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Ortopedista do CREB participa do programa Bem-Estar, da TV Globo

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O ortopedista João Marcelo, do CREB e médico do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo

O ortopedista João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – e médico do time de futebol profissional do Clube de Regatas do Flamengo, participou do programa Bem-Estar, da TV Globo, na edição de 5 de julho. Especialista em medicina do esporte, o Dr. João Marcelo participou de praticamente todo o programa, comentando as principais matérias exibidas no dia, principalmente sobre as aulas de surf que a apresentadora Mariana Ferrão teve. O Dr. João Marcelo falou sobre a preparação da apresentadora, bem como os benefícios e cuidados com o esporte.

Sobre a preparação de Mariana, o Dr. João Marcelo destacou que é fundamental, na prática de qualquer esporte, fazer um trabalho de prevenção. “Se a musculatura não estiver preparada, o excesso de repetição de movimentos pode gerar dor”, alertou ele.

O médico do CREB pontuou que o surf é um esporte completo e que o praticante deve estar preparado para que o prazer de surfar não se transforme em um problema. “O mar é imprevisível, o que dá ao esporte uma movimentação grande. O praticante tem que estar bem preparado. Até para levar um caixote, o famoso caldo, tem que ter fôlego e estar preparado”, pontuou ele.

Sobre a dor, o Dr. João Marcelo disse que a atividade física deve ser interrompida. “A dor vem de um processo inflamatório. É um sinal de alerta. Apareceu a dor, tem que procurar um médico”, disse ele. Segundo o ortopedista, a prática de surf traz equilíbrio, resistência e força, além de forma física.


Eletroneuro-miografia, exame importante para dor na coluna, com irradiação para perna ou braço

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A espondilose é uma doença degenerativa da coluna vertebral, que costuma acometer pessoas a partir dos 40 anos

E cujos sintomas podem piorar progressivamente, principalmente se o paciente for sedentário, tiver sobrepeso ou ser obeso. “A espondilose acomete principalmente as colunas cervical e lombar/lombossacral e envolve ossos (vértebras), ligamentos, articulações entre as vértebras e discos intervertebrais. Vai desde um osteófito, conhecido popularmente como bico de papagaio, até uma hérnia de disco, com possibilidade de compressão dá raiz nervosa e dá própria medula. É uma artrose na região”, explica o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

A Eletroneuromiografia estuda as estruturas do sistema nervoso

Segundo o Dr. Eduardo, dependendo do quadro do paciente, os sintomas mais comuns são dor, sensação de queimação,formigamento, sensação de edema, mesmo sem estar inchado e fraqueza muscular, nos membros superiores, no caso da espondilose na coluna cervical, ou nos membros inferiores, no caso da doença na coluna lombar/lombossacral. “Temos disponível no CREB um exame chamado eletroneuromiografia, que tem como objetivo estudar as estruturas do sistema nervoso.

Esse exame é fundamental em casos como esse, pois por meio dele podemos testar a condução nervosa que têm origem nos diversos níveis da medula e com esta análise é possível avaliar se existe ou não lesão compressivas, síndrome do túnel de carpo ou mesmo outro tipo de neuropatia. Os sintomas podem ser fruto de doença articular ou motivados pela compressão nervosa. Popularmente, essa compressão é chamada de dor ciática, quando nos membros inferiores”, explica o médico.

Ele explica que as dores ou formigamento da coluna lombar, que se irradiam para uma ou duas pernas, acontece por compressão das raízes nervosas na coluna vertebral. O mesmo vale para as dores da coluna cervical, que se irradiam para os braços, pontua ele. “As raízes são um prolongamento da medula, por onde saem os neurônios que, adiante, formarão os nervos. É muito importante realizar esse exame, para a tomada de decisão do melhor tratamento”, finaliza o Reumatologista do CREB.


É preciso estar atento aos sinais do corpo

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Se traz experiências, emoções acumuladas e sabedoria, o avançar da idade apresenta, também, um maior desgaste físico e suas consequências. Com a chegada dos anos, as pessoas começam a sentir problemas específicos, e é muito importante estar atento ao...

Se traz experiências, emoções acumuladas e sabedoria, o avançar da idade apresenta, também, um maior desgaste físico e suas consequências. Com a chegada dos anos, as pessoas começam a sentir problemas específicos, e é muito importante estar atento aos sinais para procurar um médico especialista e evitar um quadro de dor e impossibilidades.

Segundo Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – obviamente que cada pessoa tem características próprias, uma constituição única, e isso pode fazer toda a diferença. Mas na média, é possível prever acontecimentos com o passar dos anos. Segundo ele, a partir dos 24 anos é comum sentir mais dores de cabeça e enxaqueca, aos 33 anos começam a surgir problemas de coluna e, aos 40, é comum começar processos de artrite.

Um estudo feito com 2 mil pessoas, indica que pessoas com 30 anos começam a ter problemas digestivos, aos 32 têm dores nos tornozelos e, aos 37, dores nos joelho. Ainda segundo a pesquisa, aos 50 anos, em média, a maioria das mulheres sente suores frios. Os participantes da pesquisa relataram que percebem o desgaste físico com o tempo e a maior preocupação é com a saúde do coração. Dez por cento dos entrevistados acredita que o trabalho é o responsável pela saúde fraca e 25% consideram que o estresse contribui para o aparecimento de problemas com a saúde.

– É muito importante e cada vez mais imperativo adotar posturas saudáveis na vida, como a prática regular de exercício físico, de preferência orientado, pegar sol com os cuidados necessários e optar por uma alimentação controlada e rica em vegetais e frutas. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um médico especialista no aparelho locomotor, que pode ser um fisiatra, reumatologista ou ortopedista. Quanto mais rápido começarmos a tratar, mais chances de sucesso nós temos. Precisamos estar atentos aos sinais que o nosso corpo dá – finaliza o Dr. Eduardo.



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