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Pilates terapêutico é excelente opção para pacientes da terceira idade com osteoporose

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A prática de exercício físico regular, orientado pelo médico, é fundamental para os pacientes de osteoporose, concomitantemente ao tratamento medicamentoso, adoção de uma dieta rica em cálcio e banhos diários de sol.

A prática de exercício físico regular, orientado pelo médico, é fundamental para os pacientes de osteoporose, concomitantemente ao tratamento medicamentoso, adoção de uma dieta rica em cálcio e banhos diários de sol.

A osteoporose – redução da quantidade e da qualidade da massa óssea – atinge mais de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos. Na terceira idade, os índices crescem vertiginosamente e são alarmantes. Sendo assim, o pilates terapêutico é uma excelente opção de exercício físico, já que sua prática não tem qualquer contraindicação.

Segundo o ortopedista e coordenador do Prevrefrat (Programa de Prevenção a refratura) e de doenças osteometabólicas do CREB, Bernardo Stolnicki, a osteoporose é a principal causa de fraturas por baixo impacto e pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldade para locomoção e, consequentemente, deterioração da qualidade de vida.

A prática regular de pilates terapêutico, disponível no CREB, diz ele, traz inúmeros benefícios ao paciente. Obviamente que há limites, mas o osso pode alterar sua resistência a partir das tensões mecânicas. O tecido ósseo torna-se mais forte. Além disso, o pilates reforça o equilíbrio, aumenta a força muscular e trabalha a coordenação motora do praticante”, afirma.

A flexibilidade e o alongamento melhoram o sistema motor e biomecânico do idoso

O número de idosos que procuram o pilates terapêutico aumenta progressivamente no mundo inteiro. De acordo com o fisioterapeuta Lucas França, do CREB, a atividade traz consciência corporal, fortalecimento e alongamento, além de reforço do equilíbrio, o que é fundamental para um paciente de osteoporose.

“A flexibilidade e o alongamento, adquiridos ao se praticar o método, cooperam para uma melhora de todo o sistema motor e biomecânico do idoso, restabelecendo antigos movimentos que, com o passar dos anos, tornaram-se praticamente impossíveis de serem realizados. Pelo fato de o método poder ser adaptado a qualquer indivíduo, seus prós são múltiplos e variados ao ser praticado por idosos.

“Entre estes prós estão o pouco impacto nas articulações, movimentos lentos, pouca repetição de exercícios, priorização de alongamento e fortalecimento muscular. Ou seja, os riscos de lesões se praticados com profissionais qualificados durante a prática são praticamente nulos. O pilates é um forte aliado para que os idosos melhorem a saúde do corpo, a autoestima e a confiança em si mesmos, conservando a independência física e mental. Sua prática pode fazer com que o indivíduo reconheça suas limitações pessoais, conscientizando-se das próprias capacidades, o que é muito valioso para a pessoa idosa. Os idosos devem ser estimulados à apropriação e ao reconhecimento de seu corpo e sua maturidade, sendo esses os primeiros passos para aceitação de sua nova realidade de vida, uma vez que as mudanças corporais e emocionais tornam-se mais nítidas”, garante o fisioterapeuta, pontuando que a conjunção do pilates terapêutico com a hidroterapia, como muitas vezes é indicado no CREB, oferece um resultado ao tratamento muito melhor e mais rápido.


Síndrome Cruzada Superior tem tratamento e resultados podem ser excelentes

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Embora tenha sido descrita e definida em 1979 como uma alteração postural levando ao encurtamento de alguns músculos e inibindo a força de outros em padrão cruzado, a Síndrome Cruzada Superior (Upper cross Syndrome) vem sendo sub-diagnosticada, muita...

Embora tenha sido descrita e definida em 1979 como uma alteração postural levando ao encurtamento de alguns músculos e inibindo a força de outros em padrão cruzado, a Síndrome Cruzada Superior (Upper cross Syndrome) vem sendo sub-diagnosticada, muitas vezes segmentada e não analisada de forma global no indivíduo. A correria estressante do dia a dia e a utilização cada vez mais de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, têm aumentado exponencialmente o índice de pacientes que apresentam essa síndrome, apresentando uma postura com anteriorização da cabeça, aumento da lordose cervical e cifose dorsal e elevação e anteriorização do ombro e escápula alada, o que provoca um “desembalanço” muscular acentuado.

A Síndrome Cruzada Superior  vem sendo sub-diagnosticada

“Os desequilíbrios musculares padrões são o encurtamento na parte dorsal dos músculos trapézio (fibras superiores) e elevador da escápula, na parte ventral encurtamento dos músculos peitorais (maior e menor) e devido a essas hipersolicitações/tensões há uma inibição cruzada, sendo na região frontal fraqueza de flexores profundos cervicais e serrátil anterior, cruzando dorsalmente fraqueza nas porções medial e inferior do músculo trapézio e rombóides. O diagnóstico realizado de forma separada, seja ele de patologia apenas cervical, ou apenas de patologia do ombro, não soluciona o quadro clínico do paciente como um todo, por isso a porcentagem de pacientes que retornam com recidiva das dores é alta, pois só parte do problema foi solucionado”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, quando se fala do ombro, “a postura de anteriorização de cabeça cria uma cascata de compensação postural, diminuindo a estabilização da articulação, principalmente devido a fraqueza do músculo serrátil anterior alterando o posicionamento da escápula (escápula alada). Esta perda de estabilidade decorrente da escápula alada faz com que a atividade dos músculos elevador da escápula e trapézio superior aumente a sua tensão, criando um ciclo vicioso para poder prover estabilidade ao complexo do ombro, intensificando o desequilíbrio muscular e aumentando o padrão postural patológico”. O ortopedista do CREB explica que os principais sintomas desta síndrome são dor de cabeça, tensão cervical, dor na região dorsal, dor e crepitação no ombro e leve formigamento que se estende pelo membro superior.

A boa notícia é que o tratamento pode apresentar excelentes resultados, com correção postural e fortalecimento muscular. “No CREB adotamos protocolos que incluem a RPG, o pilates terapêutico e acupuntura, e os resultados têm sido excelentes. Ao menor sinal de dores, é preciso consultar um médico especialista”, finaliza o Dr. Márcio.


Serviço de aconselhamento psicológico do CREB está completando um ano com sucesso

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atendimento psicológico

Há exato um ano, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – inovou mais uma vez e instituiu o serviço de acompanhamento psicológico para ajudar pacientes com dor crônica. Trata-se da primeira clínica de reumatologia, ortopedia e fisiatria a oferecer gratuitamente aos seus pacientes aconselhamento psicológico.

O trabalho é realizado pela psicóloga Daniela Maleh, em horários pré-estabelecidos, fortalecendo e completando, quando necessário, o tratamento dos pacientes com queixas de dor por problemas articulares, coluna ou mesmo com dificuldade de movimentos. Segundo ela, é importante ser ouvido, porque muitas vezes a dor é incapacitante e traz tristeza e depressão.

  • O trabalho de psicologia engloba um espaço para que o paciente possa se expressar, afim de buscar uma melhor compreensão de si próprio. É a partir desta compreensão que ele poderá gerar uma mudança. É fundamental estarmos em movimento, sempre pensando na melhor forma de como lidar com as nossas questões do cotidiano. Quando falamos de um paciente com dores crônicas, como é o caso de paciente com fibromialgia, artrite reumatoide ou lombalgia e demais doenças reumatológicas, por exemplo, sabemos que há muita dor envolvida. Muitas vezes, este paciente não é compreendido pelas pessoas em sua volta, o que dificulta a convivência. Por tratarmos de pessoas, e não de algo inanimado, temos que entendê-las como um todo, com seu corpo e sua alma e sentimentos. Estas dores, além de físicas, também são emocionais, por isso entende-se que o acompanhamento psicológico pode ajudar muito – afirma a psicóloga do CREB.

A iniciativa da clínica tem se revelado um sucesso. Daniela diz que quando o paciente está disposto a investir no processo terapêutico e no autoconhecimento as chances de que ele viva melhor são muito maiores. O paciente se sente escutado, acolhido e isso ajuda muito no tratamento realizado. Informe-se dos horários disponíveis na nossa recepção. Não custa repetir: o serviço é gratuito para os pacientes do CREB.



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