CREB apoia lutador Rodrigo Artilheiro, penta-campeão brasileiro de luta greco-romana
Rodrigo Artilheiro é apoiado pelo CREB
Penta-campeão brasileiro na categoria peso-pesado de luta greco-romana, de 2003 a 2007, semi-finalista nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, e dono de inúmeros títulos no judô, o atleta Rodrigo Artilheiro prepara-se para a maior luta de sua vida. Ele está na Bulgária, participando de competições e de treinamentos em busca de vitórias e índices que o levem para os tatames de judô das Olimpíadas de Beijing, na China.
Para isso, Artilheiro conta com o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – que está apoiando o atleta. Além de ser assistido pela equipe médica da clínica, o lutador recebe apoio para a sua preparação rumo às Olimpíadas. “Rodrigo Artilheiro é nosso paciente e, agora, tem o nosso apoio. O CREB acredita muito neste atleta e está ao seu lado na sua luta pelos índices que o levem para os Jogos Olímpicos de Beijing. Esporte tem tudo a ver com qualidade de vida e é essa mensagem que queremos passar”, explica o Diretor Administrativo da clínica, Bruno Libman.
Rodrigo Artilheiro é carioca, tem 29 anos, 1,90 m, pesa 118 quilos e além de greco-romana, também luta judô, onde coleciona vários títulos em sua categoria, peso-pesado: é penta-campeão estadual e vice-campeão regional paulista, além de medalhas em campeonatos espalhados por todo o país e até no exterior. Artilheiro também participa de campeonatos de vale-tudo e mantém uma academia de judô, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, onde recebe crianças carentes. “Ele tem um trabalho social muito importante, de inclusão social de crianças através do judô. Nos sentimos muito orgulhosos de participar deste projeto”, finaliza Bruno Libman.
Reumatologista do CREB explica como tratar a osteoporose
Reumatologista do CREB explica como tratar a osteoporose
A OMS (Organização Mundial de Saúde) define a osteoporose da seguinte forma: “Doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da micro arquitetura do tecido ósseo com consequente aumento a fragilidade e susceptibilidade à fratura”. Segundo a entidade, trata-se da principal doença óssea metabólica e um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A osteoporose não tem cura, é considerada uma doença silenciosa porque em geral aparece apenas quando há uma fatura e, por isso, é muito fundamental tratá-la o quanto antes.
Segundo o reumatologista Victor Berçot, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo – a estratégia para combater a osteoporose passa por quatro atitudes fundamentais. A primeira delas, diz o médico, é melhorar a dieta.
- Uma dieta rica em cálcio e vitamina D é importante para a manutenção de ossos saudáveis. Boas fontes de cálcio estão principalmente nos produtos derivados de leite. Além disso, os suplementos artificiais de cálcio e vitamina D podem ajudar a garantir que essa suplementação seja atendida nos indivíduos que não toleram o consumo de desse tipo de alimento. A vitamina D desempenha um papel importante na absorção de cálcio e na saúde óssea. É sintetizado na pele por meio da exposição à luz solar. Enquanto muitas pessoas conseguem obter vitamina D suficiente, em idosos isso não acontece pois tem uma absorção diminuída de vitamina D pela pele. Esses indivíduos podem precisar de suplementos de vitamina D para garantir uma ingestão diária adequada.
Outro ponto fundamental é a prática regular de exercício físico. O Dr. Victor explica que como o músculo, o osso é um tecido vivo que responde ao exercício, tornando-se mais forte. Ele pontua que o melhor exercício para os ossos é o exercício de sustentação de peso que força o corpo a trabalhar contra a gravidade, e cita como bons exemplos de atividade física caminhadas, subir escadas, levantamento de peso e dança. Segundo o médico do CREB, exercícios regulares podem ajudar a prevenir a perda óssea, além de proporcionar muitos outros benefícios à saúde.
O terceiro ponto fundamental para tratamento da doença é não fumar e beber apenas moderadamente. Ele ressalta que fumar faz mal aos ossos, ao coração e aos pulmões, e que mulheres que fumam tendem a passar pela menopausa mais cedo, desencadeando uma perda óssea mais precoce. Além disso, destaca, os fumantes podem absorver menos cálcio em suas dietas.
- O álcool também pode afetar negativamente a saúde óssea. Aqueles que bebem muito são mais propensos à perda e fratura óssea, devido à má nutrição e ao aumento do risco de queda – relata.
Por último, o Dr. Victor indica a realização do exame chamado densitometria óssea:
- Testes especializados, tais como densidade mineral óssea (DMO), medem a densidade óssea em vários locais do corpo. Esse teste pode detectar a osteoporose antes que uma fratura ocorra e pode ajudar a prever as chances de futuras fraturas. Converse com seu médico sobre exames regulares de densidade óssea – finaliza ele.
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.
“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.
Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.
1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
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- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619