Programa de Reabilitação Pós-Covid
Reabilitação Pós-Covid do CREB é indicado para pacientes que evoluíram com fraqueza muscular, limitações físicas e funcionais, além de déficits neurológicos em decorrência da doença.
O programa de reabilitação Pós-Covid do CREB é indicado para pacientes que evoluíram com fraqueza muscular, dificuldade da marcha, limitações físicas, perda de força e equilíbrio, além de déficits neurológicos em decorrência tanto da internação prolongada, quanto das sequelas diretas da doença.
O processo de reabilitação tem como objetivo o alívio da dor, a recuperação funcional articular, o ganho de massa muscular e o restabelecimento da amplitude articular. O paciente, ao aderir ao programa, será atendido por nossos fisioterapeutas especializados que se utilizam de protocolos específicos visando principalmente devolver ao paciente qualidade de vida e um retorno pleno de suas atividades diárias.
Sintomas associados ao COVID
Fonte: Medscape Medical News / Annals of Clinical and Translational Neurology
Sintomas Neurológicos

Sintomas Não-neurológicos
- 85% Fadiga
- 47% Depressão ou ansiedade
- 46% Falta de ar
- 37% Dor no peito
- 33% Insônia
- 30% Variação de pressão
- 29% Queixas gastrointestinais
Assista ao depoimento de um paciente CREB de Reabilitação pós-COVID:
Objetivos do Programa
- Alívio da dor
- Restabelecimento da amplitude muscular
- Ganho de massa e tônus muscular
- Equilíbrio funcional
- Melhora da capacidade pulmonar
O paciente, ao aderir ao Programa de Reabilitação Pós-COVID, será atendido por fisioterapeutas especializados, que se utilizam de protocolos específicos, visando principalmente devolver ao paciente a qualidade de vida e um retorno pleno às suas atividades diárias.
Entre em contato com a Equipe CREB e retorne à sua Qualidade de Vida pós-COVID.
Fumantes têm mais probabilidade de apresentar dores lombares
O American Journal of Medicine publicou, em sua edição de janeiro, um estudo que indica que fumanetes, especialmente os mais jovens, têm mais probabilidade de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. Para chegar a esta conclusão, cientistas do Finnish Institute of Occupational Health se aprofundaram em 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.
Os cientistas concluíram que as pesquisas sugerem uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas. “Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
CREB Prevrefrat tem a chancela da ANS
Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura, um problema social muito sério. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes com osteoporose o CREB Prevcrefrat – Programa d...
Programas de Prevenção a Refraturas são as mais eficazes ferramentas contra a refratura, um problema social muito sério. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – oferece aos seus pacientes com osteoporose o CREB Prevcrefrat – Programa de Prevenção a Refraturas da clínica.
- O CREB Prevrefrat tem chancela da Agência Nacional da Saúde – ANS. O objetivo é reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. A causa mais frequente de fragilidade óssea é uma doença chamada osteoporose. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado – explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB e coordenador do CREB Prevrefrat.
Ele explica que o programa busca diagnosticar a causa da fratura por fragilidade estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar:
- A osteoporose atinge tanto homens quanto mulheres principalmente depois dos 50 anos. A doença apresenta o aumento da fragilidade óssea e, assim, o paciente está mais exposto a fraturas. As estatísticas contabilizam que, no mundo inteiro, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos. Uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Temos que olhar para isso com toda a atenção – diz ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619