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Congresso Mundial de Osteoporose apresentará trabalho de ortopedista do CREB

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Um trabalho de autoria do Dr. Bernardo Stolnicki, Coordenador do CREB PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e de colaboradores, será apresentado no Congresso Mundial de O...

Um trabalho de autoria do Dr. Bernardo Stolnicki, Coordenador do CREB PREVREFRAT (Programa de Prevenção a Refraturas) e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e de colaboradores, será apresentado no Congresso Mundial de Osteoporose e Osteoartrite 2017, que acontecerá esse ano em Florença, na Itália, de 23 a 27 de março. O título do trabalho é “O uso do ácido zoledronico em pacientes com risco iminente de fratura em um serviço de prevenção no Rio de Janeiro”.

PREVREFRAT – Programa de Prevenção a Refraturas

– Avaliamos a capacidade de nosso Programa de Prevenção a Refraturas em reduzir diretamente a taxa de refratura em pacientes com risco iminente de fratura, utilizando uma infusão anual de ácido zoledrônico 5 mg e suplementados com cálcio e vitamina D. Pacientes que já sofreram fraturas por pequenos traumas (como uma queda da própria altura) representam o grupo de maior risco para fraturas subsequentes. Especialmente os portadores de fraturas vertebrais e de quadril, sendo o seu tratamento, que visa evitar novas fraturas, considerado um grande desafio – explica o Dr. Bernardo.

De acordo com ele, foram avaliados 196 pacientes, homens e mulheres com mais de 60 anos, com fratura do quadril ou duas ou mais fraturas vertebrais ou uma fratura vertebral mais outra fratura (pulso, ombro ou tornozelo). Nesta avaliação, foram encontradas 22 novas fraturas após um trauma mínimo em 21 pacientes.

– Comparado com outros trabalhos publicados com este grupo de alto risco, a redução da incidência de novas fraturas apresentou taxas bem mais elevadas – conclui o médico do CREB.


Quedas Infantis: A importância do crescimento ósseo em crianças

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“Os cuidados nesta fase de vida precisam ser redobrados porque a resistência óssea depende tanto do tamanho ósseo como dos minerais que ele contém”, explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Dr. Eduardo Sadigurschi.

Segundo o médico do CREB, é até os 25 – 30 anos que se forma a massa óssea e por volta dos 30 anos que lentamente os ossos começam a perder sua massa. “É fácil entender que quanto mais massa óssea tivermos depositada no nosso banco ósseo desde os tempos de criança e adolescente, melhor vamos suportar essas inevitáveis perdas ósseas. Assim, estaremos mais protegidos de doenças como a osteoporose, além de fraturas ósseas frequentes na terceira idade”, explica o Dr. Eduardo.

Fatores genéticos irão afetar a saúde óssea das crianças, assim como o estilo de vida adotado. “Uma alimentação saudável e a prática regular de exercício físico são fundamentais para uma boa saúde dos ossos. A manutenção de um peso adequado, a ingestão de vitamina D, cálcio e proteínas são muito importantes nesta fase. O cálcio é o principal mineral no osso e a quantidade de ingestão correta da vitamina D auxilia na absorção do cálcio”, enumera o fisiatra.

– Exercícios que sustentam o peso, como corridas e saltos, ajudam a fortalecer os músculos e ossos fortes. A maior parte da vitamina D é produzida quando nossa pele é exposta à luz solar. Crianças obtêm vitamina D brincando ao ar livre, mas leites e fórmulas infantis são suplementados com esta vitamina. O tabagismo, que frequentemente se inicia na adolescência, também é um fator muito prejudicial à saúde óssea, assim como o uso indiscriminado de certos medicamentos. A orientação de um médico especialista é fundamental – ressalta o Dr. Eduardo Sadigurschi.

Fix It: adeus ao gesso

Só quem já precisou imobilizar pernas ou braços sabe o quão desagradável é utilizar o gesso. A garotada até gosta de assinar e fazer desenhos sobre ele, mas seu uso incomoda, provoca coceira e calor e requer cuidados no banho e em dias de chuva porque simplesmente não pode molhar. Isso sem falar no peso que o gesso tem.

O Fix It é uma órtese que utiliza plástico biodegradável e é impresso em 3D, substituindo o uso do gesso e oferecendo uma experiência muito mais agradável para o paciente. Pode molhar à vontade, é leve, como tem grandes furos é arejado, não é alergênico, é biodegradável e permite que o paciente leve uma vida absolutamente normal. Ele até esquece que está usando uma órtese”, explica o fisiatra.

De acordo com o fabricante, mais de 5 toneladas de gesso já deixaram de ser descartadas no meio ambiente por conta desta inovação, utilizada em dez países. São mais de 20 soluções disponíveis para os pacientes, entre imobilizadores de punho, mãos, dedos, braço e antebraço. “O Fix It se molda perfeitamente para cada paciente. A instalação é limpa e imediata e a órtese é higienizável, resistente e, se não bastasse, é bonita. E o resultado é muito bom”, finaliza Eduardo, pontuando que o CREB é uma das primeiras clínicas a oferecer esta tecnologia de ponta.


A importância do crescimento ósseo em crianças

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É durante a infância e a adolescência o período mais importante para a construção de um esqueleto forte e saudável.

“Os cuidados nesta fase de vida precisam ser redobrados porque a resistência óssea depende tanto do tamanho ósseo como dos minerais que ele contém”, explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. Eduardo Sadigurschi.

Segundo o médico do CREB, é até os 25 – 30 anos que  se forma a massa óssea E por volta dos 30 anos que lentamente os ossos começam a perder SUA massa. “É fácil entender que quanto mais massa óssea tivermos depositada no nosso banco ósseo desde os tempos de criança e adolescente, melhor vamos suportar essas inevitáveis perdas ósseas. Assim, estaremos mais protegidos de doenças como a osteoporose, além de fraturas ósseas frequentes na terceira idade”, explica o Dr. Eduardo.

Uma pesquisa da tradicional The Hormone Fundation, publicada em abril deste ano no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, demonstra que os maiores ganhos de dimensão, massa óssea e conteúdo mineral ocorrem na adolescência. A pesquisa atesta que é na puberdade que alterações hormonais, tão comuns nesta época da vida, levam a uma rápida aceleração do crescimento ósseo. “Nesta fase, os ossos ficam mais longos, mais fortes e mais densos. O tamanho ósseo atinge seu ápice próximo dos 20-25 anos”, acrescenta o médico.

Fatores genéticos irão afetar a saúde óssea da crianças, assim como o estilo de vida adotado. “Uma alimentação saudável e a prática regular de exercício físico são fundamentais para uma boa saúde dos ossos. A manutenção de um peso adequado, a ingestão de vitamina D, cálcio e proteínas são muito importantes nesta fase. O cálcio é o principal mineral no osso e a quantidade de ingestão correta da vitamina D auxilia na absorção do cálcio”, enumera o ortopedista.

– Exercícios que sustentam o peso, como corridas e saltos, ajudam a fortalecer os músculos e ossos fortes. A maior parte da vitamina D é produzida quando nossa pele é exposta à luz solar. Crianças obtêm vitamina D brincando ao ar livre, mas leites e fórmulas infantis são suplementados com esta vitamina. O tabagismo, que frequentemente se inicia na adolescência, também é um fator muito prejudicial à saúde óssea, assim como o uso indiscriminado de certos medicamentos. A orientação de um médico especialista é fundamental – finaliza o Dr. Eduardo Sadigurschi.



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