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Médico do CREB é um dos destaques em congresso sobre Terapia de Ondas de Choque

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O 3º Congresso Brasileiro de Terapia de Onda de Choque (CBTOC) aconteceu de 26 a 28 de julho, em São Paulo, no Matsubara Hotel. O evento apresentou uma programação bem variada, abordando vários temais atuais dentro da medicina regenerativa. Participa...

O 3º Congresso Brasileiro de Terapia de Onda de Choque (CBTOC) aconteceu de 26 a 28 de julho, em São Paulo, no Matsubara Hotel. O evento apresentou uma programação bem variada, abordando vários temais atuais dentro da medicina regenerativa. Participaram especialistas de todo o país, que discutiram o consenso no uso das ondas de choque no Brasil. O Dr. Antônio D’Almeida Neto, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – teve uma participação de destaque, não só coordenando várias mesas de debate, como apresentando os temas “Uso de frequência alta, mito ou verdade, no tratamento da fascite plantar”, “Como eu faço – prática transmitida” e, finalmente, “Evitando complicações”


Tratamentos para patologias da coluna vertebral

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A dor na coluna é uma doença complexa, gerada por fatores de risco, como traumas mecânicos, obesidade, tipo de ocupação, idade, entre outros.

“A atuação desses fatores sobre a estrutura que compõem a unidade anato-funcional do seguimento lombar pode provocar processos degenerativos que geram diversos sinais e sintomas. O número de doenças da coluna vertebral é muito amplo, porém o grupo principal de afecções está relacionada a posturas e movimentos corporais inadequados e as condições do trabalho capazes de produzir impacto a coluna.”, explica a fisioterapeuta Karine Coelho de Assis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, pontuando que a dor lombar é uma das causas mais frequentes de incapacidade.

Educar e orientar o paciente é fundamental

Por meio de uma avaliação criteriosa e específica (exames complementares), o médico e em seguida o fisioterapeuta são capazes de compreender a interferência de processos mecânicos na queixa relatada e propõem uma intervenção específica. Karine ressalta que educar e orientar o paciente é fundamental.

“O RPG (reeducação postural global) é uma terapia de correção dos distúrbios ortopédicos que acometem a coluna vertebral, Essa terapia tem como objetivo principal eliminar o agente causador (raiz do problema) que acomete a coluna vertebral e dessa forma verdadeiramente eliminar as dores na coluna vertebral”, avalia ela. “Já no pilates terapêutico, o tratamento dessas dores é multidirecional, focando inicialmente no alívio da dor e posteriormente no reforço muscular para manutenção e prevenção de problemas”, acrescenta.

Terapias para tratamento da coluna

Segundo Karine, na massoterapia se utiliza técnicas próprias, onde o principal objetivo é ativar a circulação do sangue e a linfática, fazendo aumentar a irrigação e relaxando a musculatura, causando a redução ou o fim das dores e combatendo a inflamação.

“Promove o equilíbrio da energia do corpo, atuando no sistema circulatório e nervoso proporcionando bem- estar, relaxando e acalmando os ossos e músculos, através do calor, tato e pressão; nutrindo o tecido muscular e o esqueleto, tornando mais fácil a absorção de hormônios e desintoxicando todos os músculos”, relata. Já a acupuntura “atua sobre os pontos meridianos referentes ao problema da dor da coluna e faz com que o cérebro libere hormônios reagentes a dor. O efeito da sessão é imediato, portanto uma excelente ferramenta para o tratamento”.

Outra opção de tratamento é o micro-ondas, que promove um calor profundo agindo na inflamação, promovendo assim analgesia e redução do quadro inflamatório. A hidroterapia também é uma excelente opção, pois, segundo Karine, “proporciona relaxamento, auxilia no fortalecimento da musculatura, proporciona amplitude de movimento. Na água, sentimos menos o impacto do peso corporal, isso dá maior liberdade para que grandes grupos musculares possam ser trabalhados com amplitude e direções diferentes das convencionais de forma segura”.

A fisioterapeuta do CREB destaca, ainda, que a eletroterapia é utilizada para produzir um movimento em ondas na forma de vibração mecânica, aumenta o metabolismo local, proporcionando um fluxo sanguíneo maior.

“Com isso a nutrição e regeneração tecidual apresentam uma significativa melhora e acontece a descompressão das terminações nervosas e liberação de aderências. O laser produz efeito analgésico e anti-inflamatório e ainda estimula as células e modula o tecido conjuntivo em processo de regeneração e cicatrização. O tens é usada para o alívio da dor em processos agudos ou crônicos”, conclui.


Espondilite anquilosante aparece principalmente por volta dos 25 anos

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Artropatia inflamatória crônica, autoimune, que acomete principalmente a coluna vertebral, a bacia, os quadris e os ombros, a chamada espondilite anquilosante também pode atingir o intestino, os rins, os ossos, o coração, os vasos sanguíneos e os olh...

Artropatia inflamatória crônica, autoimune, que acomete principalmente a coluna vertebral, a bacia, os quadris e os ombros, a chamada espondilite anquilosante também pode atingir o intestino, os rins, os ossos, o coração, os vasos sanguíneos e os olhos. O Professor de Reumatologia da UFRJ e reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh, diz que a doença se caracteriza por dor constante, por mais de três meses, com rigidez nos locais doloridos.

A espondilite anquilosante atinge seis homens para cada mulher

 

– A dor crônica na coluna é o principal sintoma da espondilite anquilosante. Mas muitas vezes o paciente acha que é uma dor passageira, e opta pela automedicação. É fundamental que um especialista seja consultado, porque quando mais cedo se diagnóstica a doença, mais rapidamente poderemos curá-la – explica o Dr. Haim.

Segundo as estatísticas, a espondilite anquilosante atinge seis homens para cada mulher. O paciente deve ser encaminhado ao médico imediatamente se a dor crônica nas costas durar mais de três meses e se apresentar dor inflamatória (principalmente pela manhã), ressalta o médico do CREB.

– A espondilite anquilosante aparece principalmente por volta dos 25 anos de idade, mas apesar de pouco comum também pode acometer jovens antes dos 16 anos e pessoas com mais de 45 anos. As mulheres geralmente apresentam um quadro clínico mais leve – finaliza ele.



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