Mais Você estreia o quadro “S.O.S Doutor”
Hoje o Mais Você estreou o quadro de saúde “S.O.S Doutor”. A ideia é falar do assunto de um jeito dinâmico, esclarecendo dúvidas e falando de novidades da medicina.
E para apresentar esse quadro junto com a Ana Maria estará o médico cirurgião Guilherme Furtado. Logo no início do bate-papo, o médico falou sobre o novo código de ética médica que entra em vigor nesta terça-feira. “Os pacientes terminais ficavam nos hospitais a longo prazo. Agora o código de ética está reforçando a questão dos tratamentos paliativos. Essa é apenas uma das muitas questões”, disse.
Outro assunto abordado foi “dor nas costas”. Para falar sobre o assunto, Ana Maria e Guilherme receberam o reumatologista Arnaldo Libman. “As mulheres sofrem muito com o problema porque usar salto não é algo natural. O salto muda a anatomia delas e, com isso, vem a dor”, falou.
O reumatologista explicou que, no caso das crianças, o peso das mochilas não pode passar de 10% do peso corporal. “Isso é o máximo. E o mais importante é a forma como a criança carrega esse peso. A forma correta seria carregar a mochila na frente do corpo porque você distribui melhor o peso. Outra ideia é usar o carrinho para puxar as mochilas”, contou.
Outro assunto abordado no quadro dói “escoliose”, que é o desvio lateral da coluna vertebral. “Pode ocorrer na região torácica e lombar e pode ter rotação dos corpos vertebrais. As vértebras giram no próprio eixo”, disse.
Arnaldo também mostrou a forma correta de se pegar um objeto no chão. “O jeito correto é manter a coluna ereta, colocando peso nas pernas. E elas devem estar flexionadas. A gente tem que se educar nesse sentido”, explicou.
TOC é ótima opção para síndrome de dor miofascial
TOC é ótima opção para síndrome de dor miofascial
Presente em quadros de fibromialgia, de desvios posturais da coluna vertebral e dos movimentos articulares e repetitivos, a síndrome de dor miofascial é caracterizada pela presença de dor relacionada à inflamação do músculo e da fáscia, tecido conectivos que cobre os músculos. A doença traz dor crônica e contratura muscular, que se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado – conhecido como ponto gatilho, ou seja, um pequeno nódulo palpável nos músculos.
De acordo com o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o tratamento prevê a combinação de medicamentos e técnicas fisioterápicas. “Podemos prescrever analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos. Uma opção de tratamento é o RPG, disponível no CREB, que oferece o alongamento da musculatura de sustentação da coluna, o que traz relaxamento muscular. Acupuntura também é recomendável, pois alivia os sintomas”, afirma o médico do CREB.
Terapia de Ondas de Choque
A TOC – Terapia de Ondas de Choque – é uma excelente opção de tratamento das dores de origem miofascial, garante o Dr. Antônio. Segundo ele, a TOC oferece grande melhora nas dores e diminui a recorrência.
- A TOC é o mais moderno tratamento das dores do sistema músculo esquelético. O tratamento é feito em consultório médico, por médico capacitado. Em geral, três ou quatro sessões são suficientes – diz o fisiatra do CREB, pontuando que esta técnica também está disponível na clínica.
Os aspectos psicológicos da enurese
Enurese é o hábito involuntário de urinar durante o sono, mais conhecido como “xixi na cama”.
Até 5 anos, esse comportamento é considerado normal, mas após os 7 anos, crianças com enurese noturna devem ser tratadas. “A enurese pode ser considerada um problema biocomportamental, pois, além do processo físico de molhar-se, é um comportamento inadequado não provocado por uma condição clínica, como uma doença ou o uso de remédios. Sendo assim, muitas vezes associa-se a diversos fatores emocionais, comportamentais e de relacionamento”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Muitos pais acreditam que seus filhos molhem a cama por terem o sono pesado. De fato, crianças enuréticas podem ser mais difíceis de acordar do que outras crianças, mas não há diferença no padrão de sono entre um grupo e outro.
“Às vezes, atribui-se a causa do problema a fatores emocionais. É sabido que o estresse provoca mudanças fisiológicas. Situações estressantes como divórcio dos pais, nascimento de um irmão, perda de um ente querido, ou uma forte ansiedade podem levar a criança a voltar a molhar a cama, mesmo após já ter obtido o controle. Um outro fator complicador da enurese é o medo do escuro ou de levantar à noite, ao ponto de impedir a ida ao banheiro. Contudo, já foi observado que crianças enuréticas, ao dormir fora de casa, mantêm-se secas a noite inteira. É um fenômeno cujo funcionamento não se compreende inteiramente. Assim sendo, requer-se dos familiares compreensão diante da situação”, observa Waleska.
Ao tratar a enurese, espera-se uma melhora no ajustamento social da criança
Alguns fatores psicossociais podem estar associados ao xixi na cama. Por exemplo, a enurese tende a ser mais frequente em ambientes sociais menos favorecidos. “Crianças enuréticas geralmente são altamente impactadas pela sua condição, passando por isolamento social, humilhação, estresse, ansiedade, medo da exposição e sensação de imaturidade. Com isso, espera-se que, ao tratar a enurese, haja também uma melhora no ajustamento social da criança, na relação familiar e na própria percepção da criança ou adolescente sobre si mesmo”, finaliza a fisioterapeuta, pontuando que o CREB dispõe dos mais modernos recursos de fisioterapia urológica, que alcança excelentes resultados no tratamento da enurese.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619