Novo Tratamento Médico no CREB: Neuromodulação na Ortopedia
Inovação no tratamento da dor crônica, com mais conforto e recuperação funcional
O CREB amplia seu cuidado especializado com um novo tratamento para pacientes que convivem com dores persistentes: a Radiofrequência Pulsada de Baixa Frequência, recurso terapêutico utilizado para modular a transmissão da dor sem causar lesão térmica nos tecidos.
Indicada para diferentes patologias ortopédicas, a técnica pode auxiliar no tratamento de dores crônicas relacionadas à coluna, quadris, joelhos, ombros e pés, contribuindo para melhora da dor, da mobilidade e da qualidade de vida.
Como funciona a Neuromodulação por radiofrequência?
O tratamento atua nos nervos responsáveis pela condução dolorosa, promovendo neuromodulação e reduzindo estímulos de dor de forma segura e controlada. Diferente de técnicas ablativas, a radiofrequência pulsada não gera calor lesivo local, tornando o procedimento menos agressivo e com excelente tolerância.
Como é realizada a Neuromodulação?
Pode ser feito de duas formas, conforme indicação médica:
- Placas transcutâneas – método totalmente não invasivo
- Aplicação percutânea com agulhas especiais – realizada sob anestesia local
Em ambos os casos, o procedimento leva de 15 a 20 minutos, é relativamente confortável e conduzido por médico especializado.
Tecnologia Spring 2
No CREB, utilizamos o moderno equipamento Spring 2, que oferece:
- Controle térmico avançado
- Maior precisão e segurança durante todo o procedimento
- Tratamento simultâneo em múltiplos pontos dolorosos
- Protocolos modernos e personalizados
Tratamento integrado
A neuromodulação também pode ser associada a fisioterapia, reabilitação funcional e infiltrações com ácido hialurônico, potencializando os resultados e ampliando a recuperação global do paciente. CREB, Tecnologia, inovação e movimento para sua vida sem dor.
Chikungunya: “rastro” pode durar por meses
Até o final de maio, o Rio de Janeiro já contabilizava 4.177 casos suspeitos notificados de Chikungunya em todo o Estado
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Em hospitais da rede pública, por exemplo, nada menos do que 50% dos pacientes de reumatologia têm suspeita da doença.
A maior parte dos pacientes atendidos nos últimos meses, que tiveram o diagnóstico da doença, se queixam de fortes dores nas articulações, e apesar de corretamente medicados, não conseguiram se livrar das fortes dores articulares. As dores relatadas são, principalmente, nas mãos, punhos, nos pés e tornozelos, resultando em incapacidade para desempenhar atividades diárias.
Muitos pacientes continuam sentindo dores articulares durante um a três meses
A fase aguda da doença dura cerca de dez dias e é acompanhada de febre, acima de 38,5 graus, além das dores articulares e, muitas vezes, inchaço. Após esse período, observa-se a permanência das dores e evolução para um quadro de artrite, limitante associado a sensação de dormência nas mãos e pés.
“Muitos pacientes continuam sentindo dores articulares durante um a três meses, mas há relatos de pacientes que continuam com as dores por um período mais prolongado. A chikungunya pode ser um gatilho para doenças reumáticas inflamatórias crônicas, como a artrite reumatoide, principalmente em pacientes com mais de 60 anos e que já tenham predisposição genética”, afirma o Dr. Haim Maleh, Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
A Sociedade Brasileira de Reumatologia e da Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro está atenta à situação e seus membros vêm discutindo um protocolo de atendimento da doença na parte reumatológica. É consenso de que o paciente deve procurar um Reumatologista e iniciar um tratamento medicamentoso e fisioterápico.
“As dores podem ser intensas. Há necessidade de repouso, do uso de medicamentos e fisioterapia, que tem vários recursos para melhorar o quadro de dor. É bastante usual que pacientes acometidos pela chikungunya também sintam dores intensas nas articulações dos membros superiores e inferiores extremamente incapacitantes, com presença de edema e sensação de dormência nas extremidades. A fisioterapia é muito importante nesse momento, pois combaterá a dor e devolverá a mobilidade do paciente”, completa o Dr. Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB.
TOC, o grande reforço de todos os atletas nos Jogos Olímpicos de Beijing
Atletas do mundo inteiro ganharam um grande reforço nas Olimpíadas de Beijing, que aconteceram de 8 a 24 de agosto de 2008, na China.
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos disponibilizou para todos os atletas, de todas as modalidades, o que há de mais novo e moderno no tratamento das dores do sistema músculo esquelético: a Terapia por Ondas de Choque – TOC – um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos.
O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões. Os efeitos das ondas acústicas – aplicadas apenas na área indicada – causam o aumento da pressão local, com a ruptura da calcificação e sua posterior reabsorção e por liberação de substâncias que agem na inflamação. E resolvem o processo aliviando a dor e a incapacidade funcional, que geralmente acontece nestes casos. A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration.
O Comitê Organizador das Olimpíadas anunciou que disponibilizou a TOC na policlínica de Beijing, durante toda a competição. A utilização da TOC já é muito comum nos EUA e na Europa e começa a ser oferecido no Brasil, entusiasmando os médicos pelos excelentes resultados alcançados. O CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – é uma das clínicas pioneiras na aplicação da TOC no Rio de Janeiro.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619