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Moderno setor de reabilitação para tratamento de alteração da marcha

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O Brasil já conta com uma população de 14,5 milhões de idosos. Estimativas indicam que o número de quedas desse grupo é de 4,35 milhões por ano, das quais 2,175 milhões (ou seja, quase 50%) resultam em algum tipo de lesão, das quais 10% (217.000) são...

O Brasil já conta com uma população de 14,5 milhões de idosos. Estimativas indicam que o número de quedas desse grupo é de 4,35 milhões por ano, das quais 2,175 milhões (ou seja, quase 50%) resultam em algum tipo de lesão, das quais 10% (217.000) são lesões graves.

– Além de representar importante causa de mortalidade entre adultos jovens e idosos, as quedas levam um maior risco de declínio da independência funcional e aumento da necessidade de hospitalização e de institucionalização, onerando os serviços de saúde – afirma a fisioterapeuta Bruna Túlio, que faz parte da equipe do médico fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A marcha é uma habilidade motora extremamente complexa

Segundo a profissional, a marcha é uma habilidade motora extremamente complexa, composta por uma sequência de movimentos cíclicos dos membros inferiores. Algumas alterações no controle postural, ou em outros sistemas associados ao equilíbrio humano como o sistema nervoso central ou periférico, podem acarretar inúmeras alterações na marcha de uma pessoa.

– O processo de envelhecimento está associado a um dos principais fatores de alteração no padrão da marcha e no equilíbrio dos seres humanos. A análise destas funções motoras pode contribuir para identificar situações de risco potencial para quedas, sendo este um evento que representa um grave problema de saúde pública, em função da frequência e das consequências físicas, psicológicas e sociais que pode acarretar – explica.

O CREB conta com um moderno setor de reabilitação neurológica, equipado para o tratamento das diversas patologias envolvidas nas alterações de marcha, onde o paciente será submetido a uma avaliação com o fisioterapeuta e tratado com técnicas que abordam todos os critérios envolvidos com a marcha, como o equilíbrio, fraqueza de MMII, quadro álgicos, encurtamentos, entre outros. A clínica conta com duas piscinas, específicas e apropriadas para reabilitação, e protocolos que abrangem inúmeras técnicas de cinesioterapia, oferecendo um tratamento objetivo e diferenciado, trazendo com maior brevidade o restabelecimento da qualidade de vida.


Cuidado! O uso excessivo do celular pode provocar tendinite na mão e no punho

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Cuidado! O uso excessivo do celular pode provocar tendinite na mão e no punho

Muito provavelmente, você deve estar lendo este conteúdo preparado por nossos médicos no seu smartphone, certo? Se não, certamente o utilizou agora há pouco, para ler e-mails, enviar mensagens pelo WhatsApp, jogar alguns joguinhos ou mesmo para ver uma série na Netflix. A verdade é que utilizamos o celular o dia inteiro, e seu uso excessivo pode provocar tendinite na mão e no punho.

Assim como todas as clínicas de ortopedia, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo recebe diariamente inúmeros pacientes, homens e mulheres de todas as idades, incluindo crianças, com dores nas mãos e nos punhos. “Quando utilizamos o celular, os punhos ficam sempre na mesma posição, enquanto os dedos produzem movimentos repetitivos. Essa sucessão de movimentos iguais é o que pode provocar a tendinite na mão e no punho”, alerta a Dra. Renata Rosenfeld, ortopedista do CREB especialista em mãos.

Sintomas da tendinite na mão e no punho

Os sintomas da tendinite na mão e no punho são, segundo a ortopedista do CREB, dor localizada, sensação de queimação ao movimentar o músculo afetado e irradiação para regiões próximas. “Em alguns casos mais graves de tendinite na mão e no punho, pode haver até mesmo o comprometimento das funções do músculo. Um paciente grave pode não conseguir segurar uma caneta ou um volante, ao dirigir, por exemplo”, ilustra a Dra. Renata.

Como prevenir a tendinite na mão e no punho?

Naturalmente é preciso diminuir o tempo dedicado ao smartphone, e é sempre bom destacar que isso faz um bem danado a saúde integral das pessoas. A ortopedista especialista em mãos do CREB diz que alongamentos das mãos, punhos, pescoço, ombros, braços e antebraços, a cada meia hora de uso do smartphone, pode ajudar muito a evitar a doença.

“Utilizar as duas mãos para teclar no celular é uma dica importante. Também precisamos evitar deixar o pescoço muito baixo, porque isso sobrecarrega os ombros quando seguramos o celular. É fundamental ficar de olho na postura e ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. A fisioterapia ajuda a fortalecer os músculos e as articulações das mãos e punhos, melhorando a flexibilidade e reduzindo a dor. Mas se o paciente se tratar, melhorar mas voltar aos velhos hábitos, a tendinite na mão e no punho pode voltar, ainda mais forte”, alerta.

 


Qual tratamento fisioterapêutico é mais eficaz: individual ou em grupo?

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Qual tratamento fisioterapêutico é mais eficaz: individual ou em grupo?

O tratamento fisioterapêutico individual ou em grupo são igualmente eficazes nas lesões musculoesqueléticas? De acordo com um artigo publicado no conceituado British Journal of Sports Medicine, o tratamento fisioterapêutico individual ou em grupo são igualmente eficazes. A eficácia dependerá, claro, do esforço e comprometimento do paciente e da atuação do profissional fisioterapeuta.

Segundo Handerson Meurer, Coordenador de Fisioterapia do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o exercício é um dos componentes mais eficazes da fisioterapia para uma série de condições musculoesqueléticas. Os protocolos dos exercícios podem ser individuais ou em grupo.

  • Às vezes, o paciente tende a achar que o resultado não será tão eficiente porque está fazendo sua fisioterapia em grupo. Não é verdade. Ensaios clínicos que incluíram condições associadas à dor lombar, cervical, quadril, joelho, tornozelo, ombro, cotovelo e punho foram feitos e os efeitos foram os mesmos nos dois modos de fisioterapia, individual e em grupo. Na fisioterapia em grupo, se gasta mais tempo na educação do paciente para ele executar corretamente o exercício e isso é positivo. O paciente se esforça mais. Não há evidências de que a fisioterapia individual ofereça mais ganhos ao paciente – finaliza ele.


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