CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

CREB trem tratamento para todo tipo de dor na coluna

Envie a um amigo:

Muita gente acha que é comum sentir dores nas costas, e quando isso acontece opta pela automedicação e não dá ao fato a devida atenção. Trata-se de um grande erro. Dor na coluna, seja ela qual for, pode ser uma simples contratura ou uma distensão mus...

Muita gente acha que é comum sentir dores nas costas, e quando isso acontece opta pela automedicação e não dá ao fato a devida atenção. Trata-se de um grande erro. Dor na coluna, seja ela qual for, pode ser uma simples contratura ou uma distensão muscular, mas também pode revelar algum problema mais sério. Somente um especialista está apto a diagnosticar o problema e propor o melhor tratamento.

Utilizar automedicação é perigoso

“Utilização de uma postura correta ao longo do dia, prática de atividade física regular, alimentação balanceada evitando o sobrepeso e utilização de móveis ergonômicos são atitudes que ajudam a prevenir dores na coluna. Mas quando ela aparece, alguma coisa está sugerindo. É um grande erro achar que um anti-inflamatório qualquer resolve o problema e pronto. Utilizar automedicação é perigoso, principalmente porque o paciente não sabe a causa daquela dor”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A boa notícia é que da mesma forma que a dor chega, ela vai embora, com o tratamento correto. O especialista avaliará o paciente e irá propor o melhor tratamento. No CREB utilizamos protocolos, com muito sucesso, que incluem Reeducação Postural Global (RPG), Pilates terapêutico, ACUPUNTURA e hidroterapia. Cada caso é avaliado de forma personalizada. O importante é que ninguém precisa sentir dores na coluna, porque há tratamentos conservadores, sem necessidade de cirurgia, mas ao menor sinal de dor é preciso procurar o especialista”, finaliza o ortopedista do CREB.


Dores nas costas: auto-medicação e repouso não são recomendáveis

Envie a um amigo:

Quem não sentiu, sequer uma vez, uma pequena dor nas costas?

Mas o que pode parecer algo comum, corriqueiro e passageiro, na verdade pode esconder uma lombalgia, dor lombar que é capaz de trazer sérios problemas para o paciente. A verdade é que muitas pessoas sentem dor nas costas e acreditam que se trata de um problema menor e localizado, após um determinado grau de esforço físico ou um tombo, por exemplo. Procurar um especialista, no entanto, é fundamental, porque aquela pequena dor pode se transformar em um grande problema, se não devidamente tratada.

“As pessoas acreditam, em geral, que dor nas costas é algo comum, corriqueiro, que simplesmente dá e passa. Mas não é bem assim. Tem pessoas, por exemplo, que passam o dia inteiro trabalhando sentados ou em pé. Uma má alimentação, vícios posturais e falta de exercício físico contribui para o surgimento de dores lombares, por exemplo. Ao chegar no consultório, o médico não irá se preocupar apenas com a dor local, mas a saúde em geral do paciente. Uma anamnese será feita para auxiliar o médico a identificar a patologia e poderá ser solicitado exames de imagem”, explica o reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia e professor da UFRJ, Dr. Haim Maleh.

Lombalgia não é incomum

Segundo ele, uma lombalgia pode provocar radiação para os pés ou dedos, dormência e dor na perna também. “Cada vez mais a lombalgia acomete pessoas de todas as idades. Dor nas costas em pessoas entre 20 e 55 anos não é nada incomum. Percebemos que as pessoas que procuram o consultório com dores intensas nas costas, com radiação para a perna, ficam assustadas. Mas esse tipo de dor é muito comum e tem tratamento. Exames de imagem nos ajudam a indicar a doença e a prescrever o tratamento. O importante, mesmo, é o paciente procurar um médico ao menor sinal de dor.

Evite a auto-medicação

No CREB, utilizamos protocolos que incluem RPG, cinesioterapia, hidroterapia e acupuntura, medicamentos, entre outros, com excelente  resposta”, diz. “O que definitivamente não pode é a auto-medicação. É muito comum uma pessoa com dores nas costas utilizar relaxante muscular, sem a orientação médica. Isso deve ser definitivamente evitado. Acima de tudo, é muito importante estabelecer o diagnóstico, isso é, a identificação da causa dessa dor na coluna, que pode ter muitas origens, algumas mais simples, outras mais sérias e complexas, levando a diferentes formas de evolução e tratamento. É muito mais objetivo tratar quando se sabe a causa”, completa.

Segundo o médico, outra atitude comum entre aqueles que sentem dores nas costas mas não procuram um especialista é utilizar compressas quentes ou frias e repousar. “O repouso não é indicado para a lombalgia. Pelo contrário: o paciente deve ser estimulado a continuar suas atividades diárias normalmente, porque do contrário vai prejudicar sua recuperação”, explica o Dr. Haim.


Desafio da Longevidade : Osteoporose Aumenta

Envie a um amigo:

Número de internações pela doença Osteoporose cresceu 8%

O aumento da longevidade do brasileiro já começa a se refletir negativamente nas estatísticas médicas: o número de internações por osteoporose cresceu nos últimos anos. Fraturas de fêmur, uma das maiores consequências da doença, levaram 8% mais pessoas aos hospitais entre 2005 e 2008. Neste ano, o Ministério da saúde gastou R$ 58,6 milhões com 32.908 internações deste tipo, contra R$ 48,8 milhões em 30.273 internações realizadas em 2005. O governo também incrementou os investimentos em remédios nesse período. No ano passado foram gastos R$ 39 milhões em medicamentos.

– Os casos de osteoporose estão aumentando, até porque a população idosa esta aumentando. Ao ter mais pessoas idosas, os casos de osteoporose acabam surgindo com mais frequência – afirmou José Telles, coordenador Nacional de Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde.

A fratura de fêmur, o maior osso do corpo humano, está entre as causas relevantes de morbidade e mortalidade dos idosos. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, cerca de 10 milhões de pessoas tem osteoporose. A maioria acima de 60 anos. A doença está, ao lado da diabetes e da hipertensão, no rol das crônico-degenerativas com maior incidência na população idosa. Entre as causas externas, as quedas são responsáveis por 24% das mortes em idosos, enquanto correspondem a 6% no restante da população. Cerca de 30% das pessoas idosas sofrem quedas a cada ano. Essa taxa aumenta para 40% entre aqueles com mais de 80 anos. Na grande maioria das vezes, as fraturas de fêmur demandam cirurgia.

– Há uma cultura na sociedade de que é normal a pessoa idosa cair – disse Telles.

Segundo ele, os profissionais de saúde vêm sendo orientados a fazer uma avaliação criteriosa do paciente idoso que sofrer queda para investigar se ele tem osteoporose. Para quem já tem a doença, a ordem é evitar quedas. O Guia prático do Cuidador, do Ministério da Saúde, dá dicas como à eliminação de tapetes, capachos, tacos e fios soltos na casa. A instalação de barras de apoio na parede do chuveiro e ao lado do vaso sanitário também e sugerida.

A alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e abstinência de tabaco e álcool são hábitos que, se praticados da juventude á velhice, podem evitar o desenvolvimento da doença. Telles diz que há comprovação científica de que pessoas com 80 anos que fazem musculação melhoram sua capacidade funcional e recuperam massa óssea.

– Se vamos viver mais, a questão é como viveremos esses anos a mais, numa cadeira de rodas ou com saúde – afirmou.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619