afirma Waleska Rocha, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

A fisioterapia é utilizada para fortalecer os músculos e ensinar técnicas de autorregulação

Segundo ela, o CREB conta com um setor especializado para tratamento dessa doença, que varia de acordo com a gravidade e causa. Waleska diz que a fisioterapia é utilizada para fortalecer os músculos da região anal e ensinar técnicas de autorregulação em que o paciente reaprende a defecar e a controlar a eliminação de fezes.

– Os sintomas da incontinência fecal começam com a perda de capacidade de segurar os gases intestinais. Com o passar do tempo, o ânus pode tornar-se mais flácido e frouxo e fezes líquidas deixam de ser retidas, bem como fezes sólidas. O importante é consultar um especialista e iniciar logo o tratamento – garante ela.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619