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Saiba como dirigir em grandes congestionamentos

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Se faz mal para o humor e provoca estresse, irritação e ansiedade, os grandes engarrafamentos – tão comuns nas metrópoles – também podem fazer mal à saúde dos ossos e músculos.

De acordo com o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, permanecer sentado à frente da direção de um carro por um longo tempo sobrecarrega a musculatura e a estrutura óssea da região lombar das costas.

“Os engarrafamentos são cada vez maiores e mais constantes. Em grandes cidades, como Rio de Janeiro e São Paulo, os horários de rush são cada vez mais extensos. Enfrentá-los cotidianamente pode provocar problemas na coluna, como uma lombalgia, por exemplo”, garante o ortopedista.

Como dirigir no trânsito

Além do estresse e da irritação, o que já é bastante prejudicial à saúde do motorista, o repetido movimento de troca de marcha pode causar tendinite nos punhos ou bursite na região dos ombros. Pisar no freio e na embreagem repetidamente pode causar dores no tornozelo e nas pernas.

Segundo o ortopedista do CREB, a melhor maneira de enfrentar os grandes congestionamentos é evitar movimentos bruscos com as pernas e ao longo do trajeto fazer movimentos lentos e graduais para os lados com o pescoço, o que promove uma melhor mobilização muscular e da articulação na região cervical.

“A verdade é que um congestionamento forte pode provocar consequências parecidas a uma longa viagem de avião. O motorista sofre com fadiga muscular e desgaste nas suas articulações. Uma atitude conveniente e saudável é parar o carro em um posto de gasolina para que se possa sair do carro e esticar as pernas por alguns minutinhos. Isso pode fazer a maior diferença”, garante o Dr. Marcio.


Bico de papagaio deve ser tratado o quanto antes

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O osteofito é uma formação óssea anormal, produzida na proximidade das articulações das vértebras, que traz como consequência dores fortes na região afetada e limitações de movimentos. Mais conhecida como “bico de papagaio”, a osteofitose atinge principalmente pessoas acima de 50 anos. “Toda vez que uma articulação sofre uma sobrecarga de peso a superfície articular aumenta para diminuir a pressão sobre o joelho, por exemplo. Isso também acontece como conseqüência da má postura. O bico de papagaio é uma formação óssea do organismo para absorver melhor a sobrecarga da articulação”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Nos exames de raio-X é possível perceber que essa formação óssea parece com o bico de um papagaio, o que explica o seu nome popular. “Essas articulações deformadas são o resultado de uma ausência completa da cartilagem que funciona como amortecedor entre os ossos. Com o tempo, isso gera más formações que podem ser visíveis ou palpáveis. A presença de bico de papagaio significa a presença de uma artrose”, acrescenta o médico do CREB.

Dores fortes, sensação de queimação nas costas e incômodo são frequentes entre aqueles que têm bico de papagaio. Segundo o ortopedista, a deformação óssea pode reduzir os movimentos das articulações, gerar desequilíbrio na distribuição do peso e sobrecarga na coluna, deixando articulações, tendões e ligamentos sob tensão excessiva, causando muita dor. As causas mais comuns da doença, aponta ele, são o sedentarismo, a má postura, a falta de cuidados com a coluna e o sobrepeso, além de fatores genéticos. “Cuidar da postura é fundamental. Dormir de bruços, por exemplo, pode causar o bico de papagaio. O tratamento prevê a readaptação postural e a prática de RPG traz excelentes resultados. Aquele que sofre de bico de papagaio deve procurar um especialista e começar seu tratamento o quanto antes, pois as chances de melhorar são grandes”, finaliza o ortopedista.


Tendinite provoca dor, vermelhidão e inchaço

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Sintomas da Tendinite: intensa dor, vermelhidão, inchação ou edema e até perda funcional parcial do tendão ou tendões envolvidos.

Essas são as consequências de uma tendinite, inflamação no tendão, uma das maiores queixas dos pacientes que se dirigem aos consultórios dos ortopedistas. O fundamental é procurar um especialista, que irá avaliar o grau da lesão e propor o melhor tratamento, medicamentoso e que inclui protocolos que envolvem fisioterapia, eletroterapia, acupuntura e hidroterapia.

“Nossos músculos têm a função de promover o movimento. Em suas extremidades, existe uma transição entre o tecido muscular e o tecido fibroso, que se adere à parte óssea. Tendão é o nome desse tecido altamente resistente e fibroso. Mas nós exercitamos os nossos tendões o dia inteiro, seja caminhando ou praticando atividade física. Um movimento abrupto ou excessivo pode provocar uma inflamação. Quando isso acontece, o ideal é interromper qualquer exercício e mesmo uma caminhada. As vezes, a dor inicial não é tão intensa e a pessoa resolve continuar sua caminhada. E um especialista deve ser consultado”, explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo ele, é preciso evitar que uma simples lesão se transforme em um caso mais complicado. O médico poderá receitar aplicação de gelo, medicamento e fisioterapia. Mas a pergunta é: como evitar a tendinite? A melhor forma é manter a prática regular de exercício físico, sem excessos. “Alongar primeiro é fundamental”, alerta o médico. Perder alguns quilos, para aqueles que estão com sobrepeso, também é muito importante.

– Em casos em que não há melhora com a terapia convencional , contamos, aqui no CREB, com a TOC – Terapia de Ondas de Choque, que segundo estatísticas internacionais resolve 80% dos casos que o tratamento tradicional não dá conta. A Terapia de Ondas de Choque na realidade não é com choques e sim com ondas acústicas.É uma terapia não invasiva e geralmente indolor – acrescenta o Dr. Antônio.



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