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CREB inicia atendimento psicológico individualizado para seus pacientes

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Há mais de 30 anos, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – vem trabalhando incessantemente para oferecer à nossa cidade os mais modernos conhecimentos, técnicas e tratamentos de reumatologia, traumato-ortopedia e fisiatria – medicina...

Há mais de 30 anos, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – vem trabalhando incessantemente para oferecer à nossa cidade os mais modernos conhecimentos, técnicas e tratamentos de reumatologia, traumato-ortopedia e fisiatria – medicina física e reabilitação (fisioterapia). O CREB acredita que todos têm o direito de viver bem, felizes e sem dor. Por isso, oferece um atendimento humanizado, por meio de um corpo clínico e técnico altamente experiente e especializado e comprometido com a qualidade de vida de seus pacientes. O CREB é uma clínica referência e muito se orgulha disso.

Nestes mais de 30 anos, o CREB se compromissou em buscar oferecer uma gama de serviços e tratamentos cada vez mais completa em sua área de atuação. Atentos às necessidades de seus pacientes, e compromissados com sua qualidade de vida, traz mais uma novidade: atendimento psicológico individualizado. Muitos pacientes, por exemplo os acometidos pela fibromialgia, com pós-operatório ou com doenças incapacitantes, necessitam, muitas vezes, de acompanhamento psicológico.

Junto ao tratamento físico o apoio psicoterápico pode ser de muito valor

“Preocupados com a qualidade de vida e bem estar de nossos pacientes e por entender que as pessoas são por inteiro com seu corpo e sua alma, iniciamos o serviço de psicoterapia clínica. Queremos oferecer um maior suporte e atenção aos nossos pacientes. O objetivo é dar atenção as necessidades individuais, conversando e trabalhando suas questões, procurando minorar sua dor e buscar equilíbrio e serenidade para o cotidiano”, explica a psicóloga Daniela Libman Maleh.

A profissional pontua que é importante entender que ninguém é só um joelho ou uma coluna vertebral e sim uma pessoa na sua totalidade que merece ser entendida e tratada como tal. “Assim, diante desse entendimento certas doenças, como por exemplo a fibromialgia, ao ter esse foco de atenção no tratamento, consegue-se melhores resultados que abreviam a dor e o sofrimento dessas pessoas, que de forma mais rápida encontram alegrias, satisfação e novamente intensa vontade de aproveitar bem a vida. A luta do dia a dia, intensifica e dificulta nossas relações sejam profissionais ou familiares, nos trazem muita ansiedade, estresse e algumas vezes depressão. isso muitas vezes é a gota d’água para desencadear um quadro de dor. Junto ao tratamento físico o apoio psicoterápico pode ser de muito valor na melhora desses pacientes”, finaliza ela.


Estudo demonstra relação entre artrite reumatoide e tabagismo

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Um recente estudo científico mostrou que pacientes acometidos pela artrite reumatoide, fumantes, têm mais do que o dobro de risco de se hospitalizar devido a eventos cardiovasculares e infecções respiratórias. O tabagismo é um conhecido fator de risc...

Um recente estudo científico mostrou que pacientes acometidos pela artrite reumatoide, fumantes, têm mais do que o dobro de risco de se hospitalizar devido a eventos cardiovasculares e infecções respiratórias. O tabagismo é um conhecido fator de risco para o desenvolvimento da artrite reumatoide e pacientes portadores desta doença têm um risco maior em 50% para doenças cardiovasculares e, ainda, um risco aumentado para infecções do trato respiratório.

“A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica, que afeta a membrana sinovial das pequenas articulações, podendo provocar inchaço e dores, principalmente nas mãos e nos pés. Ela não tem causa conhecida, mas é possível tratá-la e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida”, explica Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense). Ele pontua que não fumar diminui o risco de doenças cardiovasculares e infecções respiratórias e que, possivelmente, diminui também a probabilidade da pessoa acometida pela artrite reumatoide apresentar outras alterações. “Esse estudo é importante, pois demonstra a influência do tabagismo sobre essa doença também”, diz ele.

Um dos sintomas da artrite reumatoide é a sensação de rigidez e dores nas juntas

Segundo o Dr. Haim, a doença acomete uma em cada cem pessoas, sendo duas vezes mais mulheres na faixa entre 40 e 60 anos do que os homens. Ele relata que um dos sintomas da artrite reumatoide é a sensação de rigidez e dores nas juntas, logo pela manhã. Mas a doença também pode atacar os olhos e o pulmão. “O tratamento é individualizado, cada caso é um caso. Muitas vezes, o paciente apresenta incapacidade funcional, mas o tratamento pode restabelecer a qualidade de vida perdida. Utilizamos protocolos de reabilitação física que trazem melhora do quadro articular, podendo aumentar a mobilidade. Ao menor sinal de dores nas juntas, um especialista deve ser consultado”, finaliza ele.


Dor crônica aumenta no inverno

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Nada menos do que 37% da população brasileira – quase quatro em cada dez brasileiros – sofrem com algum tipo de dor crônica, aquela dor que persiste por mais de três meses. A maior parte deste grupo é composto por mulheres, com idade média de 41 anos...

Nada menos do que 37% da população brasileira – quase quatro em cada dez brasileiros – sofrem com algum tipo de dor crônica, aquela dor que persiste por mais de três meses. A maior parte deste grupo é composto por mulheres, com idade média de 41 anos, moradoras das regiões Sul ou Sudeste. Esse é o resultado de uma pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED), recém divulgada.

Quatro em cada dez brasileiros – sofrem com algum tipo de dor crônica

No primeiro lugar do ranking das dores crônicas – no Brasil e em todo o restante do mundo – estão as dores crônicas provenientes de algum problema na coluna vertebral. Em seguida estão as dores de cabeça e relacionadas a algum tipo de câncer. Também são muito comuns nos consultórios médicos pacientes com alguma doença reumática, com dores crônicas nas articulações. No inverno, essas dores tendem a aumentar.

– Muitas vezes, o paciente com artrose chega a apresentar limitação de movimentos por conta das dores crônicas. As vezes, atividades tão cotidianas, como pentear os cabelos ou escovar os dentes, são impossíveis de serem feitas. No inverno, isso se intensifica. Com as baixas temperaturas, as pessoas tendem a ficar mais retraídas e contraídas. Isso gera uma tensão muscular que pode se traduzir em mais dor. Muitas vezes, as pessoas acabam se exercitando menos, o tecido se contrai involuntariamente e as pessoas não percebem mas também andam mais curvadas para se protegerem do frio. É fundamental não abandonar as atividades físicas no inverno, aquecer bem antes de iniciar o treino e utilizar roupas aquecidas. Também é melhor realizar as atividades em um horário mais convidativo, como de manhã, quando há sol – afirma o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense – UFF.



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