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Artrose: 20% dos adultos brasileiros são acometidos pela doença

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Os números revelam com exatidão o tamanho do problema. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), a artrose afeta nada menos do que 15 milhões de brasileiros. As estatísticas demonstram que 20% dos adultos brasileiros são acometidos pela doença, que está ligada diretamente ao envelhecimento, evoluindo de forma degenerativa pelo desgaste da cartilagem.

Outro número revelador é que mais de 70% das pessoas na faixa etária acima de 70 anos têm evidência radiográfica da artrose, mas nem todos desenvolvem os sintomas. A artrose acomete homens e mulheres indistintamente, atingindo, principalmente, articulações que sustentam o nosso peso, como joelhos, coluna e quadris.

“A artrose é uma das mais comuns doenças reumáticas, que acomete tanto homens quanto mulheres, principalmente na terceira idade. Também conhecida como osteoartrose, osteoartrite, artrite degenerativa e doença articular degenerativa, é uma doença reumática que incide principalmente nas articulações dos joelhos, coluna vertebal, quadril, mãos e dedos. Mas quem pensa que essa doença acomete apenas idosos está muito enganado. Um número cada vez maior de pessoas entre 30 e 50 anos têm sofrido dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna”, afirma o reumatologista e fisiatra Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, a doença é um desgaste comum na terceira idade, mas entre pessoas entre 30 e 50 anos geralmente é fruto de algum trauma ou uma carga excessiva de exercícios.

De acordo com o Dr. Eduardo, o diagnóstico precoce da doença é fundamental. “O desvio do eixo de um membro que dói e a dificuldade de movimentá-lo pode significar artrose. Se diagnosticarmos a doença mais cedo, podemos mudar a rotina de exercícios pesados da pessoa. Por isso consultar um médico especialista ao menor sinal de dores é tão importante. As pessoas muitas vezes costumam não dar atenção a estas pequenas dores, acreditando que são passageiras e normais. Mas dor é um sintoma. Em qualquer esporte há sobrecarga. È preciso estar atento”, explica ele.

O médico do CREB lembra que a artrose pode não apresentar sintomas no início, mas poderá ser diagnosticada através de exames de imagem. O principal sintoma é a dor, que pode progredir para dores que são sentidas mesmo durante o repouso. O tratamento é feito com medicamentos e reabilitação física, com protocolos que incluem eletroterapia, exercícios corretivos, hidroterapia e acupuntura. Atividade física regular e alimentação adequada também são importantes. “É possível recuperar a qualidade de vida perdida. Mas, volto a dizer, um especialista deve ser procurado ao menor sinal de dor”, finaliza ele.


12 de maio é o dia mundial da fibromialgia

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Caracterizada por queixas de dor músculo-esquelética difusa, a Fibromialgia é uma doença dolorosa, de longa evolução, não inflamatória, que acomete em torno de 4% da população mundial. Não à toa, 12 de maio foi instituído o Dia Mundial da Fibromialgi...

Caracterizada por queixas de dor músculo-esquelética difusa, a Fibromialgia é uma doença dolorosa, de longa evolução, não inflamatória, que acomete em torno de 4% da população mundial. Não à toa, 12 de maio foi instituído o Dia Mundial da Fibromialgia, quando há um esforço em centros, hospitais e clínicas em divulgar a doença. No Brasil, estima-se que 4,8 milhões de pessoas têm fibromialgia, mas apenas 2,5% desse total recebem tratamento adequado.

“O principal sintoma da fibromialgia é dor em vários músculos, tendões e articulações, inclusive na coluna vertebral. Mas a doença apresenta outros sintomas, como cansaço, tristeza, depressão, dificuldade de concentração, palpitação, sono não reparado, dor de cabeça e até mesmo períodos de diarreia ou prisão de ventre, dor abdominal e dificuldade de digestão. A intensidade pode ser de moderada à forte. Não sabemos, ainda, a causa da fibromialgia e seu diagnóstico não depende de exames de sangue ou Raio-X. O médico reumatologista precisa ter muita experiência para diagnosticar e tratar da doença”, explica o reumatologista Sergio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

5% dos pacientes que vão ao consultório com dores constantes têm fibromialgia

O Dr. Sérgio relata que uma pesquisa demonstrou que pelo menos 5% dos pacientes que vão ao consultório com queixa de dores constantes têm fibromialgia. Há, segundo ele, um preconceito grande com os portadores de fibromialgia, pois muitas vezes eles sentem muitas dores com um simples contato físico, mas nenhum exame comprova essa dor. “É importante estabelecer uma boa relação médico-paciente, entendendo a pessoa como um todo – seu corpo, suas emoções e seus sentimentos. A parte medicamentosa é indispensável e não existe um remédio específico. Temos, sim, um conjunto de remédios associados que, a curto e médio prazo, eliminam as dores e sintomas da Fibromialgia. E a reabilitação física também é fundamental, pois vai trazer de volta a qualidade de vida perdida”, explica ele.

O CREB adota protocolos que podem incluir apoio psicoterápico, tratamento medicamentoso e reabilitação física, entre os quais relaxamento, acupuntura, fisioterapia específica para cada caso, hidroterapia realizada em piscinas exclusivas para esse fim, disponíveis na clínica, e, em um segundo momento, até Pilates e RPG. “Temos tratamentos avançados, associados a protocolos que incluem a hidroterapia e a acupuntura, e a prática regular de exercícios físicos orientados, que trazem excelentes resultados. Mas para que isso aconteça, é preciso procurar um especialista com experiência”, garante o Dr. Sérgio Rosenfeld


A atuação do médico fisiatra

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Aprimorar e restaurar a capacidade funcional e, principalmente, a qualidade de vida de pessoas com algum tipo de deficiência física ou outro tipo qualquer de limitação momentânea. Esse é, em suma, o papel do médico fisiatra, ramo da medicina também c...

Aprimorar e restaurar a capacidade funcional e, principalmente, a qualidade de vida de pessoas com algum tipo de deficiência física ou outro tipo qualquer de limitação momentânea. Esse é, em suma, o papel do médico fisiatra, ramo da medicina também conhecida como medicina física e de reabilitação.

O médico fisiatra é especializado em cuidar de pacientes com lesões nos músculos, ossos, ligamentos e, ainda, no sistema nervoso. As alterações da marcha, sejam por alterações neurológicas, ortopédicas ou reumatologicas, bem como lesão na medula espinhal, pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC), lesão cerebral traumática e outras lesões debilitantes são algumas das doenças avaliadas e tratados pelo fisiatra.

O fisiatra buscará promover a melhora da qualidade de vida do seu paciente

Para tratar destes pacientes, o médico fisiatra pode contar e liderar uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos e assistentes sociais. A principal função e objetivo do médico fisiatra é ajudar a pessoa momentaneamente incapacitado a otimizar suas habilidades e recuperar a qualidade de vida perdida. Por meio de medidas e orientações fisiátricas, é possível aliviar a dor, restabelecer movimentos e oferecer a qualidade de vida que todos nós merecemos ter.

Histórico – A fisiatria é uma especialidade recente. Foi criada em 1947, nos Estados Unidos, quando um conselho independente de medicina física foi estabelecido sob a autoridade do American Board of Medical SpecialIties. Na primeira metade do século 20, as especialidades não oficiais medicina física e reabilitação se desenvolveram em separado, embora ambos tratassem de pacientes em situação semelhante, ou seja, com lesões incapacitantes. Frank H. Krusen foi o pioneiro da fisiatria, enfatizando o uso de agentes físicos, como a hidroterapia e oxigênio hiperbárico, por exemplo. O termo fisiatria foi criado por ele em 1938.

A fisiatria ganhou um espaço cada vez maior durante as duas guerras mundiais, no tratamento de soldados e civis feridos. O médico Howard A. Rusk tornou-se o pioneiro da fisiatria, após ser nomeado para reabilitar pilotos da força aérea norte-americana, durante a segunda guerra mundial.

Em 1943, o Comitê Baruch, liderado pelo filantropo Bernardo Baruch, definiu a especialidade como a combinação da medicina física e reabilitação. Este comitê arrecadou fundos e os distribuiu para a adoção de programas de treinamento e pesquisa em todos os Estados Unidos. Em 1949, finalmente, a especialidade mudou seu nome para medicina física e reabilitação, ou fisiatria.

A fisiatria – Há seis subespecialidades da fisiatria: medicina neuromuscular, analgésico, medicina da reabilitação pediátrica, medicina da lesão da medula espinhal, medicina esportiva e medicina de lesões cerebrais. Há, ainda, o estudo mais específico das áreas hospitais e medicamentos paliativos, manejo da dor musculoesquelética, fisiatria da intervenção, reabilitação cirúrgica, reabilitação reumatológica, obesidade e outras modificações na doença de estilo de vida, reabilitação cardiopulmonar, cuidados de amputados e reabilitação do câncer.

A medicina neuromuscular inclui doenças que afetam parte do sistema neuromuscular, como os nervos periféricos (os braços, as pernas, o rosto e o pescoço), os neurônios motores musculares e a junção neuromuscular (onde os nervos e os músculos se juntam). São tratados os distúrbios que afetam tanto adultos como crianças, muitos dos quais genéticos. Como na maior parte das vezes esses distúrbios são de longa evolução, o fisiatra buscará promover a melhora da qualidade de vida do seu paciente, reduzindo os sintomas, como a dor, a marcha e o equilíbrio, por exemplo.

A Medicina Esportiva, também conhecida como medicina do esporte e do exercício, trata da aptidão física e do tratamento e prevenção de lesões relacionadas ao esporte e ao exercício físico. O médico fisiatra trata de atletas, de alto rendimento ou não, mas também de atletas amadores, que sofreram lesões incapacitantes. Essa subespecialidade surgiu somente no final do século 20.

Indicação – O grande benefício que a fisiatria traz é restabelecer a qualidade de vida perdida, eliminando, na media do possível, os sintomas, como a inflamação, a dor e a limitação de movimento, por exemplo. Ela é indicada para todas as pessoas, independente de sexo e idade, que possuam algum tipo de deficiência cerebral, óssea, muscular, etc. O fisiatra trata do corpo inteiro. Ele não se limita ao local onde está o problema apresentado pelo paciente, buscando foco no corpo inteiro e na qualidade de vida de seu paciente.

Entre outras deficiências tratadas pelo fisiatra estão problemas cognitivos, anomalias ortopédicas, problemas de mobilidade, problemas intestinais e vesiculares, distúrbios do andar, incontinência urinária ou fecal, dor e rigidez muscular ou hipotonia. Este profissional vai tratar de temas que abordam cuidados, mobilidade, atividades da vida diária, como vestir, banhar e comer, educacional e vocacional e questões de vida útil. Em resumo, o fisiatra sempre buscará restaurar a qualidade de vida de seu paciente.



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