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Videogame pode ser um grande aliado da qualidade de vida

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Não há dúvidas que um dia inteiro diante de um videogame não é uma atividade saudável para criança alguma. Mas o uso dirigido pode ser, sim, um aliado da qualidade de vida e, mais do que isso, até mesmo um recurso para tratamento médico. O Departamen...

Não há dúvidas que um dia inteiro diante de um videogame não é uma atividade saudável para criança alguma. Mas o uso dirigido pode ser, sim, um aliado da qualidade de vida e, mais do que isso, até mesmo um recurso para tratamento médico. O Departamento de Saúde do Reino Unido, por exemplo, já aprovou o uso do Wii, da Nintendo, como um game capaz de contribuir para a redução da obesidade infantil. No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o videogame é utilizado por sua equipe de fisioterapeutas em diversos tratamentos.

“O videogame pode ser um grande aliado da saúde. Não estamos falando de qualquer videogame, claro, mas sim daqueles que não utilizam fio nos controles e precisam de estímulos, pulos, passos de dança, socos e demais movimentos para fazer o jogo funcionar. Não é saudável uma criança ou jovem passar o dia fechado em um quarto, jogando videogame. Nem mesmo esses videogames do tipo do Wii, da Nintendo. Mas a atividade por um tem controlado pode ser uma excelente atividade física”, explica o Reumatologista Antônio D’almeida Neto, do CREB.

Segundo o ortopedista, o prazer da atividade é um grande aliado, proporcionando ao jogador a prática do exercício físico “brincando”. O Dr. Antônio pontua que os jogos são realizados a partir de movimentos repetitivos e muito alongamento. “Muitos jovens sedentários passaram a praticar exercícios a partir desse videogame”, ressalta ele.

O Wii tem sido usado no mundo todo como um aliado da qualidade de vida. Na França, abrigos de idosos utilizam os jogos para movimentar seus moradores. O governo britânico concedeu ao jogo o selo NHS Change4Life do Department of Health, qualificação do governo britânico que incentiva as pessoas a adotarem a prática de atividades esportivas e hábitos alimentares mais saudáveis. No Brasil, várias academias utilizam essa opção para exercitar seus alunos. No CREB


Ortopedista do CREB apresentará trabalho em congresso internacional de TOC, na Espanha

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A ortopedista Danielle Soares Morel, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participará do 20th Congress of the International Society for Medical Shockwave Treatments – congresso internacional sobre Terapia de Ondas de Choque (TOC),...

A ortopedista Danielle Soares Morel, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – participará do 20th Congress of the International Society for Medical Shockwave Treatments – congresso internacional sobre Terapia de Ondas de Choque (TOC), que acontecerá em San Sebastian, na Espanha, de 22 a 24 de junho.

O encontro, que reunirá especialistas do mundo inteiro, apresentará os avanços e as novidades da TOC. A Dra. Danielle apresentará, na ocasião, um trabalho no formato poster intitulado: “Extracorporeal shockwave therapy and delayed healing of fracture of fifth metatarsal – a case report”.

“Fiz um relato de caso de uma paciente que tratei recentemente no CREB e que evoluiu muito bem. Havia um retardo de consolidação de uma fratura no pé e realizamos sessões de TOC, com excelente resultado”, afirma a Dra. Danielle, membro da equipe de Terapia de Ondas de Choque do CREB, coordenada pelo Dr. António d’Almeida. Corroboramos mais uma vez a indicação de TOC – Terapia por Ondas de Choque – para pseudo artrose e retardo de consolidação de fratura.


Alzheimer: CREB conta com setor especializado para reabilitação

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A doença de Alzheimer caracteriza-se pela atrofia do córtex cerebral. O processo geralmente é difuso, mas pode ser mais grave nos lobos frontal, parietal e temporal. O grau de atrofia varia. “O envelhecimento normal do cérebro é acompanhado de atrofi...

A doença de Alzheimer caracteriza-se pela atrofia do córtex cerebral. O processo geralmente é difuso, mas pode ser mais grave nos lobos frontal, parietal e temporal. O grau de atrofia varia. “O envelhecimento normal do cérebro é acompanhado de atrofia. Há uma superposição no grau de atrofia do cérebro de pacientes idosos com Alzheimer e pessoas afetadas pela doença. Ao exame microscópico, há perda tanto de neurônio como de neurópilo no córtex e, ocasionalmente, se observa uma desmielinização secundária na substância branca subcortical. Com o uso da morfometria quantitativa, a maior perda é a de grandes neurônios corticais. Os achados mais característicos são placas senis e emaranhadas neurofibrilares argentofílicos”, relata Liliane Regina Meurer Colla, fisioterapeuta do setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Irritabilidade, hostilidade e agitação podem ocorrer como resposta à perda de controle e de memória

 

Segundo ela, a demência senil do tipo Alzheimer pode ainda ser subdividida de acordo com o estágio clínico, mas existe grande variabilidade e a evolução dos estágios frequentemente não é tão ordenada como se poderia deduzir. “No estágio Inicial há perda da memória recente, incapacidade de aprender e reter informações novas, problemas de linguagem, labilidade de humor e, possivelmente, alterações de personalidade. Os pacientes podem apresentar dificuldade progressiva para desempenhar as atividades de vida diária. Irritabilidade, hostilidade e agitação podem ocorrer como resposta à perda de controle e de memória. O estágio inicial, no entanto, pode não comprometer a sociabilidade”, diz.

No estágio intermediário, explica a fisioterapeuta, o paciente é completamente incapaz de aprender e lembrar de informações novas. “Os pacientes se perdem constantemente, a ponto de não conseguirem encontrar o seu próprio quarto ou banheiro. Embora continuem a deambular, estão em risco significativo de quedas ou acidentes secundários à confusão. O paciente pode precisar de assistência nas AVDs (atividades da vida diária). A desorganização comportamental ocorre na forma de perambulação, agitação, hostilidade, falta de cooperação ou agressividade física. Neste estágio, o paciente já perdeu todo o senso de tempo e lugar”, complementa.

O estágio final da doença é coma e morte

No estágio grave ou terminal, o paciente é incapaz de andar, totalmente incontinente e incapaz de desempenhar qualquer AVD. “Podem ser incapazes de deglutir e podem necessitar de alimentação por sonda nasogastrica. Estão em risco de pneumonia, desnutrição e necrose da pele por pressão. A duração da doença é de 8 a 10 anos, mas a evolução varia de 1 a 25 anos. Por motivos desconhecidos, alguns pacientes com Alzheimer evidenciam um declínio gradual e lento da função, enquanto outros têm platôs prolongados sem deterioração importante. O estágio final da doença de Alzheimer é coma e morte”, afirma a fisioterapeuta do CREB.

O CREB conta com um setor equipado com diversos aparelhos e profissionais especializados para o tratamento do Alzheimer. “As condutas fisioterápicas incluem retardar a progressão e efeitos dos sintomas da doença, evitar ou diminuir complicações e deformidades, manter as capacidades funcionais do paciente, manter ou devolver a atividade funcional das articulações, evitar contraturas e encurtamentos musculares, evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular. Além disso é desenvolvido também um trabalho de posturas corretas, treino do padrão da marcha e equilíbrio”, relata o Coordenador da Fisioterapia do CREB, Handerson Meurer.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619