CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

Horas em frente à TV podem causar dores nas costas

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Uma pesquisa realizada na Universidade de Queensland, na Austrália, revela que passar horas em frente ao computador ou à televisão pode causar dor nas costas.

Segundo os investigadores, passar horas em frente à TV ou ao computador pode ter o mesmo efeito, salientando ainda que a dor é tão forte como a de alguém que realmente teve uma lesão física na coluna.

Estas dores agravarão em maior proporção se o portador já tiver alterações posturais da coluna (escoliose / hiperlordose / hipercifose) ou má qualidade da musculatura que a sustenta como a musculatura das costas, abdomen, quadril e nádegas.

Na maioria dos casos, a inatividade é provocada pelo levantamento de peso excessivo, artrose, hérnia de disco, distensão muscular ou outras lesões que prejudicam os músculos que suportam a coluna vertebral.

No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo sugerimos não permanecer em repouso por tempo prolongado, o repouso após 3 dias já enfraquece a musculatura levando a uma dificil reabilitação. Mesmo nos casos de hérnia ou de dor muito importante procuramos pedir a mobilização o mais breve possível.

Para que estes músculos voltem à atividade, não basta levantar e começar a andar. Alguns dos voluntários foram monitorizados por seis meses e os músculos das costas ainda não tinham recuperado totalmente, mesmo os daqueles que voltaram a se exercitar.


Linha do Tempo conta a história de sucesso do CREB

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Há mais de 30 anos, o CREB vem trabalhando incessantemente para disponibilizar à nossa cidade os mais modernos conhecimentos, técnicas e tratamentos de reumatologia, traumato-ortopedia e fisiatria – medicina física e reabilitação.

Acreditamos que todos têm o direito de viver bem, felizes e sem dor. Por isso, oferecemos um atendimento humanizado e individualizado, por meio de um corpo clínico e técnico altamente experiente e especializado e comprometido com a qualidade de vida de nossos pacientes.

Tudo começou em um consultório de 23 metros quadrados, no centro da cidade

Atendemos em diversas unidades, em novas e modernas instalações, com milhares de metros quadrados, concebidas exclusiva e tecnicamente para oferecer todo o conforto aos nossos pacientes. E contamos com equipamentos de última geração: o CREB, por exemplo, é a primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a contar com aparelho de raios-x digital, entre outros equipamentos que oferecem ainda mais recursos aos nossos pacientes e profissionais. Nos sentimos muito honrados em constatar que temos sido merecedores do respeito e do reconhecimento da comunidade, dos pacientes e de nossos colegas médicos, que têm o CREB como um centro de referência. O amplo trabalho de prevenção que realizamos está absolutamente inserido no nosso dia-a-dia, e é mais um dos diferenciais da nossa clínica.

Na verdade, poucas clínicas no Rio de Janeiro podem se orgulhar de uma história de mais de 40 anos de sucesso, e o CREB é uma delas. Para marcar essa história, o CREB disponibiliza em seu site sua linha do tempo: desde sua fundação, em 1975, em um consultório de 23 metros quadrados, no centro da cidade, até os dias de hoje, todos os principais fatos da clínica estão registrados. O internauta poderá saber, por exemplo, que de 1976 a 2001, o CREB ocupou um grupo de salas, com cerca de 150 metros quadrados, na rua Voluntários da Pátria, 445, antes de mudar, em 2002, para um prédio de mais de 2 mil metros quadrados, na mesma rua, agora no número 408. Os novos serviços, novos equipamentos e procedimentos também estão listados.

“Com investimento constante em tecnologia, treinamento e qualidade do atendimento aos clientes, o CREB é referência nacional em Reumatologia, Ortopedia, Fisioterapia, Fisiatria e Medicina do Esporte”, pontua o mais recente post da linha do tempo, sob o título “Agora somos referência”. A linha do tempo do CREB está disponível em  creb.com.br/quem-somos-linha-do-tempo.


Mês de conscientização da Distonia: doença causa dores e contrações musculares involuntárias

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O controle da Distonia Cervical envolve diferentes tratamentos e pode trazer mais qualidade de vida ao paciente

Setembro é o mês mundial de conscientização da Distonia, uma doença neurológica caracterizada por movimentos e contrações involuntárias que podem afetar qualquer parte do corpo, como mãos, pescoço, cabeça, cordas vocais e olhos. Os pacientes que apresentam essa condição têm dificuldade na realização de tarefas cotidianas, pois a Distonia Cervical vem acompanhada de dores, deformação de membro afetado e incapacidade funcional.

A Distonia Cervical pode ser idiopática, ou seja, tem a origem indeterminada, fazendo parte da genética do paciente ou pode estar associada a traumas, outras doenças neurológicas e uso de alguns medicamentos.

Segundo a Dra. Monique Venturi, neurologista e neurofisiologista, os casos de Distonia são desafiadores, tanto para a equipe multiprofissional como para o paciente. “Em muitas situações, notam-se prejuízos sociais e emocionais, por isso a reabilitação precisa ser valorizada. Com diferentes técnicas e medicamentos, conseguimos proporcionar melhor qualidade de vida, independência e funcionalidade para esses pacientes”, esclarece.

Para Nilde Soares, de 50 anos e fundadora do Instituto Distonia Saúde, o diagnóstico de Distonia aconteceu em 2011, mas os sintomas se iniciaram antes, quando ela estava com 40 anos. Curiosamente, o primeiro alerta foi feito por um colega de trabalho durante uma reunião. “Ele percebeu movimentos involuntários no meu rosto, mas só percebi quando fui me olhar no espelho”, conta.

Depois desse alerta recebido por um colega, Nilde procurou ajuda médica. Neste momento, disseram a ela que os espasmos poderiam ser uma crise de ansiedade, e recomendaram uma consulta com um psiquiatra. A partir daí, Nilde seguiu a jornada de muitos pacientes: passou quatro anos em busca do diagnóstico correto para o seu caso. “Passei por sete neurologistas até identificarem a Distonia Cervical. No meu caso, comecei com movimentos involuntários leves, como caretas que passavam despercebidas, lembrando tique nervosos, mas essas contrações musculares intensificaram-se ao longo dos anos e se tornaram incontroláveis, provocando fortes dores”, relata.

Além de acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, com fonoaudióloga e fisioterapeuta, o tratamento de reabilitação da Nilde inclui aplicações de Toxina Botulínica A (TBA), indicadas para o controle dos espasmos e da dor. “Hoje aprendi a lidar com a Distonia, e a importância de seguir o tratamento recomendado pelo médico. O apoio do meu marido também foi essencial nesse processo”, conclui.

Caso você apresente alguns dos sintomas, como por exemplo, espasmos musculares, posições anormais e movimentos involuntários na cabeça e no pescoço, procure um médico neurologista.


Nilde Soares
Fundadora do Instituto Distonia Saúde

Dra. Monique Venturi
Médica Neurologista
Mestre pelo IPUB-UFRJ, Membro Titular das Academias de Neurologia (ABN) e Neurofisiologia (SBNC)



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619