CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Ao sentir dor após o exercício físico, devo usar bolsa fria ou bolsa quente?

Envie a um amigo:

Aquela pequena dor consequência de um choque no futebol ou um esforço a mais na academia pode começar a ser aliviada em casa, mas o que se deve utilizar, uma bolsa de água quente ou frita? Essa dúvida é muito comum e a escolha errada pode agravar o problema. É preciso estar atento, fazer a escolha certa e procurar um médico caso a dor persista.

Segundo o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh, a bolsa de água fria (gelo) é recomendada para amenizar dores que resultam de um trauma agudo, como uma pancada ou um encontrão, muito comuns em futebol, basquete e outros esportes com muito contato físico. “O gelo é capaz de evitar que o processo inflamatóio seja exagerado demais. Ele diminui a circulação local, evitando o inchaço. Além disso, a bolsa fria serve como uma espécie de anestesia, porque deixa a região menos sensível”, explica o médico do CREB.

Já a bolsa com água bem quente dilata os vasos sanguíneos, o que facilita a circulação e  ameniza as dores. “Deve-se usar a bolsa de água quente para atenuar os efeitos de problemas crônicos, como lombalgias. Mas é bom observar que esse método não age no problema em si”, ensina o Dr. Haim. Segundo ele, usar a bolsa de água quente sobre uma região dolorida ajuda a atenuar o incômodo, mas jamais irá resolver o problema. Em relação ao tempo de aplicação, ele recomenda que se use a bolsa por 20 minutos. “Jamais utilize uma bolsa de água quente sobre traumas agudos. O calor aumenta a circulação local, tornando a inflamação ainda mais exacerbada, provocando inchaço e um maior incômodo. Por outro lado, a bolsa com gelo deve ser aplicada com parcimônia em articulações como o joelho e o tornozelo. É que o frio, se utilizado indiscriminadamente, pode enrijecer as juntas. Essa orientação é válida sobretudo para quem já ultrapassou a faixa dos 50 anos, grupo mais suscetível a desenvolver males dessa natureza”, acrescenta.

– A utilização da bolsa de gelo ou de água quente atenua a dor, pode evitar o inchaço, mas buscar um médico é fundamental para uma avaliação e tratamento adequados. Uma pequena dor pode ser sinal de uma lesão que, se não for tratada, pode evoluir para um quadro mais grave – alerta o médico.


CREB oferece reabilitação neurológica

Envie a um amigo:

Além dos serviços de diagnóstico, tratamento e reabilitação física em reumatologia, ortopedia e fisiatria, que o tornam um centro de referência, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –  agora dispõe de um abrangente serviço de reabilitação neurológica, com  hidroterapia em piscinas aquecidas, cinesioterapia nos seus vários métodos e acupuntura, entre outras medidas de reabilitação física. Além disso, o CREB oferece tratamento para a espasticidade e distonias, com aplicação da toxina botulínica Tipo A, que vem apresentando excelentes resultados clínicos.

Várias alterações neurológicas estão sujeitas a intervenções que visam a reabilitação e a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Dentre a disfunções neurológicas mais comuns está a espasticidade, manifestação clínica encontrada em pacientes com seqüela de AVC e na encefalopatia não progressiva da infância (paralisia cerebral), por exemplo. Movimentos involuntários, como distonias, que levam a posturas anormais de segmentos do corpo, também são passíveis de tratamentos modernos e altamente eficazes. “Distonia é um termo usado para descrever um conjunto de patologias neurológicas caracterizadas por movimentos e posturas anormais, freqüentemente dolorosos. Os pacientes têm espasmos musculares involuntários, e a sua causa não é conhecida na maioria das vezes. Atualmente, a Toxina Botulínica Tipo A é considerada tratamento padrão ouro em distonias. No caso da espasticidade, o músculo fica rígido, limitando a amplitude de movimentos articulares e causando dor. É um distúrbio freqüentemente visto após acidentes vasculares cerebral (“derrames”), traumatismos crânio-encefálicos, paralisia cerebral, traumas raquimedulares e outras lesões cerebrais. A espasticidade é um dos aspectos mais incapacitantes dessas condições. O uso da Toxina Botulinica Tipo A também traz excelentes resultados nestes casos”, ensina o Dr. Bruno Coutinho, médico do setor de reabilitação neurológica do CREB.

Segundo o Dr. Bruno, a Toxina Botulínica Tipo A vem sendo usada há 20 anos no tratamento de condições neurológicas, especificamente nas doenças caracterizadas por distonias e espasticidade. Aliado aos avanços na terapêutica com a Toxina Botulínica Tipo A, também houve grande desenvolvimento de técnicas de reabilitação neurológica, que proporcionam uma vida ativa e produtiva a pacientes que, em outros tempos, seriam permanentemente considerados incapazes. “Devem ser observados critérios de inclusão e exclusão que o seu médico saberá explicar-lhe. Além disso, pacientes com espasticidade e distonias têm necessariamente que estar num programa de reabilitação física/multiprofissional. O tratamento é feito através de simples injeções musculares realizadas pelo médico. A freqüência do tratamento é de 3 a 6 meses (em média 4 a 5 meses entre cada aplicação). E o número de sessões é individualizado para cada caso”, explica o médico do CREB.

Aliado a um programa de reabilitação física multiprofissional, os resultados da aplicação da Toxina Botulínica Tipo A são animadores. Segundo o Dr. Bruno, entre os resultados do tratamento está a melhora das atividades funcionais do paciente, como a marcha, a movimentação voluntária e retorno ao trabalho e a diminuição da dor. “Outros benefícios são a prevenção de contraturas, a diminuição da freqüência e gravidade dos espasmos dolorosos e até o retardo na indicação de procedimentos cirúrgicos, ou mesmo a sua suspensão”, afirma. A aplicação da Toxina Botulínica Tipo A deve ser feita por médico especialista, em consultório. O CREB dispõe deste serviço, além de protocolos de reabilitação física que podem incluir exercícios corretivos, métodos que buscam melhora da marcha e do equilíbrio, acupuntura e hidroterapia em piscinas aquecidas e apropriadas para esse fim, entre outros.


Dor na coluna: é possível vencê-la

Envie a um amigo:

De acordo com a Organização Mundial de Saúde – OMS – 80% da população mundial já sentiu, sente ou sentirá dor nas costas. Os dados são alarmantes e preocupam as autoridades e médicos porque a maioria desses problemas é causado por vício postural. Isso mesmo: basta sentar numa cadeira de forma errada, por exemplo, para engrossar as estatísticas, com dores, hérnias de disco, entre outros problemas na coluna.

Manter uma boa postura ao andar, sentar, dormir, dirigir, praticar exercícios físicos faz toda a diferença e certamente traz muito mais qualidade de vida. “O mal posicionamento aumenta as curvas naturais do corpo e pode até levar a inclinação lateral da coluna, o que nos traz contração muscular, bastante desconforto e dores”, explica o médico fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh. Segundo ele, com o tempo e a falta de exercícios físicos, as pessoas naturalmente passam a andar mais curvadas para frente, o que também pode trazer problemas. Mas, afirma o dr. Haim Maleh, “a má postura é a maior causa de problemas na coluna”.

– Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – freqüente no sexo masculino – são muito constantes – garante o médico do CREB.

O Dr. Haim explica que a mulher possui uma lordose lombar maior que a do homem, pela presença de uma bacia mais larga. “Quando a mulher passa a ter uma hiperlordose lombar, o abdômen se projeta para a frente e a consequência é o aparecimento daquela indesejável barriguinha. Já a cifose se caracteriza por um aumento anormal da concavidade posterior da coluna vertebral localizada no meio das costas, muito comum com o avanço da idade. Essas pessoas possuem ombros e pescoço inclinados para a frente e uma pequena corcunda e geralmente sofrem de dores nas costas, braços e mãos. Já a hiperlordose é o crescimento da curvatura lombar da coluna. O bumbum fica levemente empinado e os principais sintomas são dores nas pernas e nas costas. Pessoas com músculos abdominais fracos e um abdômen protuberante constituem o maior grupo de risco. Nessas pessoas, a flexão do tronco costuma aliviar a dor, o que faz com que elas prefiram manter-se sentadas ou deitadas. Por fim, a escoliose é caracterizada pelo desvio da coluna vertebral para a esquerda ou para a direita, resultando em um formato “S” e deixando um ombro mais alto que o outro”, afirma o médico.

Para o Dr. Haim, no entanto, buscar uma qualidade de vida melhor não é difícil. A prática de exercícios regulares é o primeiro passo, mas a pessoa que sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado. “A dor na coluna tem cura e temos vários protocolos que trazem excelentes resultados. Um deles, por exemplo, é o RPG – Reeducação Postural Global. Outra é a hidroterapia”, determina ele. Dicas para o dia-a-dia também ajudam no combate às dores nas costas. Dr. Haim recomenda que a pessoa não fique muito tempo numa mesma posição, mulheres devem trocar a bolsa de lado com constância, fazer alongamentos simples ajudam muito e é preciso ter muita atenção à forma como você está sentando.

– Quem sente dor deve ser orientado para mudar esse quadro. Um médico poderá dar toda a orientação para a prática de exercícios saudáveis e tratamentos eficientes. Com certeza, você poderá viver melhor, feliz e sem dores – finaliza ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619