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Longevidade Articular: movimento com qualidade ao longo da vida

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Falar em longevidade articular vai muito além de evitar dores.

Trata-se de preservar a capacidade de se movimentar com segurança, autonomia e independência ao longo dos anos. É garantir que atividades simples do dia a dia — como caminhar, subir escadas ou carregar objetos — e até mesmo a prática esportiva continuem fazendo parte da rotina, mesmo com o avanço da idade.

O cuidado com as articulações deve começar cedo e ser contínuo. Manter o corpo ativo, com exercícios orientados e adequados às necessidades individuais, contribui para a saúde muscular, estabilidade articular e prevenção de lesões.

A importância do Acompanhamento Médico

No entanto, movimento com qualidade exige atenção: não basta se movimentar, é preciso se movimentar bem. Nesse contexto, o acompanhamento médico regular é fundamental. Consultas periódicas, exames e avaliações preventivas permitem identificar precocemente alterações que, se não tratadas, podem comprometer a função articular no futuro.

Além disso, quando necessário, intervenções como reabilitação, fisioterapia e tratamentos específicos ajudam a recuperar e preservar a funcionalidade. Cuidar das articulações é investir na própria liberdade. É poder escolher continuar ativo, independente e participativo em todas as fases da vida.

Afinal, viver mais é importante — mas viver melhor, com movimento e qualidade, é essencial.


Os 5 erros mais comuns ao iniciar exercícios após os 50 anos

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Como evitar os 5 erros mais comuns ao iniciar exercícios após os 50 anos com segurança

Se você tem mais de 50 anos, provavelmente já ouviu que exercícios físicos são essenciais para sua saúde. E é verdade.

Mas iniciar essa jornada sem a orientação certa pode gerar o efeito oposto: lesões, dores e frustrações que afastam você da prática. Seu corpo mudou. Agora, ele precisa de cuidado, prevenção e um plano sob medida.

No CREB, referência em saúde musculoesquelética, listamos os principais erros que vemos todos os dias em nossos consultórios - e, mais importante, como evitá-los com apoio técnico e segurança.

1. Apostar só nos exercícios aeróbicos

Caminhada, corrida, bicicleta… são ótimos. Mas sozinhos não bastam. Hoje, sabemos que exercícios como musculação, Pilates e hidroginástica são fundamentais para manter a força, o equilíbrio e proteger as articulações.

2. Querer voltar ao ritmo dos 20 anos

Tênis, futebol, futevôlei, dança, spinning… parecem ótimas opções, mas sem avaliação e preparo, aumentam o risco de lesão. Toda atividade precisa respeitar o seu corpo atual e suas limitações.

3. Treinar sem orientação e ignorar a musculação

Acompanhamento com fisioterapeutas ou educadores físicos é indispensável. A musculação é hoje a principal aliada contra a sarcopenia (perda de massa muscular), que compromete a mobilidade, a independência e a saúde global. No CREB, temos uma academia terapêutica exclusiva para você começar com segurança. 

4. Não ajustar a alimentação à nova fase

Após os 50, o corpo precisa de mais proteína de qualidade e menos gordura. Dietas mal orientadas comprometem os resultados do treino e podem agravar doenças metabólicas como diabetes e hipertensão. 

5. Começar atividades físicas sem avaliação médica

Esse é o erro mais perigoso. Sem uma avaliação ortopédica completa, você pode agravar lesões silenciosas. No CREB, realizamos exames de imagem, testes de força e equilíbrio, e discutimos com você a melhor estratégia de prevenção e tratamento.

Como o CREB pode te ajudar? Em nossas unidades você encontra:

  • Avaliação médica especializada
  • Exames como radiografia, ultrassonografia, baropodometria e dinamometria
  • Fisioterapia, acupuntura, RPG
  • Infiltrações com ácido hialurônico, infusões para osteoporose
  • Academia terapêutica exclusiva
  • Atendimento humanizado e integrado

O primeiro passo é seu. Os próximos, damos juntos. Vamos te ajudar a viver com mais saúde, movimento e bem-estar.


Bexiga Hiperativa: 30% das pessoas acima dos 75 anos têm a doença

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Mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são acometidas pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH), uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente...

Mais de 30% das pessoas com idade acima de 75 anos são acometidas pela Síndrome da Bexiga Hiperativa (BH), uma doença definida pela Sociedade Internacional de Continência (ICS) como urgência miccional, com ou sem incontinência de urgência, geralmente acompanhada por frequência e noctúria. “Essa doença afeta muito negativamente a qualidade de vida do paciente, causando isolamento social, frustração, ansiedade e até depressão”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do staff de reabilitação uroginecológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, o diagnóstico é clínico e é determinado quando afastada a infecção urinária ou outra causa evidente. Consiste na presença de contrações vesicais involuntárias durante a fase de enchimento, não permitindo o controle da bexiga. Isso gera desconforto, urgência para urinar e até perda miccional. A fisioterapeuta explica que a doença é causada por diversos fatores, como, por exemplo, a diminuição da resposta inibitória do arco reflexo da micção pelo sistema nervoso central. “Também podemos encontrar causas miogênicas, como alteração estrutural e ultraestrutural primária do detrusor; e alterações do urotélio, que podem aumentar as informações aferentes, que são interpretadas pelos centros superiores como uma necessidade imperiosa de urinar. Quando a causa é indeterminada, ela é chamada Bexiga Hiperativa Idiopática”, explica.

A boa notícia é que a bexiga hiperativa tem tratamento, e a fisioterapia é um tratamento conservador simples, de baixo custo e é considerado de primeira linha. Waleska pontua que o CREB oferece esse tratamento, não invasivo, com pouquíssimas contraindicações. “ A gente busca a reabilitação do assoalho pélvico por meio de exercícios de contração e relaxamento da musculatura, com uso de eletroestimulação e biofeedback. Seu resultado é comprovadamente eficaz, levando a bexiga a contrair menos e oferecendo ao paciente a consciência do próprio corpo e o controle da micção”, afirma a fisioterapeuta.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619