Aconselhamento psicológico no CREB ajuda pacientes a lidar com a dor
Aconselhamento psicológico no CREB ajuda pacientes a lidar com a dor
“Cada um vive uma determinada situação de um jeito, mas a forma em que se experiência esta situação é o que pode deixar algum tipo de estresse. Sabemos que muitas vezes uma situação traumática para um, pode ser apenas um evento passageiro para outros. Porém quando vivemos a briga com o cônjuge, com o filho ou no trabalho como uma experiência difícil, sem conseguir controlar o nosso sentimento, esta briga pode gerar um sofrimento posterior grande. E este sofrimento poderá aparecer de diversas formas, sendo uma delas as dores no corpo e em especial a dor na coluna”.
É o que afirma a psicóloga Daniela Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, a única clínica de reumatologia e ortopedia que oferece gratuitamente aconselhamento psicológico para seus pacientes. A atividade é oferecida há mais de um ano e tem sido um sucesso para quem a utiliza. “A dor que sentimos por consequência de alguma doença pode ser até mesmo incapacitante e nos gerar um grande estresse, piorando o quadro apresentado. Por isso, poder desabafar, falar do que sentimos, dividir esse peso com alguém é fundamental e ajuda muito a superarmos as dificuldades”, afirma a psicóloga;
Daniela Maleh pontua que muitas vezes a forma de lidar com a dor psíquica é tão difícil que sem querer jogamos estas dores para o corpo, ou seja, somatizamos. “Dependemos de como absorvemos, agimos e reagimos às situações do cotidiano, o estresse emocional pode ser, por exemplo um dos causadores de dores na coluna. Precisamos estar atentos a esta questão, e a melhor forma é buscar se conhecer melhor”, garante. Mais informações na recepção da clínica ou pelo telefone 21 – 3182-82
Não brigue com seu filho porque ele faz xixi na cama. A incontinência urinária tem tratamento
A incontinência urinária diurna pode causar estresse em criança em idade escolar, com grande impacto negativo sobre a sua autoestima.
É extremamente importante identificar o problema e tratá-lo o mais cedo possível. O alerta é da a reumatologista Euriana Travagim Brione, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
As estatísticas apontam que algo em torno de 10% das crianças entre 5 e 6 anos apresentam incontinência urinária durante o dia. Já entre os de 12 a 18 anos, a prevalência diminui para 4%.
- O treinamento do mecanismo urinário varia de criança para criança. O CREB conta com um setor especializado, onde é possível tratar da questão por meio da uroterapia, que traz ótimos resultados e é indicada para crianças com sintomas de disfunção da micção, incontinência urinária durante o dia, urgência miccional e infecções urinárias recorrentes, persistentes mesmo após tratamento conservador adequado, farmacoterapia e/ou intervenções cirúrgicas – explica a reumatologista.
A Dra. Euriana explica que a terapia resultante é baseada sobre o tratamento da incontinência urinária durante o dia, a regulação da ingestão de líquidos e da frequência de micção e tratamento da constipação, se necessário. O objetivo é ensinar a criança a realizar o esvaziamento regular e completo da bexiga, como um processo sistemático em que as reações físicas são trazidas sob controle consciente.
- A criança é educada sobre as funções do sistema urinário, postura correta ao urinar, hábitos alimentares e comportamentais que podem ter consequências negativas (como a pressa, por exemplo), entre outros – finaliza ela.
Fisioterapia combate dores articulares da Chikungunya
Fisioterapia combate dores articulares da Chikungunya
“Após dois meses de início da chikungunya, pacientes podem manifestar um quadro de artrite, o que tem sido observado pelos médicos que atendem pessoas acometidas pela doença, que reclamam, mesmo após a fase aguda da chikungunya, de dificuldades para andar e inflamação das juntas das mãos e pés, por exemplo. A doença pode funcionar como um gatilho no sistema imunológico. Isso justificaria o quadro inflamatório nas articulações e a baixa resposta aos analgésicos”.
A afirmação é do Dr. Haim Maleh, professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense, e Reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, é bem comum pacientes acometidos pela chikungunya sentirem dores intensas nas articulações dos membros superiores e inferiores extremamente incapacitantes, com presença de emeda e sensação de dormência nas extremidades. Além disso, uma das características da doença é a persistência da dor articular.
O médico do CREB diz que mais de 90% dos pacientes no início da doença têm febre de início repentino, fadiga, cefaleia e, finalmente, dores nas articulações das mãos, punhos, joelhos e tornozelos. “A dor nas articulações pode ser intensa e altera a qualidade de vida do paciente. A fisioterapia, junto com a medicação, é fundamental nesse caso”, afirma. “Por conta das dores, que geralmente se manifestam em variadas articulações, orientamos o paciente a utilização da fisioterapia, que tem recursos para melhorar esse quadro. A utilização da fisioterapia é muito importante nesse momento, porque ela combate e alivia a dor”, conclui o Dr. Haim.
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