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Sambar com salto alto pode desafinar a saúde

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Se no verão as academias ficam lotadas por aqueles que querem reaver ou realçar a forma física, na época de carnaval as escolas de dança recebem um número cada vez maior de alunos que querem fazer bonito no samba.

Nada mais saudável e apropriado, indicam os médicos, mas com um senão: samba e salto alto é uma conjugação perigosa, que pode trazer consequências nada agradáveis. De acordo com o médico fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Dr. Antônio D’Almeida, dançar com salto alto,principalmente para quem não está acostumada, pode transformar o prazer em dor. E trazer problemas generalizados, que vão dos dedos dos pés à coluna lombar.

“Não há dúvidas de que o salto alto aumenta, e muito, o risco de lesões. A mulher que vai sambar deve ter consciência do tipo de calçado que irá usar. A gente sabe que o salto alto traz elegância para a mulher, mas se ela não está acostumada a sambar de salto alto poderá ter uma série de problemas. Sambar não é tão simples assim, exige muito do corpo”, alerta o médico do CREB, explicando que o salto interfere no eixo central que todos temos, atrapalhando o equilíbrio e, a partir daí, podendo causar graves problemas.

– Quando uma mulher utiliza um sapato de salto alto, necessariamente altera este eixo porque força o posicionamento do pé para frente. Esta má posição e o desconforto do próprio sapato podem provocar uma série de problemas. Ainda mais quando a idéia é sambar, o que exige coordenação, equilíbrio e ginga. A situação pode se agravar se o sapato tiver salto alto e bico fino, que aperta os dedos dos pés, com risco de entorse e lesões dos ligamentos e tendões – explica o Dr. Antônio.

O uso do Salto alto, conjugado com a ginga do samba, pode causar problemas que começam no ante-pé (cabeça dos metatarsos), pois o pé fica inclinado, forçando tal região. A sambista poderá ter uma lesão da cabeça do metatarso, a chamada metatarsalgia, que ocasiona dor e calosidade no local. Como o pé fica constantemente inclinado, essa posição força a panturrilha, o que também pode gerar uma tendinite. Isso sem falar que o salto alto também força a lordose, que causa lesões na musculatura da região lombar, trazendo dores na coluna e até problemas no joelho.

– As mulheres que saem para sambar querem se divertir. Por isso, precisam estar adequadamente vestidas para isso, não é verdade? Mas é preciso ter consciência do tipo de calçado que irá utilizar. Se por um lado o salto alto traz elegância, o sapato de salto baixo traz segurança e conforto. E, assim, a mulher pode sambar melhor, com mais prazer. E pode se divertir, evitando problemas – finaliza o médico do CREB.


Ultrassonografia articular: o que é e para que serve?

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Com o objetivo de oferecer os melhores recursos médicos a um número cada vez maior de pessoas, o CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia – ampliou seu atendimento e agora está aceitando encaminhamentos de médicos externos para pedidos de ultrassonografia articular.

Isso significa que qualquer pessoa, dos planos de saúde conveniados ou no atendimento particular, podem requisitar o exame de imagem com encaminhamento de seu próprio médico, mesmo que ele não faça parte da equipe de médicos da clínica.

No CREB, sua ultrassonografia articular é realizada por meio de aparelhos modernos e de última geração, com médico especialista e com hora marcada. Caso deseje, você poderá estacionar seu carro na garagem da própria clínica, em sistema valet. A marcação do exame pode ser feita pelo telefone (21) 3182-8282. Nosso horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 7h às21h, e aos sábados, das 8h às 15h.

O que é ultrassonografia articular?

A ultrassonografia articular é um exame de imagem das articulações de ombro, joelho, punho e tornozelo, entre outros, com sonda de alta resolução. O equipamento utilizado pelo CREB é de última geração. “Este exame permite ao médico assistente avaliar a presença ou não de derrame articular, posição e aspecto de tendões e a superfície óssea. Não há necessidade alguma de preparo, o exame não é invasivo e é indolor. E a entrega dos resultados é imediata”, explica o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB.

“A frequência das ondas sonoras geradas pelo transdutor é proporcional a resolução das imagens obtidas. Transdutores mais modernos de alta frequência produzem imagens de alta resolução, aumentando consideravelmente a sensibilidade diagnóstica do método. A ultrassonografia articular permite também, através do efeito doppler, o estudo hemodinâmico de órgãos e tecidos, auxiliando e interagindo diferentes especialidades médicas, firmando-se cada vez mais como um dos pilares diagnósticos da medicina moderna. Além do exame da articulação para a detecção de sinovite, é possível caracterizar seu componente predominante (líquido ou proliferação sinovial) e estudar outras estruturas, como os tendões, as ênteses, a cartilagem e a superfície óssea, possibilitando a pesquisa de erosões nas doenças inflamatórias”, acrescenta o médico do CREB.

O Dr. Haim explica que o médico assistente poderá requisitar a ultrassonografia articular para diagnosticar alterações das estruturas articulares e dos músculos relacionados com a articulação, podendo apontar degeneração articular, artrites, alterações dos ligamentos articulares, tendões, cartilagens e derrames articulares e bursites. “Este exame serve tanto para grandes articulações, como joelhos, cotovelos, ombros e quadris, quanto pequenas articulações, como punhos e dedos dos pés e das mãos”, pontua.


Saiba como identificar se você tem escoliose

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Saiba como identificar se você tem escoliose

Para ser saudável e forte, uma coluna vertebral deve ser reta. Mas nem sempre isso acontece. A coluna pode apresentar desvios dos troncos para os lados, tanto em forma de “s” como de “c”. Esses desvios são conhecidos como escoliose e podem deixar os ombros e braços desnivelados.

“A escoliose pode trazer dor e desconforto na coluna e deve ser avaliada o quanto antes pelo médico para o tratamento adequado. A escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral, frequentemente encontrada em adolescentes. Para se ter uma ideia do quanto é comum, aproximadamente 3 milhões de casos da doença são diagnosticados nos Estados Unidos a cada ano”, afirma a ortopedista Lúcia Yoko Fujita, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, é fácil e simples identificar a escoliose, e nem é preciso ser uma especialista para fazer isso. “Fique de pé, com os pés descalços e de costa e com ajuda de alguém, observe se os ombros estão alinhados na mesma altura. Os desvios laterais (escolioses) geralmente deixam os ombros desalinhados. Observe também a bacia, pois a escoliose pode estar associada ao desalinhamento da bacia”, explica ela. Mas a Dra. Lúcia é enfática: “ partir da menor suspeita de escoliose, uma avaliação médica é obrigatória”.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619