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Jovens devem evitar carga excessiva diante de eletrônicos

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“Wiitis”, “síndrome do ecrã tela”, “polegar Blackberry” e “cotovelo de telemóvel”. Esses são novos nomes de antigas doenças, que atingem cada vez mais os jovens no mundo inteiro. São nomes que tentam explicar a origem do problema, como o uso excessivo do teclado do Blackberry para enviar mensagens ou a carga horária gigantesca diante de um Playstation 3, por exemplo.

“Tendinite, síndrome do túnel carpo, epicondilite, obesidade, perda de audição e dores lombares são problemas cada vez mais diagnosticadas em jovens, fruto da vida que levam. São doenças antigas, que ganham novos nomes. Nosso desafio é estabelecer a origem das doenças diagnosticadas e obviamente que o estilo de vida desses jovens nos indicam caminhos. O uso de mochilas cada vez mais pesadas, a falta da prática de exercício físico regular e as horas seguidas diante de computadores, videogames e celulares trazem problemas imediatos”, explica Haim Maleh,  fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O médico explica, por exemplo, que o uso contínuo do teclado do Blackberry pode ocasionar inflamações nos tendões. “Com a proliferação das redes sociais, jovens passam o dia no celular, postando informações, fotos e mensagens. Obviamente que isso tem conseqüência. O nosso papel é alertar a estes jovens que precisam readquirir hábitos saudáveis, como praticar exercícios regulares, caminhar e buscar outras fontes de lazer que não apenas os eletrônicos. E ao menor sinal de dor e desconforto, os pais devem levar seus filhos a um médico para evitar que o problema se agrave”, diz o Dr. Haim Maleh.


CREB apóia eventos científicos que acontecerão em janeiro

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Buscando aprimorar o seu corpo clínico – e apoiar a disseminação da informação – o CREB – Centro de Reuamtologia e Ortopedia Botafogo – está realizando e dando apoio científico a dois workshops. Nos dias 15 e 16 de janeiro acontece o Curso de Doppler Colorido de Carótidas e Vertebrais, com a Dra. Jacqueline Câmara B. C. Ribeiro, especialista em diagnóstico por imagem e membro titular do Colégio Brasileiro de Radiologia. Nos dias 28,29 e 30 de janeiro, a mesma médica dá o curso de Ultrassonografia Músculo Esquelética. Ambos eventos acontecem no auditório do CREB, localizado à Rua Voluntários da Pátria, 408, em Botafogo.


Uso regular de salto alto: problemas à vista

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A Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, promoveu uma pesquisa que comprova que o uso de sapato de salto alto pode causar danos à saúde da mulher.

Através de sensores, câmeras e outros modernos equipamentos de baropodometria, como o utilizado no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, os pesquisadores mediram as forças e ondas de choque nos pés de mulheres, entre 18 e 40 anos, enquanto caminhavam com sapatos com saltos de cinco e 7,5 cm.

A pesquisa mostrou que o uso do salto alto altera a postura, causando a inclinação do tornozelo para dentro e desestabilizando as articulações. Também foi observada uma carga bem maior sobre os joelhos, especialmente quando se usava sapato com 7,5 cm de salto.

Outra pesquisa, desta vez realizada na Inglaterra, constatou que mulheres que usavam salto alto ao menos cinco vezes na semana tinham os músculos da panturrilha até 13% menores do que mulheres que usam sapato de salto baixo ou tênis. Além disso, o tendão de Aquiles destas mulheres que usam sapato de salto alto regular era mais rígido e grosso. Essas mulheres disseram que sentem dor na panturrilha quando caminham sem sapatos.

“O uso regular de sapato de salto alto é ruim e dores são consequência disso. As mulheres que usam salto alto sabem disso. Mas quanto maior o salto e mais regular o uso, maior é o risco do desenvolvimento de doenças como a artrose. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas. E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB.

– O uso de sapato de salto alto, por horas seguidas, como é tão comum, pode trazer sérios problemas para a mulher. Causa alterações sensíveis na postura e na marcha e isso, a  longo prazo, gera dor, desequilíbrio muscular, estresse articular e até degeneração nas articulações. Outro problema que encontramos é o uso de sapatos menores do que o tamanho do pé e sapatos de bico fino. Isso realmente contribui para o aparecimento de problemas que podem ser sérios. Se a pessoa sente dores nos pés, joelho, quadril, tornozelo ou coluna, deve fazer uma avaliação com um especialista. Há um moderno exame,  chamado de baropodometria dinâmica,  que é capaz de oferecer essas informações, que ajudarão a identificar o diagnóstico e a melhor orientação de tratamento – diz o médico do CREB.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619