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Você sente dores na parte de trás do tornozelo? Pode ser Tendinite de Aquiles

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O principal sintoma da Tendinite de Aquiles é dor na parte de trás do tornozelo. A causa, pode ter a ver com a sobrecarga deste tendão e seu uso exagerado.

Muito comum entre atletas profissionais e amadores e cuja principal causa é a corrida de rua, a Tendinite de Aquiles é uma inflamação muito comum, que acontece no tendão calcâneo, popularmente conhecido como tendão de Aquiles. A prática excessiva de outros esportes pode acometer o atleta, como corrida com salto e salto com vara, por exemplo. Exercícios e atividades físicas que envolvem grandes impactos no tornozelo podem ocasionar a tendinite de Aquiles.

De acordo com o ortopedista Alexandre Blanc, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – o principal sintoma da Tendinite de Aquiles é dor na parte de trás do tornozelo. A causa, diz ele, pode ter a ver com a sobrecarga deste tendão e seu uso exagerado. “Alguns estudos apontam que em torno de 10% a 20% dos atletas sofrem algum tipo de problema no tendão de Aquiles. É uma percentagem bem alta. Além da sobrecarga do tendão, problemas posturais com a pisada, treinamento em pisos inapropriados, uso de calçado inadequado e erros na adequação do treinamento podem provocar a tendinite de Aquiles.

Avaliando o paciente de Tendinite de Aquiles

O ortopedista do CREB acrescenta que é muito comum o acometido por esta inflamação no tendão de Aquiles se queixar de dor na região, principalmente ao acordar. Durante o dia a dor pode melhorar, mas volta com a atividade física. Ao procurar um médico, poderão ser solicitados dois importantes exames de alta tecnologia, não invasivos e sem dor: a baropodometria computadorizada e a avaliação isocinética computadorizada.

“Por meio da baropodometria, um exame excelente, de grande alcance, podemos localizar com precisão os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e fazer a exata mensuração da pressão exercida sobre cada um destes pontos. Essas informações serão fundamentais para o médico assistente. Já a avaliação isocinética computadorizada, muito usada nos melhores centros ortopédicos do mundo, registra o movimento articular, apontando déficit e desequilíbrios musculares, que podem levar ao desgaste prematuro das articulações, em números e gráficos, facilitando a atuação do médico”, esclarece o Dr. Alexandre.

Tratando a Tendinite de Aquiles

O CREB dispõe de um tratamento muito avançado chamado TOC – Terapia de Ondas de Choque, que utiliza ondas de choque sobre o local inflamado. “Prescrevemos três ou quatro sessões, muitas vezes eliminando a necessidade de intervenção cirúrgica nos casos mais avançados. A TOC é muito indicada para casos mais severos de tendinite de Aquiles, entre outras tendinites, tais como ombro, quadril, cotovelo e pé”, afirma o ortopedista do CREB.

O Dr. Alexandre garante que o tratamento medicamentoso, com apoio de fisioterapia e com protocolos que incluem acupuntura, por exemplo, além da TOC, pode resolver totalmente o problema do paciente. “Recomendamos veementemente que atletas mantenham a musculatura fortalecida e alongada, não treinem em locais inapropriados e utilizem calçados adequados”, finaliza ele.


Novo tratamento da artrose pode evitar a cirurgia

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Nada menos do que 20% da população mundial é acometida pela artrose, a mais comum das mais de cem doenças reumáticas. Além disso, é considerada como uma das mais frequentes causas da incapacidade ao trabalho, em pessoas com 50 anos ou mais. A artrose...

Nada menos do que 20% da população mundial é acometida pela artrose, a mais comum das mais de cem doenças reumáticas. Além disso, é considerada como uma das mais frequentes causas da incapacidade ao trabalho, em pessoas com 50 anos ou mais. A artrose, também conhecida como osteoartrite ou osteoartrose, é a doença mais prevalente do sistema articular e, embora esteja ligada ao envelhecimento, ela não deve ser considerada uma doença degenerativa, haja visto que, há evidências de aumento considerável do metabolismo celular articular em resposta a uma agressão à cartilagem.

“Também conhecida popularmente como “ bico de papagaio”, a doença é causada por várias alterações bioquímicas, metabólicas e fisiológicas que ocorrem, simultaneamente, na cartilagem hialina e no osso sub condral, levando a diminuição do espaço articular com perda cartilaginosa e formação osteofitária (bico de papagaio). Há o comprometimento da articulação como um todo, ou seja, da cápsula articular, da membrana sinovial, dos ligamentos e da musculatura periarticular. Assim, a artrose, em qualquer localização, é uma insuficiência cartilaginosa associada a fatores genéticos, hormonais, mecânicos, ósseos e metabólicos, que acarretam degradação do tecido cartilaginoso em consequente remodelação óssea e algum grau de inflamação sinovial, podendo resultar em incapacidade funcional, piora da qualidade de vida e custos elevados para o sistema de saúde”, explica o Reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da UFF.

Duas das regiões mais acometidas pela doença são o joelho e os quadris. Segundo o Dr. Haim, quando há a degeneração articular, geralmente há déficits da musculatura responsável pela movimentação e proteção do joelho. E quanto menor for qualidade muscular, maior será o impacto e os microtraumas diretamente sobre a articulação. A boa notícia é que os tratamentos, cada vez mais avançados, possibilitam evitar a cirurgia. “No CREB, dispomos de um exame que faz uma avaliação da musculatura isocinética de joelhos e quadris de forma computadorizada, que nos permitem melhor orientar o tratamento, identificando e focando no grupo muscular que está deficitário. Assim, alcançamos um melhor resultado com menos tempo de fisioterapia e outros procedimentos. Há redução de tempo e de custo também”, pontua o reumatologista.

A viscossuplementação apresenta bons resultados

Segundo ele, no CREB, após identificar a possível causa da osteoartrose, é indicado o tratamento medicamentoso, além de protocolos de reabilitação física, com sessões de hidroterapia, cinesioterapia específica, acupuntura e fisioterapia. “Uma novidade de tratamento que utilizamos em nosso protocolo é a viscossuplementação, que apresenta resultados muito bons. Vale lembrar que este método faz parte das recomendações de tratamento da osteoartrose do joelho, da American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) e American College of Rheumatology. A viscossuplementação consiste na infiltração intra-articular de ácido hialurônico. Ela é feita em consultório, por médico especialista, de 3 a 5 aplicações. As injeções trazem alívio para a dor e melhora da função. E é bom esclarecer que não se trata de um corticóide, antiinflamatório que tem vários efeitos colaterais. Temos alcançado resultados excelentes no CREB, sem necessidade de cirurgia!”, finaliza o Dr. Haim.


Lesão na virilha: um médico deve ser consultado imediatamente

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Um simples movimento de pisar em falso ou um esforço extra na hora de exercitar pode termina em uma lesão na virilha, o que é muito comum em atletas profissionais, mas também nos desportistas amadoras e entre aqueles que não praticam exercício físico...

Um simples movimento de pisar em falso ou um esforço extra na hora de exercitar pode termina em uma lesão na virilha, o que é muito comum em atletas profissionais, mas também nos desportistas amadoras e entre aqueles que não praticam exercício físico regular, mas vez por outra arriscam, por exemplo, uma partida de futebol com os amigos. A lesão na virilha pode trazer dificuldade na mobilidade, dor e muitas vezes é preciso um longo tempo para curar.

É comum que o paciente sinta fisgadas ao andar

Segundo o ortopedista e especialista em medicina esportiva João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – os sintomas são dor ao longo do interior da coxa (principalmente na área onde o osso pélvico se encontra com a parte interna da coxa) e é comum que o paciente sinta fisgadas ao andar ou ao apertar ou separar as pernas. “É muito importante tratar adequadamente, para eliminarmos o inchaço e a inflamação e para o eficaz desenvolvimento de tecido cicatricial. Um médico deve ser consultado, sempre, para um eficaz diagnóstico e tratamento. É preciso, primeiro, descartar a possibilidade de uma hérnia”, explica o médico. Mais uma vez inovando, o CREB está realizando a avaliação isocinética muscular computadorizada, que detecta desequilíbrios musculares e tendinosos ao redor dos quadris e dos joelhos.

O tratamento inclui uso de medicamento e medidas fisioterapêuticas. No CREB, é utilizado protocolos que podem incluir hidroterapia, acupuntura e pilates terapêutico. “O descanso é essencial, para não agravar a lesão. Também usamos gelo na região afetada, a cada três horas, por um período de 15 a 30 minutos. Alongamentos são importantes, assim como fortalecer a musculatura. É fundamental que o paciente não pense que pode se tratar sozinho, tomando anti-inflamatórios por conta própria. A lesão na virilha pode se intensificar. Somente um médico fará o diagnóstico certo e irá propor o melhor tratamento”, finaliza o Dr. João Marcelo.



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