Pilates, uma atividade completa que pode ser praticada por qualquer um
O pilates é considerada uma atividade completa, porque promove o alongamento, dá força para a musculatura, promove o equilíbrio, a consciência da respiração e, se não bastasse, corrige vícios de postura. Além disso, pode ser praticado por qualquer pe...
O pilates é considerada uma atividade completa, porque promove o alongamento, dá força para a musculatura, promove o equilíbrio, a consciência da respiração e, se não bastasse, corrige vícios de postura. Além disso, pode ser praticado por qualquer pessoa, pois seus exercícios respeitam a limitação de cada um, seja por questão de idade ou de movimento. Não à toa, a atividade é indicada pelos médicos para tratamentos de doenças musculoesqueléticas.
“O pilates terapêutico é uma excelente opção complementar de tratamento para doenças musculoesqueléticas, reabilitação cirúrgica, para aqueles que estão muito tempo sem atividade alguma, para idosos, obesos, entre outros. Os exercícios combinam movimento com respiração e inspiração, têm pouca repetição e respeitam as limitações do praticante”, explica o ortopedista Marcelo Alvim, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo, clínica que mantém um moderno e completo estúdio de Pilates em suas dependências, cuja atividade é supervisionada por fisioterapeutas.
Segundo o Dr. Alvim, durante os exercícios, são ativados músculos profundos, e a musculatura é bem alongada, evitando dores e futuras lesões. “A atividade é excelente e ajuda a combater a dor. Para casos como problemas lombares, na cervical e hérnia de disco, a atividade é perfeita e traz resultados muito bons. A atividade também é excelente para reabilitação física. Trata-se de uma excelente alternativa, pois é uma atividade prazerosa e, o que é melhor, traz resultados em pouco tempo”, garante ele, pontuando que a atividade é individualizada e será prescrita pelos fisioterapeutas especialistas.
Lombalgia, doença comum que tem tratamento
A lombalgia – dor na coluna lombar, que pode irradiar para as pernas – é a segunda doença mais comum em todo o mundo. Segundo dados da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 70% dos brasileiros entre 30 e 39 anos sofrem de lombalgia e quatro em cada cinco têm ou terão a doença, em algum momento. A lombalgia é, de acordo com a universidade, a principal causa de afastamento temporário do trabalho no Brasil.
Os números são suficientemente eloquentes para mostrar o tamanho do problema desta enfermidade, caracterizada pelas dificuldades de diagnóstico. “A lombalgia caracteriza-se por dor na região lombar, na parte inferior da coluna vertebral, pouco acima das nádegas, na altura da cintura, decorrente de alguma anormalidade. É uma doença muito comum. Estudos indicam que de 85% a 90% dos adultos poderão sofrer um episódio de lombalgia ao longo da vida. Uma queda simples é o suficiente para a lombalgia aparecer. É tão comum que só tem incidência menor do que a dor de cabeça”, explica o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista e homeopata do CREB – Centro de Regumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, a lombalgia geralmente começa de forma discreta, mas pode aumentar progressivamente, causando muitas dores, com irradiação para as pernas. “A dor pode durar alguns dias, sumir e, depois de algum tempo, reaparecer. Por isso é fundamental procurar um especialista ao menor sinal de dor contínua. Um simples mal jeito pode provocar uma lombalgia, mas há inúmeros fatores de risco que contribuem para o desencadeamento de dores lombares, como a obesidade, fumo, sedentarismo, maus hábitos posturais e trabalho repetitivo, entre outros”, explica o médico.
A boa notícia é que os tratamentos são cada vez mais eficazes. Além do tratamento mediamentoso, poderão ser adotadas medidas fisiátricas e protocolos que incluem acupuntura, RPG e hidroterapia, como é feito no CREB, com excelentes respostas. “O melhor tratamento contra a lombalgia certamente é buscar uma qualidade de vida com a prática de exercícios regulares, boa alimentação, sono reparador em dia e evitar vícios de postura. Como a lombalgia é uma doença muito comum, muitas vezes as pessoas preferem não dar atenção e esperar passar a dor, o que é um erro. Um médico especialista deve ser procurado e o tratamento seguida à risca, para evitar novas crises – finaliza o Dr. Sergio Rosenfeld.
Metade da população idosa do país sofre com doenças crônicas
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam oficialmente que 48,9%, ou seja quase metade dos idosos do país, sofrem de doenças crônicas como problemas cardiovasculares, diabetes e câncer. A hipertensão é a doença que mais afeta os idosos, segundo a pesquisa, com 50%. Dores na coluna e artrite ou reumatismo também são frequentes e atingem 35,1% e 24,2% dos idosos acima de 60 anos.
Mas há como recuperar um pouco da qualidade de vida perdida e um médico especialista irá prescrever um tratamento amplo e personalizado, que prevê medicamentos, alimentação regrada, atividade física regular e protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura e RPG, entre outros. “O primeiro passo é deixar o sedentarismo para trás, praticar exercícios regulares e adotar uma dieta balanceada, rica em cálcio, por exemplo. O sedentarismo deixa articulações ainda mais rígidas. O exercício moderado constante, ao longo da vida, ajuda a adiar essa degeneração. Além disso, o exercício regular fortalece os músculos, realinha a postura, promove o alongamento e dá consciência corporal. Bem orientado, o idoso poderá praticar uma atividade física regular de baixo impacto”, explica Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, pontuando que a prática de exercícios físicos e uma alimentação adequada são condições básicas na busca pela melhor qualidade de vida.
– A idade avançada é um dos fatores que contribuem para essa condição. E anos de má postura geram efeitos cumulativos que alteram o funcionamento músculo-esquelético do indivíduo. As doenças degenerativas também têm impacto na postura, mesmo que seus efeitos não sejam sobre o esqueleto ou grupos musculares, porque podem desencadear um mecanismo de compensação. O paciente sente dor ou desconforto ao realizar um movimento, por exemplo, e altera o alinhamento postural para compensar a sensação ruim. Isso muda todo o equilíbrio físico e compromete as demais articulações. Um joelho afetado pela artrite, por exemplo, pode alterar o padrão da caminhada, o alinhamento do quadril, da coluna e até o movimento dos braços – explica o médico.
Segundo ele, o idoso sofre com a perda natural da elasticidade e do tônus muscular do corpo e isso pode ser ainda mais intenso pela falta do hábito da atividade física regular e de uma alimentação balanceada. Assim, atividades que podem parecer simples, como segurar uma panela de feijão pelo cabo ou coçar as próprias costas podem significar um grande sacrifício para aqueles que têm comprometimento por causa de doenças degenerativas, como a osteoporose, artrite, artrose, problemas neurológicos e ortopédicos, agravados pelo sobrepeso e sedentarismo.
– Procurar um especialista do aparelho locomotor é fundamental, para que haja um acompanhamento constante e de perto. Certamente é possível recuperar parte da qualidade de vida perdida – finaliza.
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