Raio-X digital permite estudo de casos com médica na Europa
Primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a adotar o Raio-X Digital, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – não utiliza este equipamento de última geração apenas para oferecer mais recursos para os médicos e, conseqüentemente, para os pacientes. Os recursos do aparelho também são utilizados para o estudo de casos entre os médicos da clínica, incluindo a consultoria da Dra. Clarissa Canella, médica radiologista que atualmente trabalha no serviço de Imagerie Músculo-squelettique da Professora Anne Cotten, em Lille, na França, uma das mais importantes radiologistas da Europa.
Exames escolhidos pelo corpo médico do CREB, produzidos pelo Raio-X Digital, são enviados pela internet para a Dra. Clarissa Canella. Como o arquivo é digital, através de softwares especiais pode ser manipulado, inclusive com zoom especial que aumenta consideravelmente o campo de visão do médico. Compartilhando um mesmo arquivo, os médicos no Rio de Janeiro e a Dra. Clarrisa podem debater caso a caso, o que representa um grande benefício para os pacientes do CREB.
Vale ressaltar que as vantagens do uso do Raio-X Digital são inúmeras. O aparelho abole de vez com o negatoscópio, já que o médico recebe a imagem digital, diretamente em seu computador. A qualidade da imagem é incrivelmente melhor e os recursos que o software especial do equipamento de Raio-X Digital oferece tornam essa diferença ainda maior. As imagens podem ser armazenadas e comparadas, sem perda, para evolução do tratamento. O paciente recebe o Raio-X Digital em CD. Estudos demonstram que as imagens produzidas pelo Raio-X Digital aumentaram a qualidade e possibilidade de visualização para o diagnóstico em 76% dos casos estudados. O software oferece ao médico uma maior latitude e detalhes de imagem com alto contraste. E mais: com uma imagem em alta definição, o médico por aplicar um zoom para uma visão muito mais rica em detalhes. O Raio-X Digital elimina a perda de detalhes em ossos densos e outras áreas com pouca penetração.
Baropodometria indica doenças do pé
CREB oferece Diagnóstico de inúmeras doenças dos pés
Diga-me como andas que te direi o que tens. O ditado não é exatamente esse, mas desta forma revela uma verdade que pode ser muito útil: a forma como pisamos pode indicar uma série de doenças dos pés até a coluna. Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh, com nada menos do que 36 mil pessoas na terceira idade, por exemplo, identificou que aqueles que davam passos mais rápidos viviam mais do que os demais, que levavam mais tempo para percorrer a mesma distância.
Baropodometria Dinâmica Computadorizada
Um exame chamado Baropodometria Dinâmica Computadorizada, disponível no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – auxilia no diagnóstico de inúmeras doenças dos pés e das dores que afligem milhares de pessoas em caminhadas e corridas.
“A baropodometria é um exame indolor, que localiza os pontos de apoio na planta do pé durante a pisada e faz a mensuração precisa da pressão exercida sobre cada um destes pontos. Além da avaliação do pé em repouso, contamos com um baropodômetro de alta sensibilidade que também permite avaliar o paciente em movimento, de forma dinâmica, medindo as variações das pressões durante a marcha e até durante a corrida. Essas possibilidades do aparelho dão informações valiosas a respeito da performance dos pés durante a marcha e que não são normalmente observadas nos consultórios médicos e avaliações físicas habituais, já que o pé se comporta de forma diferente se estiver parado, andando ou em rápido movimento”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida, do CREB.
O exame é indolor, não invasivo e com alta precisão. Também é rápido. Indivíduos de qualquer idade que querem iniciar uma atividade física, atletas amadores e profissionais e portadores de deformidades posturais e nos pés têm indicação de fazer a baropodometria. “O resultado da baropodometria auxilia o médico assistente em determinar se o paciente é portador de alguma patologia, além de orientar o uso correto e apropriado de tênis, palmilhas e outras órteses, oferecendo ao pé proteção, alívio e conforto”, finaliza o Dr. Antônio.
Você sabe o que é “ombro congelado”?
Dor no ombro
O complexo do ombro possui quatro grupos de movimento, no plano sagital: flexão, extensão e hiperextensão; no plano frontal: abdução e adução; e no plano transverso: rotação medial e rotação lateral; abdução horizontal e adução horizontal e circundação. Ele é constituído por três: a escápula, o úmero (osso da parte superior do braço) e a clavícula, e por três articulações sinoviais, sendo elas: esterno-clavicular, acrômioclavicular e glenoumeral e uma articulação fisiológica: a escapulo-torácica. Os músculos compreendidos entre o complexo do ombro são: Deltoide, redondo maior, e o manguito rotador, que tem como parte inegrante, os músculos: Supraespinhal, Infraespinhal, Redondo Menor e Subescapular.
A dor pode ser originada devido à longos períodos de imobilidade que causam o desuso da articulação
“A capsulite adesiva, também conhecida como “ombro congelado”, é o período de dor e rigidez da articulação glenoumeral aos movimentos realizados passivamente. Essa patologia pode ser originada devido à longos períodos de imobilidade que causam o desuso da articulação”, explica a fisioterapeuta Júlia Cavalcante Xavier, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia. Segundo ela, a doença apresenta “um processo inflamatório dentro da articulação que leva a uma redução progressiva do fundo de saco axilar, a um encurtamento de todos os ligamentos, á formação de aderências e a um aumento da espessura da capsula a qual perde seu alongamento”.
Júlia esclarece que a causa desta doença não é muito bem definida, por conta de uma variedade de fatores que contribuem com a rigidez articular. “Sua origem pode ser de forma idiopática ou secundária a uma doença como diabetes mellitus, hipotireoidismo ou consequência de um trauma ou cirurgia na articulação glenoumeral”, relata, pontuando que o quadro clinico da doença caracteriza-se por dor mal localizada no ombro de início espontâneo, sem qualquer história de trauma, fazendo com que o paciente possa perder rapidamente o movimento do ombro.
“Mesmo em repouso, essa dor encontra-se muito intensa, principalmente à noite. A mobilidade torna-se rapidamente limitada em todos os movimentos do ombro. Ocorre um processo inflamatório dentro da articulação levando ao encurtamento de todos os ligamentos, a formação de aderências e ao aumento na espessura da cápsula”, finaliza ela.
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