TOC é ótima opção para síndrome de dor miofascial
TOC é ótima opção para síndrome de dor miofascial
Presente em quadros de fibromialgia, de desvios posturais da coluna vertebral e dos movimentos articulares e repetitivos, a síndrome de dor miofascial é caracterizada pela presença de dor relacionada à inflamação do músculo e da fáscia, tecido conectivos que cobre os músculos. A doença traz dor crônica e contratura muscular, que se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado – conhecido como ponto gatilho, ou seja, um pequeno nódulo palpável nos músculos.
De acordo com o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o tratamento prevê a combinação de medicamentos e técnicas fisioterápicas. “Podemos prescrever analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos. Uma opção de tratamento é o RPG, disponível no CREB, que oferece o alongamento da musculatura de sustentação da coluna, o que traz relaxamento muscular. Acupuntura também é recomendável, pois alivia os sintomas”, afirma o médico do CREB.
Terapia de Ondas de Choque
A TOC – Terapia de Ondas de Choque – é uma excelente opção de tratamento das dores de origem miofascial, garante o Dr. Antônio. Segundo ele, a TOC oferece grande melhora nas dores e diminui a recorrência.
- A TOC é o mais moderno tratamento das dores do sistema músculo esquelético. O tratamento é feito em consultório médico, por médico capacitado. Em geral, três ou quatro sessões são suficientes – diz o fisiatra do CREB, pontuando que esta técnica também está disponível na clínica.
Os aspectos psicológicos da enurese
Enurese é o hábito involuntário de urinar durante o sono, mais conhecido como “xixi na cama”.
Até 5 anos, esse comportamento é considerado normal, mas após os 7 anos, crianças com enurese noturna devem ser tratadas. “A enurese pode ser considerada um problema biocomportamental, pois, além do processo físico de molhar-se, é um comportamento inadequado não provocado por uma condição clínica, como uma doença ou o uso de remédios. Sendo assim, muitas vezes associa-se a diversos fatores emocionais, comportamentais e de relacionamento”, explica a fisioterapeuta Waleska Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Muitos pais acreditam que seus filhos molhem a cama por terem o sono pesado. De fato, crianças enuréticas podem ser mais difíceis de acordar do que outras crianças, mas não há diferença no padrão de sono entre um grupo e outro.
“Às vezes, atribui-se a causa do problema a fatores emocionais. É sabido que o estresse provoca mudanças fisiológicas. Situações estressantes como divórcio dos pais, nascimento de um irmão, perda de um ente querido, ou uma forte ansiedade podem levar a criança a voltar a molhar a cama, mesmo após já ter obtido o controle. Um outro fator complicador da enurese é o medo do escuro ou de levantar à noite, ao ponto de impedir a ida ao banheiro. Contudo, já foi observado que crianças enuréticas, ao dormir fora de casa, mantêm-se secas a noite inteira. É um fenômeno cujo funcionamento não se compreende inteiramente. Assim sendo, requer-se dos familiares compreensão diante da situação”, observa Waleska.
Ao tratar a enurese, espera-se uma melhora no ajustamento social da criança
Alguns fatores psicossociais podem estar associados ao xixi na cama. Por exemplo, a enurese tende a ser mais frequente em ambientes sociais menos favorecidos. “Crianças enuréticas geralmente são altamente impactadas pela sua condição, passando por isolamento social, humilhação, estresse, ansiedade, medo da exposição e sensação de imaturidade. Com isso, espera-se que, ao tratar a enurese, haja também uma melhora no ajustamento social da criança, na relação familiar e na própria percepção da criança ou adolescente sobre si mesmo”, finaliza a fisioterapeuta, pontuando que o CREB dispõe dos mais modernos recursos de fisioterapia urológica, que alcança excelentes resultados no tratamento da enurese.
Miofascial: mais eficácia no tratamento
Miofascial: mais eficácia no tratamento
Comprometido em oferecer o que há de mais moderno nos tratamentos em reumatologia e ortopedia, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – acaba de adquirir uma pistola de liberação miofascial, um equipamento que oferece muito mais eficácia em uma técnica fisioterápica chamada liberação miofascial. Em resumo, a novidade oferece mais recursos para o combate a dor.
“A fáscia muscular é uma membrana do tecido conjuntivo, localizada logo abaixo da pele que cobre, de modo uniforme, todo o corpo. É possível observar que essa membrana é constantemente afetada com transtornos dolorosos, e esses transtornos dolorosos podem ser combatidos através de uma técnica muito conhecida a liberação miofascial. A liberação miofascial é uma técnica muito utilizada por fisioterapeutas em consultórios e clínicas por todo o mundo, com objetivo promover maior flexibilidade e “soltar” a musculatura, proporcionando maior analgesia e conforto para o paciente”, explica o fisioterapeuta do CREB, Vinícius Vasquez Oliveira.
Vinícius explica que tal recursos fisioterápico vem sendo cada vez mais utilizado em diversas áreas da fisioterapia, entre as quais as áreas traumato-ortopédicas e reabilitação neurológica, em busca de uma reabilitação ainda mais eficiente, rápida e até mesmo prazerosa, porque o estímulo da fáscia muscular provoca um relaxamento do paciente. “A pistola adquirida pelo CREB é o que há de mais moderno nesta técnica. Ela permite um tratamento mais eficaz e, também, que o fisioterapeuta trate das incapacidades que podem gerar no paciente, além das mais diversas dores musculoesqueléticas e déficits funcionais, como dificuldade de ficar de pé, mexer a pernas e braços, movimentar o pescoço e até mesmo dores que podem intensificar os sintomas da fibromialgia. “É importante pontuar que a liberação miofascial, com o uso da pistola, é uma técnica que possibilita ao paciente continuar com as suas atividades esportivas, laborativas e recreativas normalmente”, destaca ele.
Benefícios e contraindicações da pistola de liberação miofascial
O fisioterapeuta do CREB explica que o tempo de aplicação da pistola vai depender de cada atendimento, que é individualizado. Os benefícios que o equipamento traz são: estimula a recuperação muscular, promove o alívio em pacientes com fibromialgia, estimula a flexibilidade, aumenta o fluxo sanguíneo dos músculos, reduz o risco de lesões musculares, auxilia na circulação sanguínea, alivia o estresse e a tensão muscular e aumenta a conscientização corporal. Segundo Vinícius, as contraindicações do uso da pistola são: trombose, diabetes, traumas graves e feridas abertas.
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